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Fake news

TSE convoca Exército para monitorar redes sociais durante eleições

O Tribunal Superior Eleitoral convocou o Ministério da Defesa e as Forças Armadas para monitorar redes sociais em busca de notícias falsas durante as eleições de 2018. A parceria foi firmada nesta quarta-feira (25/10) pelo presidente do TSE, ministro Gilmar Mendes, o ministro da Defesa, Raul Jungmann, o chefe do Gabinete de Segurança Institucional, Sérgio Etchegoyen, e o ministro da Justiça, Torquato Jardim.

“Precisamos realmente acompanhar essa nova realidade”, disse Gilmar, depois de reunião com os representantes do governo, nesta quarta. Ele se refere ao que se convencionou chamar de fake news, notícias sabidamente falsas divulgadas com interesses comerciais ou eleitorais — ou ambos. Ficaram famosas durante as eleições presidenciais americanas de 2016, quando empresas começaram a disseminar informações falsas sobre a candidata democrata, Hillary Clinton, para favorecer o republicano Donald Trump, eleito presidente. Gilmar também citou o caso francês, do site Macron Leaks, que divulgou boatos sobre o atual presidente do país, Emmanuel Macron, durante a campanha.

O noticiário e as eleições são tema de constante discussão no Brasil — a exemplo do livro Direito Eleitoral e Liberdade de Expressão, da professora Aline Osório. O último episódio foi a reforma eleitoral aprovada pelo Congresso, que previa a retirada de conteúdo do ar mesmo sem ordem judicial. O trecho foi vetado pelo presidente Michel Temer. Com informações da Agência Brasil.

Revista Consultor Jurídico, 25 de outubro de 2017, 15h20

Comentários de leitores

4 comentários

Conjur Caiu em Fake News

Ericson Lemes da Silva (Advogado Autônomo - Administrativa)

Conjur caindo em fake news. Devia se informar melhor.

Conjur 100% real news

Eududu (Advogado Autônomo)

Thiago Bandeira (Funcionário público), o Conjur por vezes mescla conteúdo jurídico com humor. Essa realmente foi muito boa, empresas espalhando fake news contra Hilary para favorecer trump.

Está aí a maior prova de que monitorar fake news é praticamente impossível, pois há muito foi posta em prática a máxima de Lenin: Acuse-os do que você faz, chame-os do que você é. Essa praga comportamental se espalhou pelo mundo.

Para a grande mídia americana (e também a nossa, que é "pau mandado" das agências de notícias internacionais), tudo o que diariamente denigre a imagem de Trump é real news; mas se uma notícia denigre Hilary (ou alguém da turma dos tolerantes, dos corretos, dos bonzinhos, como Obama ou os artistas de Hollywood), é fake news. Aí fazem barulho, denunciam, interpretam o conhecido papel de vítima e começa a choradeira de sempre (com mais fake news, óbvio).

O povo precisa ter estofo intelectual e aguçado espírito crítico para interpretar informações e notícias. Ou então ainda vão nos empurrar e nos fazer pagar por um órgão ou entidade encarregada de dizer, de forma “oficial”, o que é verdade e o que não é. Talvez um Ministério da Verdade (pois comissão já temos).

Nem precisa de eleições para monitorar

Almanakut Brasil (Jornalista)

LIBERDADE E IGUALDADE - Candidato tem direito de divulgar ideias em rede social na pré-campanha, diz TSE - 20/10/2016

Ressalvados os casos de pedido expresso de voto, é permitido aos candidatos a criação de métodos alternativos para difundir suas ideias e plataformas por meio das redes sociais antes do período de campanha previsto na lei eleitoral. O entendimento foi definido pelo plenário do Tribunal Superior Eleitoral.

https://www.conjur.com.br/2016-out-20/candidato-divulgar-ideias-rede-social-pre-campanha

Metrô Linha 743 - Raul Seixas

Thalles Humberto

https://www.youtube.com/watch?v=MMlLVomYpKE

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