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Comentários de leitores

63 comentários

Show!!!

Gilberto Vasco (Advogado Assalariado - Civil)

Parabéns Professor. Magnifica aula de como ser Cool em tempos de exceção. Show!!!

Não há divergência?

Afonso de Souza (Outros)

Ornitólogo (Administrador), sua justificativa para aquele comentário autoritário foi arrogante, escapista e "de baixa qualidade".

Aceitemos

O IDEÓLOGO (Cartorário)

Aceitemos as críticas que veem para aperfeiçoar o pensamento.

Da diversidade

Luiz08João (Professor)

Por tanto que sejam variados os comentários. Sempre fico com a impressão que em todos, existem períodos, orações que ensejam a aceitação como uma verdade. Existem os que criticam o colunista, os que criticam as críticas ao articulista, o articulista que critica as críticas recebidas. Enfim, onde está a verdade pois? Jesus respondeu a todas as perguntas que Pôncio Pilatos lhe fizera. Só não respondeu uma, quando lhe foi perguntado: - " O que é a verdade pois?" Desencanem, o sofismo conduz nossos egos por enquanto. Vale até citar: - " física quântica" de tempos em tempos.

Não há divergência

Ornitólogo (Administrador)

Não há divergência quando o sujeito nem consegue interpretar o texto. Quando a revoada não posta copypasta, posta isca de baixa qualidade.

Antonio Carlos Kersting Roque (Professor Universitário)

Marcelo-ADV (Outros)

Citação: “Ao que parece, o articulista não trata bem a crítica, a oposição às suas ideias, mesmo sabendo da importante relevância da critica numa sociedade que quer ser democrática”. (Antonio Carlos Kersting Roque (Professor Universitário - Administrativa)).

Há, nos textos do Streck (livros e colunas), desconhecimento do que se critica? Há uma rejeição antecipada? Ou, ao contrário, há uma “impugnação específica”?

Conhecer bem o objeto da crítica, e impugná-la especificamente, é o maior respeito que se pode ter.

O outro lado é a simulação de contraditório, a fuga do diálogo, a prevalência da própria vontade (mesmo que incoerente, entre outros problemas).

Se a simulação de contraditório e abuso de poder ocorrer em tom carinhoso (para disfarçar), continua sendo simulação de contraditório e abuso de poder.

Lindb

O IDEÓLOGO (Cartorário)

A nova alteração da Lei de Introdução às Normas do Direito Brasileiro exigirá das autoridades em todas as esferas administrativa e judicial a omissão em proferir decisões com valores jurídicos abstratos sem ter em consideração os efeitos práticos da decisão.
Evitará a aplicação do pensamento do intelectual, preocupado com questões abstratas, em atrito com a dura realidade enfrentada pelo povo, que ocasiona abalo da Democracia.

Néscios, sandeus e narcisos - ii

O IDEÓLOGO (Cartorário)

Muitas vezes os narcisos são piores que os néscios, e abaixo dos sandeus.

Néscios, sandeus e narcisos

O IDEÓLOGO (Cartorário)

Infelizmente, no meio jurídico existem muitos néscios, sandeus e narcisos.

Receita para não perder tempo e nem a paciência:

João Bremm (Outros)

Não leia comentários (leiam apenas esse meu meta-comentário).
Simples.
Sejam felizes.

Que alívio, Antonio Carlos Kersting Roque (Professor Univers

Eduardo. Adv. (Advogado Autônomo)

Muito bom ler o seu comentário! É sentimento de desabafo de alguns (ou muitos!) dos leitores contemplados pela coluna de 26/04/2018.
Dá raiva, mesmo! Quantos de nós lutamos, e apesar de razões irrefutáveis a decisão foi desfavorável ao nosso constituinte? Faz parte do cotidiano dos pobres mortais.
É.... com os escalões superiores não era assim! Bastava um Jurista, um renomado advogado ou uma ex-autoridade com OAB para que tudo estivesse a contento nos tribunais.
Agora não deu muito certo... Por enquanto, talvez!... As coisas não mudaram, apenas há maior vigilância social.
Pareceres de renomados Juristas não foram suficientes. Advogados "de carreira", ex-Ministros e advogados de ocasião, ex-Promotores e advogados de ocasião - e tantas ex-autoridades advogados de ocasião! - não impediram uma, duas, três, quatro, cinco decisões desfavoráveis a UM ESPECÍFICO interesse defendido nos autos de um processo e também perante a comunidade jurídica.
Que tal fornecerem pareceres às Defensorias Públicas, às advocacias sociais para tratar de questões gerais? No futuro, quando uma tese (o Direito!) estiver sedimentado na base esta circunstância aproveitará aos interesses isolados e individuais de quem esteja no topo da pirâmide. O contrário nunca ocorreu, nem ocorrerá!

SMJ (Procurador Federal)

Observador.. (Economista)

Com todo o respeito...
Me explique.
Mais vale o que o senhor , ou mesmo um filme (me refiro ao filme A Queda) falam de Hitler, do que ele mesmo pensava/falava?
O senhor leu Mein Kampf?

O senhor não viu os discursos dele, totalmente anticapitalistas, no YOUTUBE e em vários documentários à respeito da Segunda Guerra?

O senhor está, exatamente, fazendo o CQD do que acontece no Brasil de hoje.
Os fatos nada valem.
A realidade nada vale.

O que vale é a narrativa ou as convicções de A ou B.
O resto que se lixe.

