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Autonomia feminina

Psol pede que Supremo descriminalize aborto feito até terceiro mês de gravidez

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Comentários de leitores

11 comentários

Weslei F (Estudante de Direito) disse tudo

Eududu (Advogado Autônomo)

São incontáveis os argumentos estapafúrdios lançados nessa ação. Se devemos liberar o aborto porque a proibição legal não impede a prática, liberemos então o tráfico de drogas, a corrupção...

Dizer que a proibição do aborto entra em conflito com direitos fundamentais da mulher, com seus projetos de vida, revela um egocentrismo insano, doentio. Como se mulher gerasse filho sozinha. E daqui a pouco até o homem vai ter direito a pleitear o aborto de um futuro filho, porque alteraria seus projetos de vida, vai ter que pagar pensão... Ora, todos nós temos deveres e cada um é responsável por aquilo que faz. Estão banalizando uma questão que merece ser tratada de forma muito mais séria.

E essa conversa, de indisfarçável viés ideológico, de que mulheres ricas abortam em clínicas, enquanto as pobres recorrem a métodos perigosos? É crime do mesmo jeito! É mais ou menos como dizer que devemos liberar o tráfico para que as pessoas não corram risco adquirindo drogas em lugares perigosos, sem saber a procedência do entorpecente... Parece piada!

Gravidez coercitiva?! Kkkkk... Eu li isso mesmo? Já ouviram falar de uma invenção revolucionária e baratinha vulgarmente chamada de “camisinha”?

E, complementando a (boa) resposta dada as perguntas do José Advogado (Outros), acrescento que ninguém é adivinho para saber o futuro de quem ainda nem nasceu.

É preciso mais reflexão para tratarmos de um tema tão caro à humanidade, que envolve ciência, ética, filosofia, religião e não somente os direitos de escolha da mulher.

Assassinato de inocentes, mudou de nome.

VSouza (Outros)

Tudo que o homem semear, isso também ceifará. Gálatas 6:7

"STFarsa", "PIÇOL" e Zezinho "Advocation", tudo a ver

Pé de Pano (Funcionário público)

Sou contra o aborto, mais tenho uma pergunta: quem tem que legislar sobre essa bagaça não é o Congresso Nacional? Ah, esqueci, quem legisla agora é o "STFarsa", agora liderados por uma mosca morta, que banca a boa moça, numa inócua rigidez de aparência, mas que sempre diz amém para os seus confrades, principalmente para quem manda de verdade naquele tribunal partidário ("Lewandrácula", "Tof", "Barroco" e "Gilmacarrônico")!
E o "PIÇOL"? Partideco de agenda progressista podre, que nunca fez algo de bom para o país e com sua trupe do barulho, os psol-nhentos de plantão ("Janiles", Luciana "Sogro", Ivan "Mambembe", Chico "Cabeça-de-Algodão", Marcelo "Frouxo" e cia., idólatras dos assassinos Chê e Marighela, e que só se preocupam com políticas fétidas, por exemplo: altos impostos, aborto, gayzismo, liberdade de expressão amordaçada, entorpecentes pra galera, perseguição religiosa (com exceção dos muçulmanos, por razões óbvias), doutrinação marxista nas escolas, enfim, são os idiotas úteis para impor e por em prática a agenda globalista e esquerdopata da famigerada Nova Ordem Mundial daquele que se acha o dono do mundo e das pessoas, o George Soros!
E o Zezinho "Advocation"? Sempre fica empolgado quando o assunto em pauta versa sobre apologia a determinados assuntos, por exemplo: perseguição às igrejas, aborto, ateísmo, droguinhas e etc., mas, ao invés de três perguntas, faço apenas uma: se você nasceu e ninguém quis impedir esse grande acontecimento histórico, por que defender a não vinda de inocentes ao mundo? Querer justificar aborto por causa da pobreza, querer comparar bebês a bandidos "vítimas da sociedade", faça-me o favor!!!

custo Brasil, onde fica?II

Márcio R. de Paula (Estudante de Direito - Previdenciária)

Seguindo em meu comentário, lembro a todos que o STF já proferiu decisões, que trouxe despesas ao estado alegando que os custos seriam cobertos pelo sistema de saúde pública, sem determinar a fonte real de receita, obrigando dessa forma, alterações de direitos,para menos, de parte da sociedade, para que o orçamento da união, não ser tornasse inadministravel.

custo Brasil, onde fica?

