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Voto a voto

Veja lança quiz sobre ministros do Supremo com dados do Anuário da Justiça

A revista Veja publicou em seu site um quiz que compara as opiniões dos leitores com os entendimentos dos ministros do Supremo Tribunal Federal. Ao todo, são 20 perguntas com resposta de "sim" ou "não" sobre temas que vão da Ficha Limpa ao ensino religioso.

Para saber qual é o posicionamento de cada ministro, Veja utilizou dados do Anuário da Justiça Brasil 2018, editado pela revista Consultor Jurídico, com apoio da Fundação Armando Alvares Penteado (Faap).

A publicação é uma radiografia da cúpula do Judiciário brasileiro, mostrando quem são os atores da cena judicial e como trabalham os ministros. A jurisprudência é apresentada e analisada na resenha das principais decisões proferidas.

Além dos perfis, fotos e contatos de cada um dos ministros, a partir desta edição de 2018 o leitor encontrará o Placar de Votação, uma análise qualitativa das principais decisões dos tribunais. Com a novidade, o Anuário da Justiça retrata o impacto das decisões na sociedade e indica as suas implicações em futuros julgamentos.

Além do Supremo Tribunal Federal, a publicação mostra o perfil dos ministros do Superior Tribunal de Justiça, do Tribunal Superior do Trabalho, do Tribunal Superior Eleitoral e do Superior Tribunal Militar. O Anuário da Justiça Brasil 2018 está à venda na Livraria ConJur (R$ 40).

Revista Consultor Jurídico, 20 de abril de 2018, 12h57

Comentários de leitores

2 comentários

Asco

antonio gomes silva (Outro)

A (não)VEJA é um escárnio. Revisteca sem credibilidade. É inimiga dos pobres e protetora das elites. Rezo para que chegue logo ao seu fim!

Qual o medo da VEJA pautar trabalho análogo a de escravos?

VASCO VASCONCELOS -ANALISTA,ESCRITOR E JURISTA (Administrador)

Por Vasco Vasconcelos, escritor e jurista. Os mercenários gostam de meter o bedelho em tudo.
OAB não tem interesse em melhorar o ensino jurídico. Só tem olhos p/ os bolsos dos seus cativos. Tx concurso p/ adv. da OAB/ DF apenas R$ 75, taxa do pernicioso jabuti de ouro, o caça-níqueis exame da OAB, pasme R$ 260,(um assalto ao bolso). Estima-se que nos últimos 21 anos OAB abocanhou extorquindo com altas taxas de inscrições e reprovações em massa cerca de quase 1.0 BILHÃO DE REAIS. Todo mundo sabe como funciona o enlameado Congresso Nacional. Assim fica difícil extirpar esse câncer a máquina de triturar sonhos e diplomas. Trabalho análogo à condição de escravo. O Egrégio STF ao julgar o INQUÉRITO 3.412 AL, dispondo sobre REDUÇÃO A CONDIÇÃO ANÁLOGA A DE ESCRAVO. ESCRAVIDÃO MODERNA, explicitou com muita sapiência (…) “Para configuração do crime do art. 149 do Código Penal, não é necessário que se prove a coação física da liberdade de ir e vir ou mesmo o cerceamento da liberdade de locomoção, bastando a submissão da vítima “a trabalhos forçados ou a jornada exaustiva” ou “a condições degradantes de trabalho”, (...) A “escravidão moderna” é mais sutil do que a do século XIX e o cerceamento da liberdade pode decorrer de diversos constrangimentos econômicos e não necessariamente físicos. Priva-se alguém de sua liberdade e de sua dignidade tratando-o como coisa e não como pessoa humana, o que pode ser feito não só mediante coação, mas também pela violação intensa e persistente de seus direitos básicos, inclusive do direito ao trabalho digno. A violação do direito ao trabalho digno impacta a capacidade da vítima de realizar escolhas segundo a sua livre determinação. Isso também significa “reduzir alguém a condição análoga à de escravo" .

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