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Comentários de leitores

7 comentários

Falha de Formação

Leopoldo Luz (Advogado Autônomo - Civil)

As faculdades de direito deveriam ministrar matemática financeira, cálculos judiciais e o básico de planilhas eletrônicas.
Não são poucos os profissionais que não têm ideia de como liquidar pedidos ou sentenças, mesmo em casos triviais, com meros juros simples e atualização monetária.
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Lembra o caso "Maurício Dal Agnol"

João B. (Advogado Autônomo)

que lucrou ilegalmente ao aplicar um golpe milionário em cerca de 30 mil clientes que venciam ações judiciais no Rio Grande do Sul.
Ele é acusado de fazer acordos em nome de clientes que venciam processos judiciais contra uma empresa de telefonia, mas não repassar a eles – ou repassar apenas uma parte – do dinheiro recebido.

Prudência e proficiência

LunaLuchetta (Advogado Sócio de Escritório - Empresarial)

O mínimo que se espera de um Advogado, bem formado nas letras e na ética, é prudência e proficiência. Se assim fosse, teria concretizado o acordo firmando-o com o cliente!!

De duas, uma

MarcolinoADV (Advogado Assalariado)

De duas, uma:

a) O advogado contatou a empresa, ou foi por ela contatado, e recebeu um "por fora" para abater 97% da dívida;

b) se ele foi "ingênuo" a ponto de formalizar um "acordo" nos termos citados, deveria é ter o registro profissional cassado. É, no mínimo, inepto.

Minha aposta? Letra "a".

Que curioso...

incredulidade (Assessor Técnico)

O advogado renuncia a 97% do crédito que o cliente dele tinha direito, e um comentarista aí já conhecido dessas terras disse que o advogado foi "ingênuo" com a empresa?
Não foi a empresa que o contratou.. foi o consumidor...
E que diabo de acordo foi esse onde o cliente recebe 2,5% do que deveria?
Ingênuo foi o contratante, que confiou num procurador que, em seu nome, praticamente abre mão da verba...

Cuidado necessário

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Trata-se de um ato de ingenuidade do colega, que confiou na Empresa e acabou saindo no prejuízo. No Brasil não existe ética nos negócios ou no trato com profissionais liberais. Quando uma empresa contrata advogado, ela por vezes quer que a contratação gere "lucro", o que quase nunca acontece uma vez que o causídico se vê diante de uma quantidade infinita de atos ilegais praticados pelo empresário tupiniquim, que precisam ser contornados. No caso sob apreciação, parece certo que o colega advogado ajustou os termos do acordo com a empresa, pode ter havido uma alteração verbal nos limites, e quando o empresário viu que poderia lucrar com a situação "puxou a toalha" de acordo com o jargão popular. É necessário muito cuidado para lidar com o empresário da terra da bananeira, sob pena de prejuízo certo, como ocorreu com o colega citado na reportagem.

O prejuízo

O IDEÓLOGO (Cartorário)

Tem certos profissionais que são contratados para prejudicarem os seus clientes.

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