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Magistrado de carreira

Luiz José Dezena da Silva toma posse nesta quarta-feira como ministro do TST

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O desembargador Luiz José Dezena da Silva toma posse nesta quarta-feira (5/12), às 17h, como ministro do Tribunal Superior do Trabalho. Ele ocupará vaga reservada a magistrados de carreira da Justiça trabalhista após a aposentadoria do ministro Fernando Eizo Ono.

Luiz José Dezena da Silva ocupará vaga reservada a magistrados de carreira da Justiça trabalhista

Em outubro, Dezena da Silva teve sua indicação aprovada em sabatina do Senado com 43 votos favoráveis e seis contrários.

Natural de Águas da Prata (SP), ele ingressou na carreira de juiz do Trabalho em 1990 e é desembargador do TRT da 15ª Região (Campinas-SP) desde 2010. Tem duas graduações, em Ciências Jurídicas e Contábeis, e já atuou como advogado e juiz do Trabalho de primeiro e segundo graus.

No TRT-15, atuou como juiz auxiliar da Presidência de 1996 a 1998; juiz auxiliar da Corregedoria regional de 2006 a 2008; e membro da Comissão de Jurisprudência.

Defesa trabalhista
Durante a sabatina no Senado, Dezena da Silva afirmou que não se pode condenar de antemão as mudanças na legislação trabalhista. “A reforma trabalhista não veio para o mal. Esta Casa, legitimamente, fez a reforma, fez a lei. É um erro dizer que a lei veio para prejudicar. Todos nós estamos tentando avançar, melhorar. É evidente que alguns ajustes futuros que se mostrarem necessários em decorrência da aplicação da lei serão feitos”, disse.

O desembargador também afirmou que o número de novos processos na Justiça do Trabalho caiu inicialmente com a reforma trabalhista, mas que ainda não é possível avaliar se a judicialização será menor do que antes.

 é repórter da revista Consultor Jurídico

Revista Consultor Jurídico, 3 de dezembro de 2018, 9h31

Comentários de leitores

1 comentário

Ministro dezena da silva

O IDEÓLOGO (Outros)

Atuará na transformação dos empregados terceirizados em "zumbis".
Poderosas forças internacionais atuam contra os trabalhadores brasileiros.
Nos anos 70 economistas passaram a defender o desenvolvimento dependente da competitividade do mercado.
Para tanto, foram adotadas práticas econômicas que interferiram no mercado de trabalho.
Buscando a maximização dos lucros em detrimento do trabalho, o Presidente FHC abraçou teorias econômicas neoliberais, e como consequência, o empregado passou a "precariado".
O professor Giovani Alves, da Unicamp diz que o precariado,"É a camada média do proletariado urbano constituída por jovens-adultos altamente escolarizados com inserção precária nas relações de trabalho e vida social".
Muitas vezes esses "explorados" não sabem que integram a classe dos precariados. E destituídos de direitos ingressam no mundo do crime através do desrespeito à Lei Maria da Penha. E, num "crescendo de vingança contra a falta de perspectivas", "bailam em todos os artigos do Código Penal".
Com a Lei da Reforma Trabalhista o precariado se transforma em terceirizado, aquele que sem direitos mínimos, sem dinheiro, sem lenço, sem documento, sem qualquer coisa, apenas vegeta socialmente. Eles estão na sociedade, abúlicos, apenas contando com o amanhã.
O empregado passou a trabalhador, o trabalhador em precariado, o precariado em terceirizado, e este em ZUMBI.
O Zumbi é a fase final do trabalhador terceirizado.

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