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Valor mantido

Seccional goiana da OAB não reajustará anuidade em 2018

A seccional goiana da Ordem dos Advogados do Brasil decidiu não reajustar o valor da anuidade em 2018. Com a decisão, que partiu do conselho da seção, o valor continuará em R$ 992 para profissionais com mais de cinco anos de inscrição.

Além da OAB-GO, dez seções já definiram que manterão o valor da anuidade no próximo ano: SC, SP, RS, RJ, MG, DF, PE, PR, ES e MS. Com informações da Assessoria de Imprensa da OAB-GO.

Revista Consultor Jurídico, 17 de novembro de 2017, 16h11

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1 comentário

As altas taxas do caça-níqueis da OAB fazem a diferença

VASCO VASCONCELOS -ANALISTA,ESCRITOR E JURISTA (Administrador)

Por Vasco Vasconcelos, escritor e jurista. Não tenho interesse em filiar em nenhuma entidade ou sindicato que desrespeita o primado do trab e/ou pratica trabalho análogo à escravidão. Taxas ENEM apenas 65, taxa do concurso p/ adv. da OAB-DF, R$ 75, taxas médias dos concursos NS giram em torno de R$ 85, taxa do jabuti de ouro, o famigerado caça-níqueis exame da OAB, R$ 260, (um assalto ao bolso). Nos últimos 21 anos só OAB, abocanhou extorquindo com altas taxas de inscrições e reprovações em massa cerca de quase R$ 1.0 (Um bilhão de reais),sem nenhuma transparência, sem nenhum retorno social e sem prestar contas ao TCU, lembrando que todos os Conselhos de Fiscalização são obrigados a prestarem contas ao TCU, menos OAB? numa verdadeiro afronta ao Princípio Constitucional da Igualdade (...) art. 37 CF. É uma mentira afirmar que OAB lucraria muito mais com a entrada desse cativos nos quadros da OAB. Ex-Min. Joaquim Barbosa no julgamento do RE nº 398.041/PA afirmou a “organização do trabalho” deve englobar o elemento “homem”, “compreendido na sua mais ampla acepção, abarcando aspectos atinentes à sua liberdade, autodeterminação e dignidade”. Citou ainda o que afirmou Cezar Roberto Bitencourt ao analisar o artigo 149 do Código Penal: “O bem jurídico protegido, nesse tipo penal, é a liberdade individual, isto é, o “status libertatis”, assegurado pela Carta Magna. Na verdade, protege-se aqui a liberdade sob o aspecto ético-social, a própria dignidade do indivíduo, também igualmente elevada ao nível de dogma constitucional. Reduzir alguém a condição análoga à de escravo fere, acima de tudo, o princípio da dignidade humana, despojando-o de todos os valores ético-sociais,
transformando-o em res, no sentido concebido pelos romanos”. "Já não escravos. Mas irmãos

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