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Noblat paga R$ 142 mil a Renan Calheiros por ofensas em blog

Comentários de leitores

7 comentários

ha-Satan o maligno

Karlos Lima (Oficial de Justiça)

Em quem confiar hoje, na justiça do homem ou na justiça do Criador Supremo. "Iaurru Ul" Conhecido entre os pagãos como (Deus Grego). Eu confio na justiça do Criador Supremo. Por a nossa junca existiu. Até constrangimento para quem é pobre e entra na justiça do homem. Os Juízes dizem que não houve constrangimento, mais sim aborrecimento, mais sendo uma autoridade de qualquer poder. Há não, é constrangimento. Esse é o Brasil! È mole... A verdade é: O mundo já jaz no maligno!

O recado foi dado: o coroné não quer ser importunado

O Ninfador (Outros)

Não se atinge a honra de quem não a tenha! Para quem não sabe, o coroné do sertão descende de uma famosa família de pistoleiros do sertão alagoano, que gostavam de resolver os problemas ao seu modo peculiar, ou seja, à base de bala nos inimigos. Renan Canalheiros é do tipo que não aceita o não aos seus mimos e trata as Alagoas como o seu curral e representando na política seus "bois" alagoanos há bastante tempo, só fez enriquecer no poder, enquanto as Alagoas continua sendo um dos Estados com um dos menores IDHs do Brasil, e ainda tem o stFarsa como um tribunal aliado e pronto a abonar as suas sujeiras! E a censura continua!

Inacreditável.

Lauro Soares de Souza Neto, advogado em Marília-SP (Advogado Autônomo - Criminal)

O blogueiro/jornalista foi condenado porque falou a verdade. Acho que ele não teve sorte e acabou sendo julgado por juízes que não gostam dele ou são fãs de sua excelência, o patife corrupto. Na loteria do judiciário, isso é assim mesmo!

So falta a canonização!

Roberto MP (Funcionário público)

Dá pra entender? Segundo o Dicionário MICHAELIS, PATIFE significa desavergonhado ou indigno; ribaldo, velhaco, vil e, DESMORALIZADO é quem perdeu a força moral; desacreditado, desautorizado. O cara usa e abusa, apronta, faz e acontece uma porção de situações criminosas, mas, não pode ser chamado de patife e nem desmoralizado. Coitadinho desse senador. Em novembro passado o ministro Dias Toffoli, do STF, decidiu abrir, um inquérito contra o dito cujo, presidente do Senado, para investigar crimes de lavagem de dinheiro e peculato. Com a decisão, Renan passa a responder a 12 inquéritos no Supremo, sendo que oito deles estão relacionados a investigações da "Operação Lava Jato". É extensa a Folha de Antecedentes do político que surgiu apoiando Collor. Quem não lembra do “Caso dos bois”, quando apresentou documentos falsos para forjar uma renda com venda de gado em Alagoas e assim justificar seus gastos pessoais? E a “Pensão paga pela Mendes Júnior", que o lobista Cláudio Gontijo, da empreiteira pagava R$ 16,5 mil mensais à jornalista Mônica Veloso, com quem o senador tem uma filha, noticiado pela revista VEJA? Entre 2004 e 2006 a empreiteira recebeu R$ 13,2 milhões em emendas parlamentares de Renan destinadas a uma obra – feita pela empresa – no porto de Maceió. E o “Crime ambiental em Alagoas”? Como proprietário da Agropecuária Alagoas Ltda., Renan é acusado pelo Ministério Público Federal de pavimentar ilegalmente, com paralelepípedos, uma estrada de 700 metros na estação ecológica Murici. E a compra ilegal de Rádios? A compra de emissoras de rádios em nome de laranjas. E a “Farra das passagens”? E outras cositas mais? Pelo visto Renan vai acabar canonizado. "Isto aqui ô ô é um pedaço de Brasil iá iá...".

Noblat paga mal e por isso está pagando duas vezes

Luiz Fernando Cabeda (Juiz do Trabalho de 2ª. Instância)

Ricardo Noblat participou e foi o agente principal da divulgação de uma infâmia contra o ministro Ari Pargendler, quando ele era presidente do STJ.
Como teve interesses contrariados naquela corte, para a qual chegou a produzir "clipping" de notícias com boa remuneração (o que foi cancelado), ajudou a instrumentar um estagiário evangélico para caluniar Ari Pargendler como se este, contrariando sua trajetória de seriedade e honradez, houvesse sofrido um surto, agredindo com palavras e dispensado (imotivadamente) aquele jovem estagiário.
Num só dia, o site do senador Cristóvão Buarque deu cobertura ao que SÓ O BLOG DO NOBLAT publicou (outros órgãos de imprensa limitaram-se a repercutir a versão colhida por um repórter em Brasília, que trabalha para Noblat).
O delegado de polícia do Distrito Federal, ao invés de verificar a idoneidade da comunicação da ocorrência, enviou com estardalhaço o dossier ao STF, ainda que NÃO HOUVESSE REPRESENTAÇÃO, indispensável em crimes contra a honra (tanto mais que não havia notícia de injúria real, isto é, com ofensa física).
O Supremo arquivou o expediente por NÃO HAVER DESCRIÇÃO DE CRIME.
Porém o ministro Pargendler amargou pela repercussão do relato industriado por NOBLAT.
Como a História guarda suas ironias, agora Noblat paga por seu indesculpável erro, e o faz sob um "corretivo" manifestamente malévolo, uma vez que reparará ofensas ao multiprocessado Renan Calheiros, que - não precisa ser vidente - acabará na prisão.
Como Noblat tem um longo tempo ainda no jornalismo de grande porte, talvez o episódio lhe ensine: não se deve impor injúria aos inocentes, levianamente, para que não se pague aos indefensáveis. Entretanto, esta lição fica: NOBLAT PERCEBE AGORA O QUE SIGNIFICA INJUSTIÇA.

Parece ser

Zé Machado (Advogado Autônomo - Trabalhista)

O senador apenas parece democrático. O paulo H. Amorim já reverteu decisão em condições piores no STF. Vai lá que dá! Não há salvação para os atuais políticos! Estão todos encrencados até o talo.

Ataque aos direitos conquistados

Professor Edson (Professor)

A conjur com toda sua imparcialidade, já mostrou vários casos onde tiveram "ofensas" mais graves e ouve absolvição, hoje mesmo o ministro Lewandowski inocentou uma prática parecida, na minha opinião, políticos, pessoas famosas no geral estão sujeitas a ouvirem algumas coisas não agradáveis , ainda mais alguém com fama de bandido como tem o Renan Calheiros, investigado em uma dúzia de processos, só não foi até agora condenado pela conivência e corrupção da justiça, eu Brasileiro que sou, pagador de impostos que sou e roubado diariamente pelos políticos não preciso esperar a burocracia da justiça pra opinar, imagina então alguém com a profissão de informar o povo, o judiciário imparcial e honesto precisa refletir sobre isso.

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