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Magistrados dizem que reforma trabalhista não pode ser aplicada como foi aprovada

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29 comentários

E para completar....

Diretor Jurídico (Outros - Trabalhista)

E para completar, hoje foi protocolada a ADPF 488 no STF, para proibir a Justiça do Trabalho de incluir empresas de grupo econômico na fase de execução!

Caro Aiolia (Serventuário)

Eduardo.Oliveira (Advogado Autônomo)

Vergonha alheia deveriam ter de apresentar-se ao jurisdicionado, que espera 10 (dez) meses para levantar parcialmente valores depositados em Juízo.
Sim, parcialmente! A eficiência é tal que esquecem (e não deixam explicar, mostrar, ajudar!) de que há depósitos anteriores, mais de 24 meses de esperando na conta judicial. E não se pode reclamar, advertir, mostrar!
Enquanto o jurisdicionado tem de esperar a boa vontade, os "donos dos pobres" vão e voltam do feriado. Na segunda, obviamente, o ânimo será zero. Mas terá outro "prolongadão" em novembro, aí logo vem o recesso de dez/jan... E o jurisdicionado sem o seu dinheiro!
Vergonha?! Cara dura, isso sim!

Sobrevivência de quem?

preocupante (Delegado de Polícia Estadual)

Acredito que os magistrados da justiça do trabalho estão mesmo é preocupados com sua própria sobrevivência, mordomias e privilégios. Falam eles de suposta inconstitucionalidade da reforma trabalhista. Se eles estivessem de fato preocupados com constitucionalidade receberiam eles esses auxílios, como o moradia, e outros privilégios imorais que são claramente inconstitucionais? Contem outra que essa não cola!

vergonha

Denis Acioli (Industrial)

Não basta o orçamento vergonhoso, os deuses agora querem legislar em causa própria, pois com a diminuição dos processos absurdos sobrará deuses.
Vamos iniciar uma campanha para que tenhamos segurança jurídica nesta área, para o Brasil crescer.

A ignorância é audaciosa

Aiolia (Serventuário)

Eu teria vergonha de me epitetar advogado expondo uma opinião como a que estou lendo nesses comentários... é muita ignorância. Vergonha alheia...

Vergonhoso!

Eduardo.Oliveira (Advogado Autônomo)

Republicano é mendigar prestação jurisdicional no mercado de peixe (acordo) chamado audiência de conciliação... A oprtunidade que se tem é na hora do acordo, depois... Sentença não vale nada. Execuções são "favores" que a JT concede ao trabalhador, que não pode exigir nada mais. Justiça do Trabalho, ao lado de Defensoria, é o melhor exemplo de dominação da pobreza em proveito de castas, minorias bem servidas pelo Estado.

Estão eles, advogando pra quem?

Luis Feitosa (Advogado Associado a Escritório - Criminal)

Já ouvi falar que em uma democracia a primeira palavra é da impressa e a última do judiciário.
Perguntaria, já alerto, apenas pergunto - será que esse judiciário merece dar a última palavra?
Aqueles que ainda têm condições, abandonem a trincheira, levantem acampamento e sumam na fumaça.

Até quando?

eloisa (Advogado Autônomo)

Até quando a justiça trabalhista vai remar contra a corrente da modernidade e do bom senso?

Tristes Poderes

Matheus Bastos (Outros)

Não concordo com todos os pontos da reforma. Tampouco concordo com a forma como foi levada. Nem por isso apoiaria tal comportamento do Judiciário. É inaceitável que medidas informais e precárias possam deixar ainda mais instáveis a nossa legislação e instituições. O Judiciário precisa focar em seu trabalho e na otimização de seu processo. Deixar a política para os políticos e para os cidadãos. Decerto que estes dois grupos precisam amadurecer, mas... vá lá... uma coisa de cada vez.

Parabéns

Flávio Marques (Advogado Autônomo - Criminal)

Aos bravos magistrados que terão coragem de fazer valer o verdadeiro Direito, não aplicando vários repugnantes dispositivos violadores de direitos, fica um sincero parabéns!!!

Agora, querem legislar também?!

Leonardo BSB (Outros)

Que vergonha,estou enojado! Servidores públicos se arvorando legisladores, agindo à margem da lei! Em qualquer país sério do mundo, estariam em maus lençóis por falar tamanhas barbaridades!

