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Você conhece o jurista mais ou menos (ou o mais ou menos jurista)?

Comentários de leitores

10 comentários

O fulano é traficante

Paulo Moreira (Advogado Autônomo - Civil)

Não posso provar, mas eu sinto que é. Já pensou se acontecesse com você

Aprender Direito

Mário Sérgio Ferreira (Procurador Autárquico)

Se queremos estudar Direito, temos que estudar direito.
Texto irretocável.

e a crítica mais ou menos?

Ector Bonilha (Administrador)

Conheço. Nenhuma referência no propugnado texto crítico, fora a extremada carga de pessoalidade. A propósito, não há mais impessoalidade na redação, a que se atribui o fenômeno, efeito das redes sociais?
Nada sobre a evolução do jurista, glosadores, comentadores, ainda que limitada ao contexto europeu, contrapondo ao estado atual de limitadas fontes autorizadas. Tampouco houve menção a formas de raciocínio jurídico, institucionalismo, normativismo, decisionismo... Trata-se de um texto construtivo da imagem do autor apenas. Que pena.

Obra de Deus!

Sã Chopança (Administrador)

Eu vivo me perguntando o que seria da "lava jato" se o processo fosse da competência do articulista. De cara ele indeferiria a primeira prisão cautelar requerida pelos Procuradores da República. Com isso, não haveria delação alguma. Ninguém seria preso, o país não saberia de nada acerca dessa sordizez dos bastidores da política. Sabe quem fez com que o processo fosse da competência de Curitiba? Foi Deus! Só pode ser obra da Misericórdia de Deus, que teve piedade do povo brasileiro. Se ser garantista é ser complacente com a corrupção, então eu não sou garantista.

Poderia alterar o título...

Paulo Moreira (Advogado Autônomo - Civil)

...para "Juristas de Fheyssybhuqui"...

Quanto ao conteúdo, excelente! Evidenciou o que aconteceu depois do "direito decoreba".

Senso comum

O IDEÓLOGO (Outros)

O senso comum é eivado de todos os malefícios. Mas, predomina nas mentes e corações.

Excelente texto!!!!!

Rodrigo Zampoli Pereira (Advogado Autônomo - Civil)

Parabéns ao autor do artigo Dr. Alexandre Morais da Rosa. Irretocável o artigo. Esse texto me faz lembrar algo que ouvi de um colega, Dr. Elias Augusto de Lima Filho, hoje Defensor Público no Estado de Mato Grosso do Sul, a época Advogado com "A" MAÍSCULO, sobre a interposição de um agravo de instrumento, de um outro colega, onde disse: "ESSE RECURSO ESTÁ COMO A FLECHA CERTEIRA QUE ATINGE SEU ALVO".

Assim está o presente texto. Excepcional. Ataca o cerne da questão.

O juiz ainda deu a solução: ESTUDAR, ESTUDAR, ESTUDAR...

Atenciosamente,

Rodrigo Zampoli Pereira
OAB-MT 7198
OAB-SP 302569

www.rodrigozampolipereira.jur.adv.br

Finalizando

Hans Zimmer (Assessor Técnico)

Certa vez conversava com um juiz com formação acadêmica em outras áreas além do Direito, e ele disse que, caso tivesse um processo em que fossem necessários conhecimentos do campo do saber no qual era diplomado, sequer se daria ao trabalho de nomear perito, pois ele próprio analisaria as questões técnicas na sentença. Tentei argumentar que a doutrina não aceitava a figura do juiz-perito, mas me foi dito que estava complicando muito as coisas.

O que os juristas mais ou menos não percebem é que o Direito é complicado mesmo, porque a democracia é complicada, e regular as relações sociais também.

Vamos todos à luta !!!

Rejane Guimarães Amarante (Advogado Autônomo - Criminal)

Dr. Alexandre, a maior parte da culpa recai sobre os professores, que não ensinam a raciocinar em termos jurídicos, não apresentam casos reais para o debate dos conceitos, não exigem nas notas das provas, nem facilitam atribuindo notas a trabalhos de pesquisas. E a geração que foi criada com a internet também pode ser educada por ela. Pessoas como o senhor podem escrever artigos rápidos e consistentes que incitem à curiosidade, ao estudo e ao debate. Vamos à luta !

Excelente texto

Hans Zimmer (Assessor Técnico)

A mediocridade é a maior ameaça à democracia em um mundo cheio de "fake news", onde ninguém tem tempo para discussões complexas mas todos fazem maratonas no Netflix. Infelizmente muitos bacharéis parecem ter mais compromisso com opiniões "curtíveis" no Facebook do que com os conceitos que aprenderam na faculdade.

É uma sensação horrorosa tentar rebater opiniões do senso comum com argumentos técnicos e se deparar com uma expressão facial de Erro 404.

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