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Método humanitário

"Judiciário exerce poder autoritário na sociedade sem promover pacificação"

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Comentários de leitores

10 comentários

Ingenuidade...

LeandroRoth (Oficial de Justiça)

Colocar o agressor de mulheres na frente da mulher que perdeu um olho depois de uma agressão...
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Pela minha experiência alguns aproveitariam a ocasião para debochar, ou pior, para tirar o outro olho!
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Desconhecimento

O IDEÓLOGO (Cartorário)

O brilhante Juiz desconhece a realidade brasileira.
Aconselho a fixar residência em uma comunidade do Rio de Janeiro. Aí vai ver que o real é racional.

Iludido advogado autônomo

Iludido (Advogado Autônomo - Civil)

e MAIS, sabemos que quando empregados, não entendemos o patrão e ao reverso da mesma forma. O empresário acha que a mais valia é caso de fomento à expansão empresarial e não de distribuição de renda, e quando passamos de empregados a patrão somos a mesma coisa pois, tudo isso faz parte do pecado mortal. O empresário não está preocupado com demissão de 10 a 20 empregados por mês, mas de 300 para recompor sua produção sem desalinho de seu capital de giro. Até não importa distribuir renda, mas desde que seja compensado no IRenda da pessoa jurídica pelo lucro real de uma só vez no próximo exercício fiscal. Portanto, essa reforma trabalhista até muito tímida não deve mudar os rumos do judiciário trabalhista que só deve aplica-la e jamais discuti-la fora do direito aplicado. Brevemente, o sistema inglês de elasticidade da lei para outros poderes em divisão com o CN será uma realidade. Aliás, não se sabe pq tanto: 513 +81. É o poder! A igreja pelo sinédrio, fez leis e acabou em nada. Os sumérios incipientes, da mesma forma. Os faraós nem se fala. Quem apenas aplicou a lei do soberano, ficou no silêncio e não foi descoberto pela critica. Venceu, pois, sem jaça fez história. Veja por ex. apenas para abrilhantar, o caso do infrator constantemente preso mesmo em flagrante e é solto pela justiça. A culpa vai para o legislador que relaxou o procedimento do inquérito, oxalá não legislou no tempo. Ad finalmente, parece mesmo que esta reforminha foi feita mesmo para a Justiça do trabalho desafogar seus processos e ser feliz. Na figura do poeta e filósofo Nicolau Maquiavel nunca imoral, mas sim, experiente, e aqui como luva: importam os fins e não os meios utilizados. Nisso a JT está dando sorte.

Iludido advogado autônomo

Iludido (Advogado Autônomo - Civil)

Puro ciúme. A JT está enciumada. Agora que conseguiram MERCANTILIZAR MESMO A SUA JUSTIÇA. E de fato, como já falei, agora se exercita o direito como empresário. Não como funcionário público. Conseguiram o melhor que é diminuir o trabalho e melhorar seus salários. Agora, é hora de lembrar que a reforma trabalhista foi feita pelos empresários e sabe-se que rico não combina com pobre. Quando o assunto é distribuir renda o legislador eleito com a força do dinheiro dos empresários fazem o que estes querem. Portanto, não adianta a JT ficar enciumada e querer comprar briga com os empresários. Devia sim aplicar a lei ao caso concreto como manda a lei e não querer ficar legislando através de resolução e portaria e outras formas de insatisfação para não aplicar a lei. A função do judiciário não é fazer e ou discutir leis e sim aplica-las como feitas a tal. As ações trabalhistas vão diminuir muito. A área cível não conseguiu com a reforma do procedimento civil este sucesso. Mas, saibam os senhores que a área civil é de pobre e a trabalhista envolve o empresário mesmo político que é e ocupa o CN. O senhor das leis. O mercantilismo da justiça do trabalho veio muito forte e na contramão do passado com a justiça civil. Lembrem-se que a justiça do trabalho poderá melhorar ainda mais seu tamanho e estoque de processos, usando o exercício da penalidade da má fé aos empregados e advogados e nisso ela é mestrado e faz com u'a diplomacia do mal. Se o advogado tiver juízo, deverá antes de ali aportar, verificar muito bem o direito do seu cliente coloca-lo em julgamento "office" sopesar o incauto e alertar o cliente que a Justiça tanto a civil como a trabalhista está mercantilizada ao extremo e o risco do passado já é um perigo como se pode ver desta reforma.

Autoritário e corporativista

Silva Cidadão (Outros)

A técnica de solução do conflito parece ser muito interessante, e mais interessante, ainda, seria a eleição democraticamente de membros dos tribunais com o ilibado conhecimento, se isso ocorresse, muitos dos nossos ministros se perguntariam. Como chegamos aqui?

