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Ativismo na corte

17 ministros do TST assinam documento contra reforma trabalhista

Comentários de leitores

7 comentários

Liberdade e democracia

eduardolyra (Administrador)

Respeito a liberdade e a autonomia dos assinantes do documento, contudo é possível observar que vários dos pontos atacados são vistos pelos defensores desta reforma como pontos fortes. Defensores, aliás, que no caso dos congressistas e mesmo do atual presidente da República, foram eleitos. Caberia uma reflexão sobre se a população, se os trabalhadores, de fato, são realmente contrários às mudanças.

Só uma modificação já basta!!!!!!

ocj (Advogado Autônomo - Trabalhista)

Se a reforma trabalhista vier de revogar a contribuição sindical, verdadeira fonte do peleguismo, já terá valido a pena.

Atitude Infeliz

LunaLuchetta (Advogado Sócio de Escritório - Empresarial)

A Justiça do Trabalho, como está, só serve ao que descumpre a Lei e ao bom senso. O empregador que não liquidou os direitos (reais) do empregado, tem a oportunidade de em "acordo" pagar menos e parcelado; o empregador que tudo pagou corretamente, será obrigado a pagar "algo mais" sob ameaça, por exemplo, que a perícia lhe custará muito caro, e assim por diante. Pior: os ministro do TST "criam direitos" que agridem o bom senso, como o da gestante que, demitida e que não tem a obrigação de comunicar ao empregador seu estado: daí, vai receber 15 meses, pelo menos, de salário sem trabalhar !!

ministros do TST

WLStorer (Advogado Autônomo - Previdenciária)

E tem quem acredite que a preocupação e com os direitos dos trabalhadores!

Laboratório do pt e da cut

olhovivo (Outros)

Tem razão o Min. Gilmar Mendes quando afirmou que o "Tribunal Superior do Trabalho é um “laboratório do Partido dos Trabalhadores” e que conta com simpatizantes da Central Única dos Trabalhadores (CUT).
Aliás, a nomenclatura da justiça do Trabalho está errada, pois de Justiça não tem nada, pois esta pressupõe imparcialidade. Na "justiça" do Trabalho o que mais se vê é o juiz "federal" do Trabalho pressionando os reclamados a fazer acordos muitas vezes sem que o reclamante (muitas vezes profissional em ações do gênero) tenha razão, mas sabe que alguma coisa vai arrancar do empregador. Essa "justiça" é uma das maiores responsáveis pelo desestímulo à geração de empregos, pois cansei de ver empresários, pequenos e médios, não suportar mais a "justiça" do Trabalho.

Endosso.

Neli (Procurador do Município)

A manifestação do Dr. Diogo.
Um magistrado somente deve ser ator dentro do processo.
Ali ele é o principal e não um coadjuvante quando se despe da toga e passa a postular alterações(ou não ) da Lei.
Ademais,se amanhã, ou depois, tiver que aplicar a nova lei, mas se manifestou anteriormente, que imparcialidade terá?
A não manifestação é uma segurança jurídica para as partes.
Não entro no mérito se a reforma da CLT é boa ou má, mas, repiso-me, temo quando magistrado se manifesta politicamente.
Data máxima vênia.

Curioso.

Diogo Duarte Valverde (Advogado Associado a Escritório)

Isso é curioso, pois eu sempre achei que o papel de juízes era o de interpretar e aplicar a lei, não fazer ativismo parlamentar e proselitismo ideológico. Alguém já viu juízes tentarem influenciar o Parlamento em outras democracias, como se fossem lobbistas? Isto é outra jabuticaba brasileira.

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