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Recondução aprovada

MP-SP escolhe Smanio para continuar como procurador-geral de Justiça

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Em eleição interna do Ministério Público de São Paulo, o candidato à recondução, Gianpaolo Poggio Smanio, foi o mais votado neste sábado (7/4) para o cargo de procurador-geral de Justiça de São Paulo. Ele recebeu 1.178 votos.

Gianpaolo Smanio foi o mais votado pelo MP-SP com 1,1 mil votos. Reprodução

Em segundo lugar ficou a procuradora Valderez Deusdedit Abbud, com 663 votos. Em terceiro, o procurador Márcio Sérgio Christino, com 358 votos. Agora a lista tríplice será encaminhada ao governador do estado, Márcio França (PSB), a quem cabe escolher o procurador-geral de Justiça. Apesar de não haver obrigatoriedade, geralmente o mais votado é escolhido para o cargo.

Em entrevista à ConJur, Smanio afirmou que, se reconduzido, vai incrementar investimentos em tecnologia e inovação, ampliar sedes, implantar promotorias regionais especializadas em segurança pública e “consolidar o MP-SP como referência no atendimento das grandes demandas da sociedade”.

O investimento na infraestrutura externa e interna é uma preocupação dos três integrantes da lista tríplice. Os procuradores Valderez Deusdedit Abbud e Marcio Sérgio Christino também prometeram estes investimentos, além de propor mudanças para permitir que promotores também concorram à Procuradoria-Geral de Justiça.

Perfil
Gianpaolo Smanio é bacharel em Direito pela USP, com mestrado e doutorado em Direito das Relações Sociais pela PUC-SP. Natural de Campinas, ingressou no MP em 1988 e atuou como primeiro-tesoureiro e primeiro-vice-presidente da Associação Paulista do Ministério Público.

Foi secretário-executivo do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) e integrou o Órgão Especial do Colégio de Procuradores de Justiça até 2015. Com perfil acadêmico, é autor de 23 livros e professor do Mackenzie. Tornou-se procurador-geral em 2016, apoiado pelo então PGJ, Márcio Elias Rosa.

* Texto atualizado às 23h do dia 7/4/2018 para correção.

 é repórter da revista Consultor Jurídico.

Revista Consultor Jurídico, 7 de abril de 2018, 18h43

Comentários de leitores

1 comentário

Mudança

isael (Professor)

O governador Alckimin não renunciou? A indicação não caberia ao atual governador?

Comentários encerrados em 15/04/2018.
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