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Se trabalhador recebe alta do INSS, empresa deve voltar a pagar salário

Comentários de leitores

9 comentários

acidente de trabalho

ADEMIR (Funcionário público)

E a situação em que o empregado e demitido quando amparado pela garantia provisoria acidente de trabalho e a JUSTICA não acata, por mentira, calunia, difamação, injuria caso claro de litigancia de má fé por parte da empregador?
Como fica a situação do empregado tendo essa perda toda provocando a perda de uma chance a ao erro do judiciario.

Finalizando o raciocínio...

João Corrêa (Advogado Autônomo - Administrativa)

o programa de reabilitação deve ser custeado às expensas do INSS, e não do empregador, que, repito, já paga sua parte religiosamente todo mês.

POr óbvio

João Corrêa (Advogado Autônomo - Administrativa)

se o médico da empresa entende que o trabalhador está apto, este poderá retornar ao trabalho (é o que a empresa quer, alguém para trabalhar); se inapto, cabe ao INSS pagar o benefício.
Do contrário, a empresa paga duas vezes: primeira, por meio da contribuição previdenciária patronal; segunda, pagar o auxílio-doença a empregado, ônus que caberia ao INSS.
Francamente, o judiciário trabalhista parece que tem nojo do empregador. Por estas e outras patuscadas se fala até em extinguir a JT (extinguir a JT não é extinguir o direito do empregado reclamar seus direitos, como alguns burrinhos apregoam; é apenas transferir a competência para uma justiça mais imparcial, visto que esta JT que temos é clara e francamente contra o empregador).

E o inss?

Neto Oliveira (Administrador)

Mas é muito cara de Pau esse Governo, e onde fica a responsabilidade do INSS? http://irrftabela.com.br/

Justiça do retrocesso

AdvTrib (Advogado Autônomo - Tributária)

Pare aí, vamos aos fatos:
1) Trabalhador é afastado e recebe nesse tempo INSS.
2) Perito sabichão do INSS da alta pro trabalhador.
3) Médico especialista da empresa nota que o trabalhador não está apto para exercer atividade laboral de PEDREIRO, o que poderia resultar em um maior agravamento do quadro clínico e gerar um PREJUÍZO ainda maior para a empresa - quiça mais uma ação judicial.
4) Justiça do "Trabalho" impõe então que o trabalhador volte a receber o salário, mesmo sem trabalhar, devendo a coitada da empresa a ter que a) pagar o salário sem que o cara trabalhe; b) pagar o salário e colocar o cidadão pra trabalhar com o risco de piorar sua saúde e ter que responder por isso; ou c) demitir o trabalhador.

Sinceramente, que Justiça é essa? Com essa poupa de estabelecer "direitos" acabam por romper com a relação de trabalho e o desenvolvimento sério do país, não é a toa que o crescimento econômico é pífio e temos um alto índice de desemprego.

demissão

Sidnei A. Mesacasa (Advogado Autônomo)

Resumindo, se o empregado está doente mas o INSS disse que não, é rua nele. A empresa ou faz assistência social ou fica de malvadona.

Vila Rica

JB (Outros)

No caso em questão a empresa tinha a opção de fazer a sua rescisão trabalhista indenizando-o, mas, não o fez porque queria levar vantagem mais uma vez quando a maioria dos empresários ficam de olho em não querer pagar os 40% do saldo de FGTS, tanto o é que foi reclamado os direitos indenizatórios, portanto a justiça fez justiça em condenar esta empresa e não se fala mais nisso.

Criativo!

Dilson Lima Soares (Advogado Autônomo - Civil)

Eis aí mais uma criativa solução do problema dada pela "justiça" brasileira. Se se considerar como os peritos do INSS fazem as "perícias", dando "alta" a cego pra dirigir ônibus, onde vamos parar! O trabalhador, que nada tem a ver com isso, agradece eventuais teratologias dos julgadores... E vamo que vamo!

Mais uma vez o Estado escapa.

hugoflavio (Advogado Autônomo - Consumidor)

Mais uma vez o Estado escapa. Retirar obrigação do Estado e repassar para o empresário, ou para a população virou regra. Era tudo o que o INSS queria.

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