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Lotação máxima

65% dos presídios têm ocupação superior à capacidade máxima, diz CNMP

Dos pouco mais de 1.500 presídios brasileiros, 65,73% apresentam ocupação superior à capacidade máxima, conforme dados divulgados pela Comissão do Sistema Prisional, Controle Externo da Atividade Policial e Segurança Pública do Conselho Nacional do Ministério Público. Das cinco regiões, o Nordeste é a que apresenta percentualmente a menor cifra (56%) de presídios lotados. De um total de 431, 130 ainda não comportam o máximo que podem e 59 têm a ocupação igual à capacidade.

Segundo o levantamento, o Sudeste, por exemplo, é a região do país com o maior número de presídios, totalizando 508, o que representa quase um terço das unidades prisionais brasileiras. Por sua vez, a região Norte é a região com menos estabelecimentos; são 157, dos quais 119 têm ocupação superior à capacidade. O material aponta também os estabelecimentos que deveriam abrigar apenas um dos sexos, mas têm internos masculinos e femininos.

Os dados divulgados foram compilados pelo CNMP com base em relatórios preenchidos por membros do Ministério Público que realizam inspeções em estabelecimentos penais. Segundo o conselheiro Dermeval Farias Gomes, que preside a CSP/CNMP, o amplo acesso a esses dados permitirá um maior amadurecimento na discussão das políticas públicas dirigidas ao enfrentamento da questão carcerária. Com informações da Assessoria de Imprensa do CNMP.

Revista Consultor Jurídico, 30 de abril de 2018, 18h14

Comentários de leitores

3 comentários

é só parar de cometer crimes que não vai preso

analucia (Bacharel - Família)

o problema não é falta de vagas, mas excesso de malandros cometendo crimes em razão da impunidade, logo escolhem a vida fácil de não trabalhar e serem bandidos.

HELL

O IDEÓLOGO (Outros)

Os próprios condenados possuem liberdade de criarem o seu próprio inferno.
Avante "rebeldes primitivos".

OAB, um poder sem limites

VASCO VASCONCELOS -ANALISTA,ESCRITOR E JURISTA (Administrador)

Pelo veto integral dos PL nº nº 8.347/2017 (PLS nº141/2015
Vasco Vasconcelos, escritor e jurista
Feliz por ter defendido na Tribuna do Egrégio STF, o Programa Mais Médicos, em 23.11.2013, na época representando a ORDEM DOS BACHARÉIS DO BRASIL - OBB, na pessoa do seu Presidente, Dr. Willian Johnes, sendo minha defesa vitoriosa, haja vista que na semana passada o STF julgou esse importante o Programa Mais Médicos, Constitucional, pelo placar de 6 x 2. Mais uma vitória dos Bacharéis em Direito devidamente qualificados pelo omisso MEC, jogados ao banimento sem direito ao primado do trabalho. Lembro que OAB fugiu do debate para não expor sua máquina de triturar sonhos e diplomas, o pernicioso caça-níqueis exame da OAB, gerando fome, desemprego e doenças psicossociais, uma chaga social que envergonha o país dos desempregados.
Essa Vitória, significa melhoria da qualidade de vida da população carente. Isso significa dizer que sem falsa modéstia que sou o 1º brasileiro, mesmo antes de filiar à OAB, a ter uma causa ganha na Maior Corte de Justiça do País, o Egrégio STF. O próximo passo será a conquista do 1º Prêmio Nobel a ser concedido a um brasileiro, em face minha luta pelo fim do trabalho análogo a de escravo, pelo direito ao primado do trabalho e pelo fim da escravidão contemporânea da OAB, o famigerado caça-níqueis exame da OAB, uma chaga social que envergonha o país dos desempregos. Os motivos que justificam o PRÊMIO NOBEL, estão explicitados no Artigo: OAB, um poder sem limites, veiculado no jornal Nota 10: DIÁRIO DA MANHÃ de Goiânia, edição de hoje (18.12.2017 (Segunda-Feira). Aula Magna, disponível: http://impresso.dm.com.br/edicao/20171218/pagina/24
http://impresso.dm.com.br/edicao/20171218/pagina/25

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