Lei retrógrada

ranolfo alves (Advogado Autônomo - Criminal)

A propósito do tema em questão, vale ler e reler o excelente artigo de autoria do eminente professor José Márcio Camargo, sob o título "Reforma trabalhista e Magistratura do Trabalho", publicado hoje, no Estadão, B2.

Caridade com o chapéu alheio

CRIS (Advogado Associado a Escritório)

Como sempre, o Judiciário trabalhista adora fazer caridade com o chapéu alheio.

Tratados Internacionais e a Justiça paternalista

Carlos A Dariani (Consultor)

O fato do Brasil ter subscrito muitos tratados internacionais no ambito da OIT não nos torna um pais mais ou menos justo, apenas nos engessa.
Os EUA não subscreveram nenhum e nem por isso seu mercado de trabalho está convulsionado, ao contrario caminha para o pleno emprego.
A Justiça do Trabalho é paternalista, tendenciosa, lenta e ainda vê o mundo e as relações de trabalho com as lentes do seculo XX.
A afirmação do presidente da Anamatra é algo preocupante, disse ele "Negar ao Judiciário a sua independência institucional ─ e, ao juiz, a sua independência técnica...". Fiquei extremamente curioso, pois a nova legislação trabalhista não diz expressa ou veladamente, em nenhum lugar o que ele afirma. O que ele disse na verdade é que os juizes não devem se sujeitar à nova legislação e que devem fazer todos os contorcionismos conceituais e técnicos para que a legislação seja interpretada como se não existisse.
Como se vê é uma Justica em seu ocaso,inevitavelmente,

Não quiseram ouvir os juízes antes

Renato Melo Rodrigues (Advogado Autônomo - Trabalhista)

Os juízes e desembargadores trabalhistas, bem como o Ministério Público do Trabalho, tentaram avisar aos senhores deputados e senadores de que tinha muita inconstitucionalidade. Mas a cegueira - ou visão encaminhada ao interesse empresarial - estava tão forte, tão gananciosa, que até aquelas inúteis CCJ's visualizaram constituiconalidade.

O custo disso é que, em vez de diminuir a judicialização, irão aumentar.

Não falei?

Aiolia (Serventuário)

Já começaram... olha o quilate ignorante das ideias desse pessoal...

O Judiciário trabalhista vive no passado

rlpedrotti (Advogado Associado a Escritório - Civil)

O Judiciário trabalhista vive no século passado. O país tem um desemprego assustador e eles querem tratar o empregado como um 'coitado, analfabeto e hipossuficiente.' Não é mais assim há muito tempo. Esses ilustres membros do Judiciário Trabalhista são acadêmicos, despreparados para a realidade do País. Eles não tem a mínima idéia do que é ser um empreendedor neste País, do custo de ser um gerador de empregos. Ninguém quer investir neste País por causa do judiciário trabalhista que é retrógado e parcial.

"Lei está feita para ser cumprida e ponto". Ponto???

Boris Antonio Baitala (Advogado Autônomo - Civil)

Onde? No Brasil??? Se a lei fosse cumprida, uma boa parcela de políticos estaria na cadeia. A reforma trabalhista foi aprovada de afogadilho e contrária aos interesses dos trabalhadores. Foi aprovada para atender os empresários e banqueiros que financiam a reeleição de políticos. Sempre os mesmos. Um cem número de artigos fere a constituição e até um leigo vê isso. Para o empresário, foi um presente. Mas até que a jurisprudência seja firmada, muita água vai rolar. Ninguém deve bater palma por enquanto.

Constituição

Rodrigo Ricardo (Assessor Técnico)

Segundo muitos estudiosos, em muitos pontos a reforma (aprovada em tempo recorde e gestada em grande parte no meio empresarial), contraria muitos princípios constitucionais. E investidores internacionais ainda a consideraram tímida!
Esperavam poder reduzir salários por "acordo invidual".
Não repartem lucro e querem repartir prejuízo.
(https://theintercept.com/2017/10/04/reforma-trabalhista-frustra-investidores-que-esperavam-mais-reducoes-de-salarios-e-direitos/)

Desobediência civil

Rogério galo (Advogado Assalariado - Trabalhista)

Se uma cambada de magistrados estão pregando desobediência civil, como podem cobrará dos empregadores obediência à lei?

Já estou vendo que a solução para o crescimento econômico do país é acabar com essa tal justiça "especializada".

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