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Comentários de leitores

41 comentários

Escola Austríaca de Economia

zanforlin (Advogado Assalariado - Tributária)

A excelente parábola da floresta assada (ou do porco queimado?) é uma peça maravilhosa da visão austríaca da economia sobre o intervencionismo estatal. Por isso, sugiro aos leitores da CONJUR incluir nos seus "favoritos" o endereço a seguir. Todos os dias um ótimo artigo.

http://www.mises.org.br/

Tudo a Ver!

Sã Chopança (Administrador)

A coluna do Alexandre Rosa, aqui na Conjur, tem me despertado o interesse pela Psicologia. E relendo o comentário raivoso do Trinchão percebo que tem tudo a ver! Quando na vida levamos tudo a ferro e fogo, temos a tendência de vermos uma briga onde duas pessoas estão apenas se abraçando. Isso é muito ruim para o fígado! Trinchão, não seja assim tão raivoso! Seja mais "zen", poi ser "zen" torna a vida mais longa e prazerosa. Vamos ao chope!

Defesa

O IDEÓLOGO (Cartorário)

O artigo defende, indiretamente, os ilícitos perpetrados pelas empresas processadoras de carne.

Trinchão...

Sã Chopança (Administrador)

Relaxe, Trinchão! Tomemos um chope! Eu só fiz um afago em Lênio! Foi carinho! Quanto a insanidade, você é vidente? Sou tão insano que meus surtos são de lucidez! Tomemos um chope!

Me divirto....

EduardoChaves (Advogado Autônomo - Consumidor)

Me divirto muito com a coluna, principalmente com os comentários. De nada adianta rasgar o verbo, pois o controle está com ELES, e blá blá blá não vai mudar nada. De A a Z eles decidem com as nádegas; aliás tem um dito polular: de bunda de neném e cabeça de juiz nunca se sabe o que vai sair. Chega de conversa. Passem para a ação. Ficar na sala de espera enquanto ELES não lhe atendem não resolve. Bate na porta. Enfrenta. Pressiona. São uns lesos, encastelados, estressado com muitos processos que os criadores de caso distribuem; e quando atendem torcem o nariz; atender o povinho suado, mas que paga seus salários e verbas remuneratório. Bem fez Carlota Joaquina, foi-se e bateu os sapatos pra não levar nem o pó nos sapatos.

Quanta leviandade sã chopança (adminsitrador???)

Paulo Jorge Andrade Trinchão (Advogado Autônomo)

A forma bisonha e caricata que imprime o "estilo" do tal "sã chopança", é alguma de repugnante. No manto covarde do pseudônimo qualquer idiota, deveras, é valente! De fato, os artigos do professor Lenio atingem em cheio os alvos predestinados. Como o insano "sã chopança (administrador???)", que demonstra carecer de argumentação factível, alguns têm flagrante dificuldade de interpretação cognitiva, e aí se embebedam enveredando no mar de ofensas e menoscabos paranóicos, desrespeitando não tão-somente o preclaro articulista, mas expressiva parcela de leitores dessa tradicional revista eletrônica. Discordar, contestar, contrariar, divergir, etc., é tão válido quanto normal, desde que se mantenha estreita relação com o paradigma da discórdia, e não, contrária e propositadamente, forjar digressões descontextualizadas e fora de qualquer lógica plausível.
Por fim, parabenizo o professor Lenio, pelo pertinente artigo.

Jürgen habermas

Marcelo-ADV (Outros)

Disse Jürgen Habermas:

“No interior de uma comunidade democrática, cujos cidadãos concebem reciprocamente direitos iguais uns aos outros, não sobra espaço para que uma autoridade determine unilateralmente as fronteiras do que deve ser tolerado. Na base dos direitos iguais dos cidadãos e do respeito recíproco de um pelo outro, ninguém possui privilégio de estabelecer as fronteiras da tolerância do ponto de vistas de suas próprias preferências e orientações segundo valores. Certamente tolerar as crenças de outras pessoas sem aceitar a sua verdade, e tolerar outros modos de vida sem apreciar o seu valor intrínseco, como fazemos com relação a nós mesmos, isso requer um padrão comum. No caso de uma comunidade democrática, essa base de valor comum é encontrada no princípio da constituição”. (In: BORRADORI, Giovanna. Filosofia em tempo de terror: diálogos com Habermas e Derrida. Rio de Janeiro: Zahar, 2004, p. 53).

Cidadãos de faz de conta: eis o Brasil!

Marcelo-ADV (Outros)

“Todos os dias quando acordo
Não tenho mais o tempo que passou
[...]
Sempre em frente
Não temos tempo a perder”
(Renato Russo).

Nosso destino é a autodestruição! Se houver salvação, então não temos tempo a perder.