Digo, sessões.

Leopoldo Luz (Advogado Autônomo - Civil)

Peço desculpas pela falha.

Melhor que os juizes julguem.

Leopoldo Luz (Advogado Autônomo - Civil)

Tornar obrigatórias seções conciliatórias ou de mediação na esfera cível, a meu ver, tão somente obsta o pleno acesso à justiça e produz "ajustiça" (cunho o termo, no sentido de ausência de justiça).
Não é correto concluir que, se as partes chegaram a um acordo, então entenderam-se e a justiça foi restaurada.
O que ocorre na prática é que a parte titular do direito, quando se dá conta de que o processo não irá mesmo para frente, acaba cedendo. Já o ofensor ao direito, contando com a forçação do acordo, aproveita disso para obter vantagem, ou mesmo, para se tornar ofensor contumaz, como é já é de praxe no âmbito trabalhista e consumerista.
Pior ainda, o réu estreante, quando honesto, termina por ceder a um acordo, mesmo que o autor não seja titular do direito, por medo (leia-se desconfiança) do sistema, ou para se livrar de uma imaginária condenação.
Essas teorias e exercícios todos, no desastroso cenário brasileiro, transmudam-se em cosméticos para maquiar a impotência do nosso Judiciário em prover a efetiva prestação jurisdicional.
Qualquer cidadão que somente possua um imóvel e até 40SM aplicados está imune à Justiça (claro, o resto vai para o nome da empresa, dos filhos etc.).
Nossas sentenças não passam de pressupostos de admissibilidade para infinitos recursos. Nossas decisões transitadas em julgado, não passam de títulos a serem resgatados, com muita sorte, a 10%, 15% do valor, após anos e anos de tentativas de execução.
Não adianta, só há um caminho civilizado, o do empoderamento do Judiciário, por meio de legislação simples e efetiva, magistrados e servidores competentes e comprometidos com resultados e recursos materiais bem aplicados.

Deve-se, inicialmente, reestruturar o Poder Judiciário!

Marcelo-Advogado (Advogado Autônomo - Consumidor)

De certo sr. magistrado!
Mas, depois de 15 anos advogando e, vendo que a situação, após a onda de reformas do Judiciários, composto principalmente pela EC 45/2004 e pela instituição do Novo Código Civil, fez piorar todo o sistema, penso que há mais coisas importantes a se adotar. O STF deveria ser dissolvido e recriado como Tribunal Constitucional, não sendo admitido como instância revisora, instância para julgamento de crime perpetrados por políticos, calabolso de recursos e mais recursos que são acessados somente por ricos, poderosos, poder público, bancos, grandes empresas, etc. No mínimo, o regimento interno do STJ e do STF, quanto a julgamento por turmas e plenos, deveria ser reformado para que o interstício das pautas iniciasse às 9:00 hs., com uma hora de almoço, estendendo até as 18:00 hs. Isso seria razoável diante do que acontece hoje em dia: os tribunais superiores não conseguem terminar, sequer, o julgamento de um processo pautado para o dia. Logicamente, irão se acumulando cada vez mais processos para serem julgados ou, como escrito por diversos juristas, decisões são tomadas monocraticamente, acarretando outros tantos recursos para a turma ou o pleno. Repercussão Geral e Recurso Repetitivo, da forma como estão dispostos, é uma falha. Estocar processos nas instâncias inferiores em nada alivia a cansada justiça. O tempo de julgamento de um incidente deste porte não pode ultrapassar 1 ano, sob pena de se desvirtuar o princípio da dignidade da pessoa humana, da duração razoável do processo e o estatuto do idoso, além de outros direitos básicos do cidadão como a garantia de acesso à justiça (porquanto, o processo deve ter começo e fim em tempo justo). E os ministros deveriam assumir o cargo pelo voto do povo, sem indicação do P. Executivo.

A culpa

O IDEÓLOGO (Cartorário)

A culpa é do próprio comportamento do brasileiro avesso às convenções sociais, praticante do "jeitinho" e exímio descumpridor de suas obrigações legais.
A Folha de São Paulo informou que o Brasil é o país no qual os professores perdem mais tempo tentando disciplinar os alunos na classe, para início das aulas.

o sonho dos devedores contumazes

Patricia Ribeiro Imóveis (Corretor de Imóveis)

espero que a humanização não desvirtue o processo.
Ao menos em tese, o processo só existe porque o credor já tentou de tudo para obter de volta o que é seu...
Que o Judiciário não se transforme em mais um óbice a esse desejo do credor...
Que o Judiciário não transfira para milícias e outros métodos não suasórios a missão de satisfazer os credores

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