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Cármen Lúcia homenageia decano Celso de Mello por 29 anos de Supremo

"É a melhor causa da justiça brasileira — sem parte contrária", disse a ministra Cármen Lúcia, em homenagem ao decano do Supremo Tribunal Federal, ministro Celso de Mello. Nesta quinta-feira (29/8), ele completou 29 anos na corte. Para a ministra, o ministro Celso é um símbolo imprescindível de esperança no ser humano, no Direito e na Justiça.

Celso é a prova de que o bem tem lugar no mundo, diz Cármen Lúcia, em homenagem aos 29 anos de tribunal do ministro.
Nelson Jr./SCO/STF

"Com o ministro, percebemos que o bem tem lugar, pode ser concreto e o justo tem sequência e consequência no mundo.  A sua história torna a vida dos juízes mais fácil e leve. A trilha é menos inóspita por contar com vossa excelência”, declarou a presidente.

Cármen destacou, ainda que o ministro, nesses 29 anos de Suprema Corte, se mostrou comprometido desde sempre com os direitos fundamentais. “Suas decisões são orientações que ficam, mesmo quando não prevalecem em julgados. Além disso, tem intimidade não só  com o direito, mas com as novas tecnologias.  Com sua generosidade, o ministro nos ensina. Cada prosa, uma história, cada voto uma bálsamo”, salientou.

Honra
Em agradecimento, o decano relembrou sua trajetória até a Corte. "Jamais imaginei que ocuparia uma cadeira no supremo. É uma honra, para alguém que veio do interior de São Paulo, de Tatuí. Convivo aqui com professores, É uma experiência maravilhosa e uma honra imensa de ter entrado nessa Corte”, disse.

Celso de Mello ainda afirmou que nesses 29 anos, a sensação é que todos são passageiros de um tempo. Além disso, para ele, o STF é o tribunal mais “importante e incumbido de exercer atribuições questões sensíveis em tempos que muitas vezes se vê declinar no horizonte do país a pratica da ética e exercício do direito”.

Revista Consultor Jurídico, 16 de agosto de 2018, 16h40

Comentários de leitores

1 comentário

Viva, a eficiência!

Palpiteiro da web (Investigador)

29 anos de Corte e alguns processos levam 20 anos para serem julgados. Viva, a eficiência!

Comentários encerrados em 24/08/2018.
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