Repito.
Não há...nada...absolutamente nada, que identifique a Alemanha Nazista com o capitalismo, seja liberal ou conservador.
Nada.

Comentaristas

Antonio Carlos Kersting Roque (Professor Universitário - Administrativa)

Não sou assíduo da coluna, já fui!
Em mais de 95% dos meus comentários acompanhei o seu pensamento, suas posturas críticas.
No entanto, tenho feito críticas nas minhas últimas intervenções, eu e outros.
E hoje é com surpresa que me deparo com a deselegância do conteudo da coluna com aqueles que prestigiam esse espaço, e que alguns, mesmo não lendo a integralidade dos textos, expõem seus pensamentos de maneira pública e mal educada.
Ao que parece, o articulista não trata bem a crítica, a oposição às suas ideias, mesmo sabendo da importante relevância da critica numa sociedade que quer ser democrática.
Que pena, a admiração que lhe tenho agora esbarra na arrogância desse texto.
A sociedade é constituída de mentes brilhantes como a sua, mas, também de pessoas menos privilegiadas, e essas, de acordo com os princípios constitucionais, agora tão discutidos em face da prisão do meliante, devem ser contempladas igualmente!
Rui Barbosa dizia, é de conhecimento comum, que a pior ditadura é a da justiça.
Não acredito que seja só ela, existem outras que lhe fazem justa e merecida companhia, e uma delas é a soberba!

Comunidade néscia!

Rodrigo Beleza (Outro)

Ahahahahahahhaahaha
Professor, é sério que o povo posta no Facebook que venceu a discussão?
Por favor, mande o link.

E. Como ser um demiurgo, mestre de tudo e de todos

Samuel Cremasco Pavan de Oliveira (Advogado Autônomo)

1) Seja como o articulista.

Comunismo!

Marcelo-ADV (Outros)

Constituição Federal garante:

- Livre iniciativa (art. 1º, IV, e art. 170, caput);
- Livre concorrência (art. 170, inciso IV);
- Propriedade privada (art. 5º, inciso XXII, e art. 170, inciso II);
- Liberdade para o exercício de qualquer trabalho (art. 5º, inciso XIII);
- Liberdade para o livre exercício de qualquer atividade econômica (parágrafo único, art. 170);
- Liberdade democrática de pensamento (art. 5º, IV), igualdade (art. 5º), sufrágio universal (art. 14);
- Estado não é mais agente econômico, salvo exceções justificáveis impostas pelo Constituinte (art. 173);
- Programas de governo, em geral, procuram promover apenas uma inclusão social capitalista, ou seja, o objetivo é a pessoa ter emprego, uma profissão para ingressar no mercado;
- Ideologia (ou compreensão histórica) no sentido de ser a dignidade alcançada apenas pelo trabalho (em conformidade com o art. 1º, IV, e art. 170, caput, da CF "valorização do trabalho humano");
- Etc.

Se existem comunistas, então eles não são os que querem o cumprimento da Constituição Federal, que é uma antítese de comunismo.

Uma identidade forçada (os valores do moralista de plantão), descumprimento da Constituição Federal, isso sim nada tem a ver com democracia, a meu ver.

Não basta ser lembrado pelo gilmar mendes

Silva Cidadão (Outros)

O próximo integrante do STF, claro, com a aposentadoria do Ministro Celso de Mello, dependerá, como se faz atualmente, da indicação do presidente da república. É só aguardar a vacância e esperar que o presidente que estiver no comando, naquele momento, o indique para tal, dispensando, por ora, a preocupação em escrever artigos que agradem o gilmar mendes, como, em vários julgamentos, fez referência ao nobre articulista.

Ao caríssimo

afixa (Administrador)

Aquinas (Estudante de Direito). Parabéns está cumprindo seu papel de PS1 do meu Comentário.
Advogados criminalistas (se autoproclamam) detentores do conhecimento penal estudem Democracia de Consenso, estudem o que é Tribunal Constitucional, e aprendam: em 11 - 6 é maioria e 5 minoria.

Nineteen Eighty-Four

SMJ (Procurador Federal)

Já que estamos o tempo todo debatendo interpretação aqui na CONJUR, falemos mais sobre obra bastante citada aqui.

1984 criticou o totalitarismo em geral e suas estratégias de atuação política, não dirigindo sua crítica especificamente ao nazismo ou ao stalinismo. No próprio livro é expressamente dito que o regime da Oceania não é o nazismo ou o stalinismo, superando ambos.
1984 é uma crítica às estratégias de tendência totalitária de manutenção do poder.

Permite questões como: "Até que ponto não vivemos hoje a sociedade retratada em 1984?"; "As estratégias ali representadas de manutenção do poder pelo poder não nos governam?"; "Quando os EUA bombardearam recentemente a Síria não repetiram uma das principais estratégias do Governo da Oceania para manter seu povo iludido?"; "Aliás, a guerra permanente de 1984 não existe hoje? Vivemos algum ano sem guerra desde o fim da 2ª Guerra?"; "Se temos tecnologia e meios de produção para alimentar e dar vida de qualidade a todos os humanos com sobras, por que temos que trabalhar tanto ainda e cercados pela fome, tal como os funcionários da Oceania?"; "Quando o juiz lê uma disposição constitucional clara e lhe dá outro significado, não está praticando "blackwhite"?

Agradeço as considerações de todos os demais comentadores.

Lindb

Samir P. J. (Servidor)

Eu só quero saber o que são os "valores jurídicos abstratos" que passou a constar na LINDB desde o dia 25/04/2018.

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