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Publicidade indevida

Advogado não pode divulgar atividade alheia à advocacia em seu site

O advogado não pode fazer propaganda de serviços alheios à advocacia em seu site. O entendimento é do Tribunal de Ética e Disciplina da seccional paulista da Ordem dos Advogados do Brasil. "A advocacia tem por princípios básicos a não mercantilização da profissão, a não captação indevida de clientela, a discrição, o sigilo profissional, a publicidade moderada e a inviolabilidade de seu escritório", diz ementa aprovada pelo TED.

O entendimento foi proferido em consulta sobre compartilhamento de escritório com outras atividades fora da advocacia. Sobre esse ponto, o TED definiu que: “O local de atuação do advogado deve conservar a independência funcional, manter as salas, a recepção, telefones e computadores independentes de quaisquer outras atividades que possam ser exercidas em salas vizinhas, com o acesso efetivo ao escritório totalmente independente”.

Clique aqui para ler outras ementas do TED da OAB-SP.

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Revista Consultor Jurídico, 8 de novembro de 2017, 10h24

Comentários de leitores

1 comentário

Crise econômica

O IDEÓLOGO (Outros)

A crise econômica interfere nos relacionamentos interpessoais, nas expectativas, no âmbito familiar e profissional.
Se o advogado tem por "hobby" o crochê e resolve divulgar os seus trabalhos, ou então, é motorista de táxi (pode, assim, cobrar para levar os seus clientes ao Fórum, e assim faturar dos dois lados, tanto pela cobrança da corrida, como pela audiência), não há nenhum problema.

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