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Preso em flagrante

PF suspende delegado da satiagraha preso com placa oficial em carro particular

A Polícia Federal decidiu suspender o delegado Carlos Eduardo Pellegrini Magro de suas atividades. A punição dura enquanto tramitar processo administrativo que apura o uso de placa oficial da PF num carro pessoal do delegado. Ele foi preso em flagrante no dia 10 de outubro e deve responder pelo crime de adulterar “sinal identificador de veículo automotor”, descrito no artigo 311 do Código Penal. A suspensão foi publicada em boletim interno da PF.

Pellegrini foi solto depois de pagar fiança. Ele não estava na ativa: havia se licenciado para cuidar de um parente doente. Mas a placa que estava em seu carro já acumula mais de R$ 40 mil em autuações.

Delegado experiente, trabalhou nas investigações da operação satiagraha, trancada pelo Superior Tribunal de Justiça por ilegalidade na coleta de provas. A atuação do ex-delegado Protógenes Queiroz na mesma operação rendeu-lhe a demissão da PF e uma condenação por violação de sigilo funcional pelo Supremo Tribunal Federal.

Revista Consultor Jurídico, 27 de outubro de 2017, 13h42

Comentários de leitores

2 comentários

Uma vergonha!

Junior Azevedo Martins (Advogado Autônomo)

Depois tem otario que defende maior poder para as "otoridades"! Tem que ser muito estupido, ainda mais se for Advogado ou Jurista, achar que se faz um País melhor com abuso de autoridade, redução de prerrogativas de Advogado, restrição de HC, abuso de preventivas, ou até (há quem defenda) agressões e assassinatos de suspeitos pela Polícia. Entendam estupidos, os abusos do Estado ou de seus servidores hoje é contra um ladrão ou maconheiro que é pego na pracinha da sua rua, mas, amanhã se continuar, será contra seu filho de 15 anos ou seu neto na mesma praça, mesmo que eles não estejam furtando nem fumando maconha, mas, só por estarem na praça, pois motivos sempre os abusadores acham, pode ser por olhar feio, por encarar, por ficar nervoso, etc.. Por isso o que é certo é certo, e Advogados Juizes, Delegados e Promotores (juristas) devem defender o Direito.

E é bonito isso?

Paulo Moreira (Advogado Autônomo - Civil)

Em algum dia, quando estiver mais velho -provavelmente num hospital ou num presídio-, talvez consiga entender o porquê de serem as primeiras a praticar burradas algumas pessoas ainda mais obrigadas que as demais a agirem corretamente.

E depois é o trinômio polícia/justiça/política que "não presta".

Como diz o Lênio Streck, "fracassamos!"

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