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Ex-assessor de Flávio Bolsonaro

Fabrício Queiroz diz que movimentação atípica de dinheiro é de comércio de carros

Comentários de leitores

6 comentários

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frank_rj (Outro)

os profissionais do direito deveriam aproveitar um ambiente especializado para debater o viés jurídico dos fatos. comentários flagrantes de preferência política deveriam ser direcionados a espaços próprios. o caso em debate é clássico. o envolvido não prestou qualquer esclarecimento, ludibriou o mp, dando preferência a canal de mídia favorável, e abusou da nossa inteligência. só não sei quem se saiu pior: o entrevistado ou a entrevistadora, esta que praticou péssimo jornalismo.

Memória

Rogério Brodbeck (Advogado Autônomo - Civil)

Os últimos governos é que foram de uma excelência invulgar. Relacionamentos com países de esquerda, financiamentos internacionais obtusos, escândalos de toda ordem, desemprego em massa, criminalidade em alta, etc ...

Da emocionante série "m'engana que eu gosto"

DAGOBERTO LOUREIRO - ADVOGADO E PROFESSOR (Advogado Autônomo)

Havia uma boa expectativa no ar, com a eleição do novo presidente, apesar de uma campanha atípica, sem que o candidato apresentasse sequer um Plano de Governo. Mas essa impressão foi se desfazendo rapidamente à medida em que os nomes de seu ministério iam sendo anunciados, com exceção do ex-Juiz Sérgio Moro, nome de respeito e competência.
As medidas anunciadas pelo eleito nos aproximam a passos largos do descalabro: rompimento com os árabes, que nos dão um “superávit” de 7 bilhões de dólares ao ano, ameaças aos parceiros do Mercosul, com outra perda de receita considerável, atos contra o combate ao aquecimento global, um Ministro da Fazenda que, enquadrado como um “Chicago Boy”, está mais para Al Capone do que para Milton Fridman e por aí vai.
Os pronunciamentos do escolhido para as Relações Exteriores são patéticos e descabidos, isolando-nos ainda mais do contexto mundial.
Os militares no Ministério, outra aberração. Generais são instruídos e preparados para a Guerra, o que irão fazer em cargos chaves de governo? Estaria o eleito pensando em abrir alguma confrontação com algum País vizinho?
Como se sabe, a direita, cuja especialidade é retirar direitos sociais, odeia povo e o proprio País, imitando a posição assinalada por Grouxo Marx, quando dizia que não tinha o menor respeito por um clube que o aceitava como sócio.
A opinião pública já entendeu o que fazia na assessoria do deputado Flávio Bolsonaro o Sr. Fabrício Queiroz. O silêncio, o adiamento das explicações, as manobras, a dissimulação dizem tudo. Espera-se que a polícia e o MPE ajam com a rapidez que o caso recomenda. E que entre na ordem do dia a eliminação de assessoria parlamentar.
Ou seja, estamos vivendo um cenário de fim do mundo.
Que Deus tenha piedade nós! Oremos, irmãos!

Essa não cola!

Clesio Moreira de Matos (Administrador)

Cadê os comprovantes de compra e venda? Mostrou? Por grandes coincidências vendia nas datas de pagamentos dos funcionários .rs

Seremos nós um bando de burros??

Zelmir Faraon (Advogado Autônomo - Trabalhista)

A explicação do Senhor Fabrício Queiroz é um acinte, um deboche, um soco no cara da sociedade brasileira.
Ao invés de esclarecer a questão de forma a tornar o futuro presidente um cidadão acima de qualquer suspeita, somente alimentou as suspeitas.
Alegar negociações paralelas ao cargo ocupado foi uma desculpa das mais falaciosas já vistas na história da nossa já falecida "democracia".
Justificar a movimentação suspeita, comprovadamente, suspeita, com a venda de veículos é ridículo, pelo simples fato de que um vendedor de automóveis atuando sem regularidade, jamais faturaria tal quantia de dinheiro em apenas um ano.
Além disso, o comércio é proibido aos servidores públicos, mesmo os ocupantes de cargo em comissão, ou cabos eleitorais, o que torna crime tal conduta.
Mas deixemos de lado essas firulas legalistas e nos fixemos no valor em si, que depois da explicação fornecida por essa figura tão ímpar.
O que fica patente no presente caso é que houve uma movimentação muito suspeita, com apropriação de dinheiro público pelo motorista(??) Querioz, em percentuais que chegam em certos casos a 99% do valor que deveria ir para os demais assessores.
Seja da forma que for o que ficou claro é que o futuro presidente e sua família estão sob os holofotes e tentam se esgueirar, para não prestarem esclarecimentos.
Depois dessa farsa a conclusão a que se chega de forma indubitável é que a família está envolvida em um caso escandaloso de corrupção, comprometendo a imagem do futuro presidente.
E juntamente com o predidente temos o comprometimento do Juiz Moro, tão ciente de suas obrigações quando os amigos não estavam envolvidos, mas tão condescendente quando os amigos estão enrolados.
Como diz o ditado popular: Não existe mais virgens no puteiro.
Lamentavel.

E se fosse do PT?

antonio gomes silva (Outro)

Se Queiroz fosse do PT, o que aconteceria? Já sei: condução coercitiva, execração pública, milhares de manchetes de jornais, entrevista coletiva dos membros da Lava Jato, declarações indignadas de Dallagnol, Sérgio Moro e João Dória (possível candidato a vice na chapa de Moro a presidente: ou vice-versa), comentários infinitos dos jornalistas da Globonews, especialmente de Merval Pereira (porta voz oficial dos Marinho).

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