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ConJur fará cobertura da Conferência da Advocacia também pelo Instagram

Para acompanhar em tempo real os bastidores e a programação da XXIII Conferência Nacional da Advocacia Brasileira, a ConJur estreia nesta segunda-feira (27/11) no Instagram (@consultor_juridico). Fotos e vídeos do evento, que vai até quinta-feira (30/11), serão publicados na linha do tempo e na seção Histórias da rede social.

Textos e imagens da conferência também estarão disponíveis no Facebook, que traz ainda as demais notícias publicadas no site ao longo do dia.

Presidente do STF, ministra Cármen Lúcia (ao centro), e outras autoridades compõem a mesa de abertura da XXIII Conferência Nacional da Advocacia Brasileira.
ConJur

 

Revista Consultor Jurídico, 27 de novembro de 2017, 11h46

Comentários de leitores

1 comentário

XXIII Conferência da Advoc. X Fim trab. análogo a escravo

VASCO VASCONCELOS -ANALISTA,ESCRITOR E JURISTA (Administrador)

Por Vasco Vasconcelos, escritor e jurista. Recomendo a todos essa aula Magna da lavra do jurista conterrâneo de Rui Barbosa disponível: http://www.edgarlisboa.com.br/xxiii-conferencia-nacional-da-advocacia-brasileira/
(..) Dentre os assuntos a serem debatidos destaca-se o Painel 1 – Dignidade da Pessoa Humana. Será que irão debater: Trabalho análogo à condição de escravo X Escravidão contemporânea da OAB? A escravidão foi abolida há 129 anos. Antes da promulgação da Lei Áurea, era legal escravizar e tratar as pessoas como coisa, p/ delas tirarem proveitos econômicos. A história se repete: O jabuti de ouro da OAB, o famigerado caça-níqueis exame da OAB, cuja única preocupação é bolso dos advs. devidamente qualificados pelo Estado (MEC), jogados ao banimento, sem direito ao primado do trabalho, renegando pessoas a coisas. STF ao julgar o INQUÉRITO 3.412 AL, dispondo sobre REDUÇÃO A CONDIÇÃO ANÁLOGA A DE ESCRAVO. ESCRAVIDÃO MODERNA, explicitou com muita sapiência (…) “Para configuração do crime do art. 149 do Código Penal, não é necessário que se prove a coação física da liberdade de ir e vir ou mesmo o cerceamento da liberdade de locomoção, bastando a submissão da vítima “a trabalhos forçados ou a jornada exaustiva” ou “a condições degradantes de trabalho”, condutas alternativas previstas no tipo penal. A “escravidão moderna” é mais sutil do que a do século XIX e o cerceamento da liberdade pode decorrer de diversos constrangimentos econômicos e não necessariamente físicos. Priva-se alguém de sua liberdade e de sua dignidade tratando-o como coisa e não como pessoa humana, o que pode ser feito não só mediante coação, mas também pela violação intensa e persistente de seus direitos básicos, inclusive do direito ao trabalho digno. ALÔ MPF!

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