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Complexidade do caso

STJ nega Habeas Corpus a empresário preso preventivamente há quatro anos

Comentários de leitores

4 comentários

Iludido Advogado autônomo

Iludido (Advogado Autônomo - Civil)

Aí está o que se tem dito. A lei é apenas um suporte fático. Um cabresto que não serve a todos. Sua teoria e seus reflexos são baseados muitas vezes, na teoria do possível. Os fatos que envolvem o ato, variam no tempo, no espaço e principalmente no resultado. A não expiação ao excesso de prazo instado no procedimento penal de ordem pública, faz a diferença no objeto do resultado penal. Esse resultado final é visto a ictus oculi, por qualquer um do povo, ainda mais quando vem expressando que além do excesso de prazo da prisão também colabora com a informação do fato que não apresentam os agentes dos atos que os levaram à prisão, qualquer prejuízo ou prejuízo à transparência da persecução da culpa a final. E, o indiciado é solto. Posto em liberdade. OXALÁ QUESTÃO HUMANA (prática) à questão legal (in lex). Que o diga o STF.

Excesso de prazo?

João B. G. dos Santos (Advogado Autônomo - Criminal)

Quatro anos de prisão e o juiz do STJ não constatou excesso de prazo. A única coisa estranha é que vimos por estes dias juízes de um outro tribunal superior concedendo liberdade a réus condenados, por excesso de prazo no julgamento dos respectivos recursos. A regra vale para todos ou não?

Algo Está Errado...

Sã Chopança (Administrador)

Preventiva que já dura 4 anos? Sem data de julgamento? Há algo de muito errado em nosso processo penal.

Incrível!!!!

Alonso Filho (Advogado Autônomo - Criminal)

Por mais que o processo seja complexo, como pode 4 anos não se configurar excesso de prazo?

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