Mas é difícil acreditar que o Brasil não tenha salvação. Aqui é o eterno país do futuro. Os brasileiros não conseguem se unir em nada. Cumprir a Lei é importante? Nem sobre isso há união, porque a nossa cultura não aceita a igualdade perante a Lei. Nossa cultura é da hierarquia.

Enfim, a democracia (igualdade perante a Lei, limitação de poder) ainda não chegou ao Brasil.

Apenas um país de cultura muito autoritária pode admitir que alguém possa decidir conforme a sua consciência, ignorando a Lei, ou seja, que alguém possa se colocar acima da autonomia pública para fazer prevalecer a autonomia privada (a sua própria vontade), enfiando o seu conceito de justiça goela abaixo para o resto dos cidadãos de faz de conta, que, nesse momento, deixam de ser iguais, para ser subalternos, escravos, etc.

pj.branco, fiquei curiosa

Rejane Guimarães Amarante (Advogado Autônomo - Criminal)

O comentário sobre o marido que encontrou a esposa com o amante no sofá e vendeu o sofá.
Existe outra piada sobre o tema que bem demonstra a criatividade de Brasil & sons - SOLUÇÕES
Senão, vejamos
O marido chega em casa e flagra a esposa com o amante
Na Paraíba, o marido mata o amante, corta em mil pedacinhos e coloca no varal e deixa ao sol.
No Rio Grande do Sul, o marido foge com o amante da esposa.
Em São Paulo, o marido vai fazer terapia.
Na Bahia, o marido vai para a rede e espera os dois terminarem. Há anos está pensando o que fazer em relação ao assunto.
No Rio de Janeiro, o marido vai para o sofá e parte para o "ménage a trois"
Agora, fiquei curiosa. Em qual Estado da federação o marido vendeu o sofá ?
Seja como for, diante do mesmo problema, muitas são as possibilidades de solução, conforme a personalidade, preferências pessoais, condições demográficas, históricas, antropológicas, etc.

Kelvin de Medeiros (Advogado Associado a Escritório - Civil)

Rejane Guimarães Amarante (Advogado Autônomo - Criminal)

Não sei a sua idade, mas eu já vi muitas coisas nesse país.
Houve um tempo em que era fácil fácil conseguir um emprego na Administração Pública, pois não era obrigatório concurso para todos os cargos.
Houve um tempo em que era fácil fácil ter dinheiro, com os chamados "papagaios" no banco e, quando não conseguia pagar, fazia um "papagaio" maior para pagar o anterior e, ainda, ficar com "uma graninha"
Houve um tempo em que para aquecer a Economia, o governo emitia cédulas e mais cédulas de dinheiro.
Houve um tempo em que a inflação era de 100% ao mês e todos viviam muito bem.
Foi nesse sentido que fiz o comentário.

Outra máxima negativa de Pindorama.

Paulo Moreira (Advogado Autônomo - Civil)

O que esperar de um país (?) cujo epíteto "CRIAR a dificuldade para VENDER a facilidade" cai como uma luva? "Funciona" em vários (senão todos) setores: tributário, trânsito, previdenciário... Vale rememorar a piada do sujeito que flagrou a esposa com o amante no sofá: em vez de "se acertar" com os dois, vendeu o sofá...

Rejane Guimarães Amarante (Advogado Autônomo - Criminal)

Kelvin de Medeiros (Advogado Sócio de Escritório - Civil)

"1 - com doze milhões de desempregados e tendência de aumento, sou favorável a que se crie todo o tipo de carreira no funcionalismo. A nossa Economia seria impulsionada pela circulação dos proventos em diversos setores da produção, serviços e consumo."

Claro, os recursos para o pagamento do funcionalismo público surgem do nada.

Como não pensamos nisso antes?

Alô, Estado? Preste atenção. Achamos a solução para a crise econômica.

Crie mais cargos com remuneração elevada.

Não entenderam nada!!!

senso incomum e outras (Advogado Assalariado - Empresarial)

Nos comentários sobre o texto anterior, constatei que os comentaristas não entenderam a mensagem passada pelo articulista. Fico imaginando a postura dos comentaristas interpretando um texto legal sem compreenderem a "mens legis". Não entenderam o texto porque não deixaram que o texto lhes dissesse algo.

Imparcialidade.

Sã Chopança (Administrador)

A questão da incoerência doutrinária deve ser dirimida por um árbitro totalmente desinteressado na causa. Sugiro... Alexandre de Moraes.

