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Suspeição de Moro

Ministro do STJ nega pedido de Lula para suspender ação sobre tríplex

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Comentários de leitores

5 comentários

A regra do jogo é atacar!

E.Clever (Jornalista)

Fico me questionando: como um advogado pode usar de seu conhecimento jurídico adotando como defesa do seu cliente a estratégia de apenas contra-atacar "a tudo e a todos", desperdiçando energia que poderia estar sendo direcionada para a efetiva defesa de mérito (ou melhor dos méritos)? Será que não está na hora de mudar de estratégia?
Sugiro ao ilustre advogado de defesa do senhor Lula uma leitura atenta ao livro "A Teoria dos Jogos Aplicada ao Processo Penal" do ilustre professor e juiz federal Alexandre Morais da Rosa.

Ele também tem o direito.

Lauro Soares de Souza Neto, advogado em Marília-SP (Advogado Autônomo - Criminal)

Por mais culpado que seja, Lula tem o direito de defender-se. Vivemos num Estado Democrático de Direito. Não podemos negar-lhe o exercício pleno de sua defesa, com respeito absoluto e total do devido processo legal. E os advogados dele são bons mesmo. Conseguem - não sei como - negar o óbvio e inventar as mais mirabolantes justificativas para as falcatruas de Luis Inácio. Só os petralhas adestrados por ele e pela doutrina do PT é que não enxergam. Que pena.

Moro

marias (Contabilista)

Sérgio Moro: A história do juiz que não engaiola tucanos
Em números exatos, o caso do Banestado coloca a Lava Jato no chinelinho. As remessas ilegais para o exterior, através de lavagem de dinheiro, aproximaram-se dos 134 bilhões de dólares. Ou mais de meio trilhão de reais em valor presente. Para ser exato, 520 bilhões. Mas no cerne da investigação estavam políticos do PSDB, tucanos de pura linhagem que tiveram os seus crimes prescritos pela Justiça.

Vc deve ser...

S.Bernardelli (Funcionário público)

Vc deve ser um dos amigos do Moro,tipo... Adevogado que faz pré -julgamento, Adevogados como vc tem a baciadas. Mas advogados como os do Lula são poucos.

"di novu"

WLStorer (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Os nobres "adevogados" do "cumpanheiro" e vulgo “amigo” ou “amigo de EO” deveriam focar seus esforços na produção dos inevitáveis (e sem sucesso) futuros "habeas corpus".

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