Consultor Jurídico

Comentários de leitores

12 comentários

Correção

Observador.. (Economista)

EUA e Alemanha citados nos comentários, não no texto.

Netflix

Observador.. (Economista)

Deviam assistir "Primeiro mataram meu pai", no Netflix, e refletir sobre o texto e nossa situação como povo e nação.
Chega de hipocrisia!
Chega de sustentar idéias sobre Estado balofo e luta de classes.
Diminuam o Estado.
Estimulem a geração de riquezas. O empreendedorismo.
Depois falem em taxar lucros. Não comecem uma corrida andando para trás.Procurem a vitória antes e vejam como agirão depois de obter sucesso.

EUA e Alemanha, citadas no texto, tem taxas para grandes, enormes fortunas.
Mas desonera a classe média de forma abundante.
E os pequenos e médios empreendedores, nem se fala.
São estimulados a crescer, a gerar abundância de capital para SÓ depois do Everest econômico ser conquistado, se falar em taxar fortunas.

O nosso problema é a corrupção e setores "monárquicos" dentro do funcionalismo.Isso sangra nosso país.
Não existe esta coisa de dinheiro público.
O dinheiro é aquele que pertence aos que geram renda.
O Estado só existe por causa destas pessoas.Sem aqueles que se esforçam, criam e inovam , o Estado inexiste.
Nem a China acredita mais no que está escrito aqui.
Surreal.

Parabéns pelo texto!!

Gustavo Trancho (Advogado Associado a Escritório)

A agenda positiva da progressividade tributária é importantíssima ao país e o texto defende o tema com propriedade e elegância!
Parabéns!

Um comentário quanto aos dados da corrupção, por mais que o texto reconheça que seja só parte, a estimativa parece muito baixa. No entanto, mesmo para os mais alarmistas, a corrupção criminosa jamais chegaria ao que o senso comum considera a solução para os problemas do país - ponto que o artigo corretamente defende.
Com razão, mesmo que toda corrupção real fosse 10 vezes o que foi possível estimar, ainda assim, isso seria menos do que o déficit fiscal deste ano.

Este é um site frequentado por operadores do direito, e graças ao poderoso lobby que defende o interesse dos advogados (e de outras categorias profissionais ricas), hoje o Simples Nacional tributa os advogados em 4,5% para renda anual até 180 mil reais, 6,54% até 360 mil - 15 mil reais por mês ou 30 mil por mês. É uma vantagem incomparável diante dos 27,5% que os celetistas pagam (e até mesmo dos indecentes 15% que se paga do ganho de capital na bolsa de valores).

Além da regressividade tributária, a injustiça previdenciária é outra fonte inesgotável de drenagem de recursos públicos. Quanto se gasta com pensões para filhas de militares? Quando se paga acima do teto mas "dentro da lei"?

Por mais que receber benesses extraordinárias e "legais" não seja o crime de corrupção, isso também poderia ser colocado como um enfrentamento amplo à corrupção. As aposentadorias do Congresso, cumuladas com outros rendimentos públicos (sempre elevados), são ratificadas pelo TCU como "legais" mas são de moralidade questionável (e de constitucionalidade também).

Renovo os parabéns e desejo mais dados, informações, divulgação e destaque para tão relevante tema.

Hipocrisia plural!

Valter (Prestador de Serviço)

Atribuir à iniciativa privada a nefasta situação em que o Brasil se encontra beira as raias do humor negro!

O viés comunista apregoado no texto jamais deu certo em nenhum lugar do mundo, mas a tese não morre. Incrível!

A solução para economia - de qualquer sociedade - não está no paternalismo estatal, esta é uma falácia já comprovada e ratificada.

O único socialismo que alavanca uma nação é o socialismo de oportunidades!

Distribuir esmolas sob o pretexto de proteger os mais pobres não passa de um populismo hipócrita para perpetuar governantes no poder, exatamente como foi tentado pelo PT nos últimos treze anos.

Os culpados, em última análise, são os eleitores iludidos por estas propostas inverossímeis e hipócritas de redistribuir o patrimônio dos que tem para os que não têm.

Precisamos sim disponibilizar a todos oportunidades iguais para ascenderem socialmente, e não simplesmente estimular a derrocada dos que têm, proposta eleitoreira e desastrosa para o progresso de qualquer nação.

Excelente análise racional do tema e do texto

Adv. José Carlos dos Santos (Advogado Sócio de Escritório - Criminal)

Parabéns ao Prof. Ricardo Lodi pela excelente análise de modo racional sobre o tema da desigualdade social.
A perspectiva abordada pela legislação e carga tributária, da má distribuição de recursos e renda entre a população, e (quase) sempre esquecida ou ignorada pelo "senso comum" foi fantástica.
Infelizmente, os seguidores do "senso comum" não compreendem um debate racional, por pura falta de argumentos racionais. Assim, preferem discutir pela "paixão", usando termos como "esquerdista", "lulista", "petista", "socialista" e outros tantos "istas".
Creio, seguramente, que nem sabem analisar e defender quais eram os programas de desenvolvimento ou política econômico-desenvolvimentista de cada um e dos últimos governos, desde 1970 a 2015, período pesquisado e citado no texto.
Vamos continuar aplaudindo as operações espetaculares e midiáticas e tampar nossos olhos para a intragável realidade. "Vivamos na ilusão!".
Bem, como se diz racionalmente, "paixões não se discutem; ciência e racionalidade sim".

o problema todo mundo já conhece

Patricia Ribeiro Imóveis (Corretor de Imóveis)

Diz o articulista:

"nos convida à reflexão sobre as causas da histórica e persistente distância entre ricos e pobres no Brasil e da relação com a corrupção."