Márcio R. de Paula (Estudante de Direito - Previdenciária)

Particularmente, respeitando a opinião das autoras, sou contra a liberação do aborto pois entendo que, com a fecundação já existe vida. outro aspecto a ser abordado, conforme noticiado, é com relação aos custos desses abortos, afinal nossa constituição é bem clara quando diz que ao se criar uma despesa deve-se especificar ou cria a receita. Digo isso, pois a situação econômica do pais não permite a criação de novas despesas pois os recursos estão sendo insuficientes para o custeio da maquina publica. Talvez criando um imposto especifico para atender tal demanda? Neste caso, qual setor seria atingido para criar tal arrecadação? Quem for atingido não vai gostar mas entendo que quem se beneficia, auferindo lucros, e mesmo os usuários, que encontram comodidade e segurança neste tipo de atividade devem custear essa liberação, se for o caso. Nesse sentido existem outros problemas cobertos pelo sistema de saúde pública que desde seu inicio já deveriam ser custeados por um imposto especifico.

Estabilidade de gestante - mais prejuizo que privilégio

Vanusa de Melo Costa Santos (Advogado Sócio de Escritório - Trabalhista)

A contração de mulheres em idade fértil está sendo repelida pelas empresas em geral, de forma, evidentemente, sutil, entretando, a responsabilidade por tal atitude se dá exclusivamente pela inversão do objeto real da lei que aduz a estababilidade temporária a mulher gestante.

Vejamos.

Oferecer o benefício da estabildade a mulher que está sob o pálio do contrato de experiência é reduzir-lhe oportunicades de emprego, posto que os empregadores já repelem qualquer tipo de estabilidade, alguns até impedem a criação da CIPA para não gerarem estabilidade aos seus membros, quanto mais serem impingidos a abrigarem uma gestante, inoperante e inapta ao emprego, apenas pela irresponsabilidade Estatal que também neste tema, transfere seu ônus constitucional à esfera privada. Definitivamente não.

A legislação trabalhista já possui encargos expressivos além da conta aos empresários que sobrevivem, a duras penas, com uma quantidade impagável de encargos e excessos de complacência e benevolências em uma parcela obreira que, desde muito tempo deixou se ser hipossuficiente a passou a se aproveitar, até malicionsamente, da cegueira da justiça trabalhista brasileira.

Analiso que, o Estado erra e é irresponsável com seus deveres, impondo obrigação ilegítima ao empregador com o escopo de proteger a criança nascitura, mas na verdade, está é se afastando de sua responsabilidade e ainda repelindo a contratação de mulheres férteis. Ou seja, a lei aqui prejudica o empregador e o trabalho de mulheres. Só quem ganha mesmo é o Estado, o eterno benevolente com o chapéu alheio....

Estabilidade de gestante - mais prejuizo que previlégio

Vanusa de Melo Costa Santos (Advogado Sócio de Escritório - Trabalhista)

A contração de mulheres em idade fértil está sendo repelida pelas empresas em geral, de forma, evidentemente, sutil, entretando, a responsabilidade por tal atitude se dá exclusivamente pela inversão do objeto real da lei que aduz a estababilidade temporária a mulher gestante.

Vejamos.

