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Administração participativa

Advogados lançam movimento de oposição à atual gestão da OAB-RJ

Advogados do Rio de Janeiro lançaram nesta quarta-feira (8/8) um movimento de oposição à gestão atual da OAB local. O movimento quer uma “OAB transparente, inclusiva, independente, diversificada, coerente, profissional, combativa e que trabalhe ombro a ombro pela defesa de todos os advogados e advogadas do estado, ouvindo a opinião e respeitando as necessidades de todos, sem se submeter a interesses individuais”.

De acordo com seus organizadores, “só uma gestão participativa na OAB-RJ vai atender a toda a advocacia do estado do Rio”.

Um dos articuladores do movimento é o pré-candidato à presidência da OAB-RJ Marcello Oliveira, que atualmente comanda a Caixa de Auxílio dos Advogados do Rio de Janeiro (Caarj). Entre os apoiadores da iniciativa estão os criminalistas Técio Lins e Silva, Geraldo Prado e Juarez Tavares, o tributarista Sérgio Tostes, a advogada de direitos humanos Margarida Pressburger e o ex-presidente da OAB-RJ Candido de Oliveira Bisneto.

Revista Consultor Jurídico, 8 de agosto de 2018, 21h26

Comentários de leitores

7 comentários

Marcelo Oliveira Oposição?

Roque Z Roberto Vieira (Advogado Autônomo - Civil)

Que oposição.
O Sr. Marcelo Oliveira, está ao lado da diretoria da OAB, ao longo de mais de 12 anos, e atualmente é o Presidente da CAARJ, inoperante e sem qualquer benefício para a classe. a ÚNICA OPOSIÇÃO é a chapa liderada por Roque Z.

Movimento de oposição..?

Roque Z Roberto Vieira (Advogado Autônomo - Civil)

OPOSIÇÃO.?
O Pré-Candidato Marcelo Oliveira, participa da atual gestão ao longo de mais de 12 anos e é o Presidente da CAARJ, uma instituição inoperante e sem qualquer relevância para os advogados que não possuem plano de saúde, ambulatórios, casa de repouso, hospital etc. Trabalha com a diretoria da OAB que tem como receita: Anuidade mais cara do planeta. Quem pagou à vista o ano passado, desembolsou R$ 885,00, e o parcelamento atinge R$ 1.240,00. Se considerarmos em exemplo hipotético que 100.000 advogados pagam 1.000,00, teremos uma receita de R$ 100.000.000,00(CEM MILHÕES), sem contar as custas da CAARJ recebida no GRERJ; 3 Exames de Ordem; OAB Suplementar; Tokem; Cartão; Estagiários e outros. Para onde vai tanto dinheiro se desfrutamos apenas de uma bolsa família ou seja (sala, computador, cafezinho e água).? Lembrem-se, a única oposição chama-se Roque Z.

Presidente felipe santa cruz

O IDEÓLOGO (Outros)

Espírito conciliador, vocação política e defesa da classe
“Política não se faz com ódio, pois não é função hepática. É filha da consciência, irmã do caráter, hóspede do coração”, disse certa vez Ulysses Guimarães, em uma de suas famosas tiradas. É com esse espírito que se identifica Felipe Santa Cruz, recém-empossado presidente da OAB/RJ, aos 40 anos.
Admirador do Senhor Diretas, um dos mais hábeis políticos brasileiros, Felipe diz espelhar-se no estilo conciliador de Ulysses, que presidiu a Assembleia Nacional Constituinte e era também advogado. “Sua capacidade de criar pontes onde havia divergências é uma característica na qual me reconheço”, afirma o novo dirigente da advocacia fluminense ao iniciar o primeiro
de seus três anos de mandato.
Filho único de Ana e Fernando Santa Cruz, ele desaparecido político aos 26 anos, em 1974, Felipe deseja que os fatos e responsabilidades do passado sejam esclarecidos pela Comissão da Verdade, mas não quer que seus próprios filhos, Lucas, Beatriz, Maria Eduarda e João Felipe, cresçam, como ele, angustiados pela busca de informações sobre o paradeiro do avô.
“Só quero paz e verdade, e que a história da bravura de um jovem idealista lhes seja contada como uma lembrança de família”.
Felipe desembarcou no Rio de Janeiro com 15 anos, vindo do Rio Grande do Sul. No peito, trouxe a paixão pelo Internacional.
É Advogado militante desde que se formou pela PUC-Rio, em 1997. Ainda na faculdade, presidiu o Centro Acadêmico de Direito e o Diretório Central de Estudantes. Na época, lutou por melhorias no ensino e participou de atos em defesa da democracia, como o movimento pelo impeachment do então presidente da República, Fernando Collor de Mello".

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