Mas o problema, todo mundo já conhece: é que o de cima sobe e o de baixo desce!

Excelente texto

Beto Oliveira (Outros - Administrativa)

Parabéns pelo excelente texto. De fato, a desigualdade social é fruto dessa elite escrota brasileira, que sempre se beneficiou da corrupção. Aliás, é o seu modus operandi de manter privilégios.
É incrível como existem colegas que, sob um pretenso dogma de estado mínimo, são contrários à tributação de lucros e dividendos. Parece que a desigualdade social para eles não existe e não passa de um pretexto para os "esquerdistas" acabarem com a propriedade privada.
Como você lembrou, são países capitalistas que tem esse modelo mais progressista na tributação, como Alemanha e EUA. O caras ainda estão lendo Adam Smith e desconhecem Rawls e sua brilhante teoria de justiça.
São textos como o teu que traz luz ao debate e creio que o estudo da Filosofia Política e de Estado deveria ser prioridade nas faculdades de Direito. Não há como fazer justiça sem um repertório que possibilite enxergar através do "véu de Maya".
Forte abraços, lisonjeado por ler teu artigo brilhante!

Ideia maravilhosa...

Gabriel da Silva Merlin (Advogado Autônomo)

Realmente é uma ideia brilhante a do articulista, vamos acabar com a desigualdade social pilhando os ricos e fazendo com que eles se tornem igualmente pobres.

A única coisa que esses ideais socialistas conseguiram fazer foi gerar pobreza, miséria, mortes e destruição das riquezas de uma nação.

As pessoas tem que começar a parar com esse fetiche socialista de "igualdade da distribuição de renda" e se preocupar mais com o padrão de vida dos mais pobres, e nesse sentido o "capitalismo malvadão" tem se mostrado imbatível.

Parabéns

Gabriel Nóbrega (Procurador do Estado)

Texto muito sóbrio e reflexivo do professor Ricardo Lodi. Desmistifica algumas crenças que são implantadas pela mídia na maior parte da população.

Fabianismo, a gente vê por aqui.

Marco Antonio Lima (Funcionário público)

Quando começou a falar em elites, já saquei. Mais um esquerda-caviar. Já reparou como esse povo nunca põe o combate à corrupção como prioridade? O problema do Brasil é que não taxamos os mais ricos? Talvez. Mas quando estiveram no poder, de 1998 a 2015, fizeram o quê? Aumentaram a injustiça fiscal. As elites por ele citadas são os famosos "campeões nacionais" de Lula e Dilma. De Eike, Odebrecht, irmãos Batista e tantos outros, que viram seus lucros quintuplicarem na era PT, com o compromisso de perpetuar a ORCRIM no poder, financiando campanhas e comprando todo o sistema eleitoral, inclusive institutos de pesquisa e urnas. Veja o lucro dos bancos no período citado. Hipocrisia total! Fabianismo, a gente vê por aqui.

Fabianismo, a gente vê por aqui

Marco Antonio Lima (Funcionário público)

Quando começou a falar em elites, já saquei. Mais um esquerda-caviar. Já reparou como esse povo nunca põe o combate à corrupção como prioridade? O problema do Brasil é que não taxamos os mais ricos? Talvez. Mas quando estiveram no poder, de 1998 a 2015, fizeram o quê? Aumentaram a injustiça fiscal. As elites por ele citadas são os famosos "campeões nacionais" de Lula e Dilma. De Eike, Odebrecht, irmãos Batista e tantos outros, que viram seus lucros quintuplicarem na era PT, com o compromisso de perpetuar a ORCRIM no poder, financiando campanhas e comprando todo o sistema eleitoral, inclusive institutos de pesquisa e urnas. Veja o lucro dos bancos no período citado. Hipocrisia total! Fabianismo, a gente vê por aqui.

O medo do Congresso

Luiz N (Servidor)

Dilma foi cassada. O motivo? Incompetência. Lula está sendo açoitado. O motivo? Corrupção escancarada na cara da população. Temer está imune? O motivo? Estancar a sangria.
Ora, do que o Congresso tem medo?
São os nossos representantes, os ideiais escolhidos pela população de forma quase que consensual. Então por que não deixam o STF instaurar o processo contra Michel Temer…
Esta nação, que vive sob um regime de quase oligarquia, não nos representa. Até parece que estamos condenados à ignorancia e ao subdesenvolvimento. Retroceder? Jamais! Desenvolver? Talvez.
Não temos ordem, não planejamos o progresso. Somos quase todos reféns de uma minoria, que deveriam mandar obedecendo, mas tomam conta do poder e de seu rebanho.
Que sangria é essa? Não é nossa sangria, a do povo, que eles querem que pare de sangrar. Eles querem que a sangria deles, dos corruptos, pare.

Comentar

Comentários encerrados em 3/11/2017.
A seção de comentários de cada texto é encerrada 7 dias após a data da sua publicação.