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Advocacia disruptiva

Advogado usa QR Code em petição para facilitar comunicação com juiz

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Barchilón, R H (Advogado Autônomo - Civil)

Resumindo: em se tratando de processos em papel, usar QRCode é bem melhor que URL's longas. Isso na medida atual, em que o smartphone alcançou ubiqüidade.
O áudio e vídeo produzido em audiências e vídeo-conferências já é armazenado pela Justiça.
O input processual de advogados, como sugerido no artigo, pode ficar de fora pra sempre, dependendo de manutenção de link's por anos a fio, até o trânsito em julgado de causas onde referenciados.
Pense bem...

QR Code - Instrumento de prova útil?

Ricardo Gomes de Paiva de Faria (Advogado Sócio de Escritório - Internacional)

QR Code - Pode ser um instrumento de prova útil?

Imagine-se um caso de onde se faz um 'upload' de uma prova, gravação, vídeo, foto que "fala por mil palavras" - (Isto pode ser feito no Acrobat DC que permite inserção de áudio, vídeo etc.)

- O problema é que no processo eletrônico os gabinetes tendem a imprimir o .pdf e isto se perde.

O importante é notar-se que estamos no III Milênio, avançados em 2017, e a Justiça nem usa ainda reconhecimento de voz (speech recognition) fazendo que limitada a 40 palavras por minuto de digitação ao invés das 140 palavras por minuto que reconhecimento de voz permite, sem tenosinovite e com correção ortográfica.

Uma jornada de 8 horas tem 480 minutos e cada um conta. Uma jornada jurídica correta, de 4 horas teria a metade, mais razão para maior produtividade, eficiência e eficácia.

Parabéns ao autor da idéia: Pugno desde 1967 no meio jurídico onde muitas coisas fiz e convencido estou que este o caminho melhor.

Lembrem-se: no mundo se "fatura" com o adimplemento do contrato. Contratar passa por mais escrever: Joguem fora o teclado ineficiente, adotem-se instrumentos de provas como o acima QR Code ou demais hiperligações.

Apenas a opinião de quem em 1973 colaborou na criação do PRODASEN, advogado que era em Nova Iorque então, a pedido dos falecidos Bilac Pinto, Teotônio Vilela e do sempre atuante ainda hoje o "Justice" Célio de Oliveira Borja.

Ótima inovação

Flávio Ramos (Advogado Sócio de Escritório - Empresarial)

Para advogados que não sabem escrever e juízes que não sabem ler.
Eu não vejo em que possa ajudar um audiovisual. Para resumir um caso complexo, memoriais são mais simples e mais práticos. Para garantir que o juiz - o juiz - receba a mensagem, a audiência é indispensável.
Sinceramente, se eu fosse juiz jamais abriria um negócio desses. Ou o advogado se expressa bem na petição, ou se presta ao diálogo pessoal, com a possibilidade de questionamento, para realçar algum ponto da causa. Não vai ter uma segunda chance, muito menos uma alternativa, com o vídeo, que é muito mais ineficiente para transmitir palavras e ideias.

15 min de fama

Ade Vogado (Advogado Autônomo - Tributária)

Os tribunais poderiam implementar um sistema de chat online com autenticação por meio do certificado digital facilitando em muito os despachos, o atendimento poderia ser online via chat, seria fácil apresentar qualquer arquivo, resolvia tudo e fim.

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