Oferecer o benefício da estabildade a mulher que está sob o pálio do contrato de experiência é reduzir-lhe oportunicades de emprego, posto que os empregadores já repelem qualquer tipo de estabilidade, alguns até impedem a criação da CIPA para não gerarem estabilidade aos seus membros, quanto mais serem impingidos a abrigarem uma gestante, inoperante e inapta ao emprego, apenas pela irresponsabilidade Estatal que também neste tema, transfere seu ônus constitucional à esfera privada. Definitivamente não.

A legislação trabalhista já possui encargos expressivos além da conta aos empresários que sobrevivem, a duras penas, com uma quantidade impagável de encargos e excessos de complacência e benevolências em uma parcela obreira que, desde muito tempo deixou se ser hipossuficiente a passou a se aproveitar, até malicionsamente, da cegueira da justiça trabalhista brasileira.

Analiso que, o Estado erra e é irresponsável com seus deveres, impondo obrigação ilegítima ao empregador com o escopo de proteger a criança nascitura, mas na verdade, está é se afastando de sua responsabilidade e ainda repelindo a contratação de mulheres férteis. Ou seja, a lei aqui prejudica o empregador e o trabalho de mulheres. Só quem ganha mesmo é o Estado, o eterno benevolente com o chapéu alheio....

Resposta ao Dr.José Advogado (Outros),

Weslei Estudante (Estagiário - Criminal)

1 – Há muitas pessoas que “nascem” com uma vida razoável e falem ou ficam na miséria. Isto da o direito ao Estado matá-las? Acredito que não! O Dr. por acaso já adotou adultos mendigos e miseráveis?

2 – Tendo em vista que a proibição de não matar (art. 121 o CP) não é eficaz, vamos revogar o homicídio? O Dr. faz “guarda” 24 horas para ninguém cometer homicídio? Sem lógica nenhuma sua argumentação!

3 – Não sou a favor de mortes ilegais pela polícia ou qualquer que seja a situação.

270 palavras “mulher” na petição inicial...

Weslei Estudante (Estagiário - Criminal)

270 palavras “mulher” na petição inicial. As citações do homem??

Ação mais parcial e egoísta! Não li uma citação ao homem (Ctrl+F) pareceu 7, só que o homem como ser humano na maioria dos casos, salvo engano nenhuma citando o direito do homem na decisão do aborto. Ora, não sabia que o nascituro é é material genético só da mulher.

Primeiro só colocam a mulher com direito universal ao aborto ou matar, o homem não decide? Já temos casos positivados o suficiente para aborto. No mais, sou contra o aborto, mas se querem algum “direito” quem deve dar é o poder legislativo.

Três perguntas aos contrários

Persistente (Outros)

Antes que comece a avalanche de comentários atacando a iniciativa, por curiosidade somente gostaria de fazer três singelas indagações aos ardorosos opositores dessa medida:

1 - quantos estão dispostos A ADOTAR as crianças nascidas de gestações indesejadas? Sim, porque é fácil atacar as mulheres que interrompem essas gestações: quero ver é os senhores puritanos se disporem a assumir essas crianças (independentemente de qualquer discriminação racial, etc).

2 - tendo em vista a notória dificuldade prática de evitar que mulheres adotem meios abortivos clandestinos (pancadas na barriga, inserção de objetos no interior do útero, ingestão de substâncias, etc, etc), quantos topam MONTAR GUARDA 24 horas em torno de cada mulher possivelmente grávida e insatisfeita com essa condição?

3 - não é contraditório ser tão "favorável à vida" para defender um amontoado de células sem tubo neural, mas APLAUDIR entusiasticamente quando esses mesmos rebentos (ou uma parte deles), crescidos e geralmente pobres, são MORTOS pela Polícia por suposto vínculo com a criminalidade?

PSOL, partido 100,01 importância

Je ArFran (Engenheiro)

O "PiçOL", mais uma outra vez e como sempre, está em outra galaxia. Se tivessem no mínimo a dignidade de uma pulga estariam contribuindo para que as delações odebrechtinianas fossem abertas e todos nós, pagadores de impostos e dos mimos parlamentares.

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