Consultor Jurídico

Notícias

Você leu 1 de 5 notícias liberadas no mês.
Faça seu CADASTRO GRATUITO e tenha acesso ilimitado.

Nova direção

Sérgio Eduardo Tapety é nomeado procurador-geral da União

O advogado da União Sérgio Eduardo de Freitas Tapety é o novo procurador-geral da União. Ele assume no lugar de Izabel Vichon Nogueira de Andrade. A troca de comando foi publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira (24/4). 

Membro da AGU desde 2000, Sérgio Tapety foi nomeado procurador-geral da União. AGU

A PGU é um órgão da Advocacia-Geral da União, instituição que representa a União judicial e extrajudicialmente. 

Sérgio Tapety é membro da AGU desde 2000. Foi assessor jurídico da Subchefia Jurídica da Casa Civil, diretor do Departamento de Coordenação e Orientação de Órgãos Jurídicos da Consultoria- Geral da União de 2009 a 2015 e consultor-geral da União substituto de 2009 a 2011 e de 2012 a 2013. Ele ocupou, ainda, o cargo de consultor jurídico do Ministério da Saúde.

O Diário Oficial trouxe ainda a nomeação do advogado da União José Roberto Machado Farias para o cargo de subprocurador-geral da União. Entre outros, ele ocupou os cargos de procurador-chefe da União no estado de Alagoas, procurador regional da União na 5ª e na 1ª Região e coordenador-geral de Gestão Processual da Comissão de Anistia do Ministério da Justiça.

Outras nomeações aconteceram no gabinete da AGU. A advogada da União Fernanda Menezes Pereira é a nova adjunta e ocupa o cargo que estava vago desde a saída de Raphael Ramos, que agora chefia a Procuradoria-Regional da União da 1ª Região. A procuradora federal Tatiana Christofoli Martins Delatorres será a nova chefe de gabinete.

Conveniência pessoal
A Associação Nacional dos Advogados Públicos Federais (Anafe) criticou as mudanças. Segundo a entidade, as alterações ocorreram não por questões técnicas, mas por razões de conveniência pessoal da advogada-geral da União, Grace Mendonça.

"A Anafe manifesta sua frontal contrariedade às medidas que vêm sendo tomadas pela atual gestão da instituição sem qualquer tipo de legitimidade, e reafirma que atuará naquilo que for necessário para conter retrocessos e consolidar uma cultura institucional que garanta uma atuação republicana, transparente, impessoal e verdadeiramente comprometida com o interesse público", diz a entidade em nota. Com informações das Assessorias de Imprensa da AGU e da Anafe.

Revista Consultor Jurídico, 24 de abril de 2018, 13h24

Comentários de leitores

0 comentários

Comentários encerrados em 02/05/2018.
A seção de comentários de cada texto é encerrada 7 dias após a data da sua publicação.