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AGU defende no STJ que banca verifique declaração de candidato que se diz negro

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Comentários de leitores

4 comentários

Lamento o que ocorre na Suécia

Eududu (Advogado Autônomo)

O IDEÓLOGO (Outros): Deveras, há atualmente em vigor um discurso de que homens têm privilégios que as mulheres não têm.

Porém, as “vantagens injustas” muitas vezes não são fruto da cultura pura e simplesmente. Homens são biologicamente programados para acasalar com fêmeas (o maior número possível) e transmitir seus genes. A produção de testosterona, apesar de diminuir com a idade, não cessa. Isso faz toda a diferença no comportamento do homem que, para cumprir sua “programação”, se mostra viril e desinibido. Essa é a regra.

Aliás, a sociedade patriarcal surgiu não porque o homem quis se impor e exercer o poder sobre a mulher e filhos, mas porque em certo ponto da evolução o homem, por necessidade de preservar e perpetuar a espécie, assumiu o encargo de (além de prover) proteger e dar segurança à família. Foi assim que demos origem à sociedade atual.

E, geralmente, ainda é assim. Quando uma família é ameaçada, é esperado que o homem dê as caras para enfrentar o perigo, mesmo colocando-se em risco. Ninguém espera que o homem se esconda no banheiro com as crianças enquanto a mulher luta com um invasor, por exemplo. E disso nem as feministas reclamam.

Por isso as diferenças existem e sempre irão existir. São intrínsecas a cada um dos sexos. E, fora casos excepcionais, que merecem todo o respeito da sociedade e a atenção dos estudiosos do assunto, meninos nascem homens e meninas, mulheres. A anatomia e a biologia o confirmam. Considerar que toda diferença é algo cultural é simplesmente uma loucura.

Por fim, agradeço a sugestão de leitura. Mas, para reflexão, questiono a razão dos negros serem maioria na elite do basquete norte americano, p. ex. Foram “vantagens injustas” que geraram tal situação? Alguém cogita adotar cotas p brancos no basquete?

Hermafoditas e albinos jurídicos

Rilke Branco (Outros)

Só um país de idiotas ainda discute cotas raciais e questões de gênero.
Deem bolsas e oportunidades de emprego (até mesmo as malditas cotas em concursos) a quem comprove que possui pouca capacidade econômica real.
Instituam taxas nas universidades públicas onde quem estuda é a maioria dos filhos dos ricos.
Terra dos beócios.

Colhendo o que plantou - ii

O IDEÓLOGO (Cartorário)

EUDUDU:
A doutrina social que pretende igualdade absoluta é na Suécia. Jamais no Brasil.
"Na pré-escola estadual “Egalia”, evita-se o uso de palavras como “ele” ou “ela”. Todos os seus 33 alunos se chamam apenas de “amigos”, não há divisão entre meninas e meninos, nem mesmo no banheiro. O programa educacional foi cuidadosamente desenvolvido para certificar-se que as crianças não se enquadram em “estereótipos de gênero”.
Ou seja, não há laços cor-de-rosa ou carrinhos de brinquedo, nada que possa permitir essa distinção na escolar que abriu suas portas ano passado, no distrito liberal de Sodermalm, na capital Estocolmo. Esses alunos entre 1 e 6 anos são um dos exemplos mais radicais dos esforços da Suécia para assegurar igualdade entre os sexos desde a infância.
“A sociedade espera que as meninas sejam sempre agradáveis e bonita e os meninos viris e desinibidos”, diz Jenny Johnsson, 31 anos, um dos professores. “A Egalia lhes dá uma fantástica oportunidade de ser quem eles querem ser.”
Essa neutralidade em relação ao gênero é parte essencial do novo currículo nacional para as pré-escolas, baseada na teoria de que mesmo em um país de mentalidade altamente igualitário, a sociedade dá uma vantagem injusta aos meninos.
Alguns pais agora temem que as coisas foram longe demais. Essa obsessão com a eliminação do gênero, dizem eles, pode deixar as crianças confusas e despreparadas para enfrentar o mundo fora do jardim de infância (http://www.pavablog.com/2011/06/28/em-pre-escola-sueca-nao-existe-mais-distincao-entre-meninos-e-meninas/).
Quanto a questão das cotas, aconselho o livro de Florestan Fernandes, "O negro no mundo dos brancos".

Colhendo o que plantou

Eududu (Advogado Autônomo)

As cotas, além de flagrantemente inconstitucionais (vide artigo 5º caput da CF), institucionalizaram a discriminação e o racismo. Está aí mais um resultado da aplicação das cotas. "Tribunais raciais". E vem mais por aí.

Parabéns para os movimentos (ou "coletivos", segundo a linguagem moderninha) que defendem as cotas. Conseguiram instaurar formalmente um regime racista no Brasil e, assim, vão ter muito mais assunto para falar, muita confusão para arrumar, muitos protestos a fazer, perpetuando sua existência e pregação, além de perpetuarem também aquilo que dizem condenar, a discriminação e o racismo. Que gente bem intencionada.

O país enlouqueceu. Enquanto dizem, p.ex., que se um menino quiser virar menina ele pode cortar o órgão genital, botar silicone nos “seios”, implantar uma longa cabeleira, tomar hormônios e até mudar de nome, pois a doutrinação atual nos ensina que gênero não existe, estão preocupados com a cor e a raça das pessoas. Dizem que gênero não importa, não existe, cada um escolhe o seu. Mas cor e raça importam, existem e não podem ser mudados. A pessoa morena que diz ser negra estará sujeita ao julgamento por uma banca de concurso. Mas o candidato homem que diz ser mulher está certo e não pode ser questionado. Vai entender...

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