Ninguém quer pegar no pesado

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Há algumas semanas eu vi um estudo interessante que demonstra bem a alegoria do prof. Lenio neste artigo. Conforme demonstrado, algumas prefeituras aqui do interior de São Paulo, inclusive a de São José do Rio Preto, estando gastando mais com indenizações devido a acidentes causados por buracos nas ruas do que a própria despesa para tapar os buracos e evitar os acidentes. O estudo não inclui os gastos com procuradorias municipais, nem as despesas suportadas pelo Judiciário para julgar as ações. Veja-se o paradoxo. Todo mundo quer trabalhar no Estado, mas não com uma pá ou picareta sob o sol tapando buraco. Querem trabalhar em uma sala com ar condicionado, em frente ao computador. E o Estado dá isso. Ao invés de contratar trabalhadores pagando R$1.200,00 para tapar os buracos (para isso nem precisa concurso, pois a procura é baixa), contrata procuradores pagando 45 mil, um bando de estagiários, uma infinidade de assessores. Claro, tudo em salas luxuosas, com ar condicionado, a um custo astronômico. Em vez de tapar os buracos, contesta-se até a última instância as ações surgidas em função da inadimplemento da obrigação de manter as vias públicas em perfeito estado. E veja que nem estou falando aqui dos custos humanos pelos acidentes. E todos estão contentes. Todos anseiam pela abertura de um novo concurso público para procurador do município, estagiário, assessor. Para cada vaga, há 1.000 candidatos. Se a vaga é para pegar no pesado tapando os buracos, há a maior dificuldades para arrumar alguém. E assim seguimos queimando florestas, deixando a churrasqueira de lado, em um ciclo alucinado de caos institucional que destrói a cada dia a economia do País, embora com alguns poucos contentes com os cargos altamente remunerados.

Muitas

Rejane Guimarães Amarante (Advogado Autônomo - Criminal)

1 - com doze milhões de desempregados e tendência de aumento, sou favorável a que se crie todo o tipo de carreira no funcionalismo. A nossa Economia seria impulsionada pela circulação dos proventos em diversos setores da produção, serviços e consumo.
2- A PF, além de fazer autocrítica na Operação Carne Fraca, deveria conscientizar-se de sua missão institucional. É regida por Lei e deve atuar rigorosamente dentro da Lei, inclusive, negando-se a cumprir ordens ilegais. E deve dar publicidade dessas tentativas arbitrárias à sociedade brasileira. O direito à vida e à liberdade são fundamentais e a PF é o nosso braço armado para nos proteger, não para nos ameaçar.
3 - Vamos continuar a lutar.

Superação

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Desta vez o prof. Lenio se superou com a alegoria. De fato, no Estado brasileiro a solução para tudo é criar novos cargos altamente remunerados. Trata-se de uma cultura sedimentada, que o "povo gosta" e que corrói as bases da República dia a dia. Veja-se que temos 4 milhões de bacharéis em direito. 1 milhão de advogados. Em qualquer "rodinha" desses profissionais o assunto primordial é algum concurso público ou uma nova forma de "se dar bem" arrumando um lugar no Estado. O mundo pode estar acabando, o caos pode dominar o sistema de Justiça, mas todos estão preocupados apenas em conseguir seu lugar em alguma repartição pública. Já os que conseguiram seu lugar, pensam em aumentar a remuneração, trabalhar menos, afastar as responsabilizações, enfim driblar as regras constitucionais para "se dar bem". Todo comportamento que pode levar o agente ao objetivo final (estar empregado pelo Estado) é repudiado. Estudo sério do direito nem pensar, pois o concurso público é baseado em decoreba e verdades absolutas ditadas pelas bancas. Firmar postura favorável à vigência da Constituição, também é algo a ser evitado, pois amanhã ou depois pode surgir uma reprovação no concurso devido ao "perfil psicológico". Contrariar juízes, promotores, defensores, etc., nem pensar, ainda que com razão. Afinal, todos vivem de incendiar florestas, e se isso é melhor ou pior não interessa. Nessa linha, o governante que cria novos cargos e abre novos concursos está "fazendo a coisa certa" pela mentalidade vigente no universo jurídico, ainda que os efeitos sejam extremamente nefastos para o País como um todo. Triste Brasil.

Impedimento!

Sã Chopança (Administrador)

Suspeição não, IMPEDIMENTO! Desculpem o lapso, é que Pai das Antas me tira do sério. Agora vou para o meu chope.

Enquanto Isso...

Sã Chopança (Administrador)

Enquanto Pai das Antas espertamente foge à discussão, vou folhear o tal livrinho de perguntas e respostas. Bom dia, Afixa (administrador)!

Muito Esperto!

Sã Chopança (Administrador)

Vejam como Pai das Antas foge ao cerne da questão: ao invés de enfrentar a acusação de incoerência doutrinária, ele simplesmente "elege" dois comentários de antas adestradas e... bingo! Percebem? Mas aguardem, daqui a pouco ele retornará com outro artigo, onde vai criticar novamente o consequencialismo... É só esperar.

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