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Comentários de leitores

5 comentários

Equivocado

Francesco Scuotto (Advogado Autônomo - Tributária)

Analisar a pertinência da instituição do IGF a partir de um comparativo incentivos/desincentivos econômicos é, no mínimo, precário.

Evidente que reduzir a avaliação à pergunta "é bom para o povo e para os negócios um novo imposto?" é direcionar tendenciosamente ao "Não". Mas o pano de fundo é muito mais extenso e complexo do que os meros efeitos apontados.

Redirecionar a carga tributária aos impostos sobre renda e patrimônio, aliviando os que incidem sobre o consumo, é um dos passos indispensáveis à redução da desigualdade tributária e social.

A razão de ainda não ter sido instituído é simples: o eventual sujeito passivo é o mesmo sujeito que ocupa a cadeira legislativa que apreciará a medida que lhe cominará, ou não, um novo dever pecuniário redistributivo com o Estado.

A complexidade do direito não pode mascarar a simplicidade do que se identifica no cenário político-econômico nacional: o povo trabalha para sustentar uma elite político-empresarial institucionalizada ao longo dos últimos governos.

A premissa é básica. Se houver necessidade de maior arrecadação via expedientes tributários, tire-se primeiro dos que mais possuem para só em último caso atingir o salário daquele que não consegue sequer o mínimo.

Equivocado

Francesco Scuotto (Advogado Autônomo - Tributária)

Analisar a pertinência da instituição do IGF a partir de um comparativo incentivos/desincentivos econômicos é, no mínimo, precário.

Evidente que reduzir a avaliação à pergunta "é bom para o povo e para os negócios um novo imposto?" é direcionar tendenciosamente ao "Não". Mas o pano de fundo é muito mais extenso e complexo do que os meros efeitos apontados.

Redirecionar a carga tributária aos impostos sobre renda e patrimônio, aliviando os que incidem sobre o consumo, é um dos passos indispensáveis à redução da desigualdade tributária e social.

A razão de ainda não ter sido instituído é simples: o eventual sujeito passivo é o mesmo sujeito que ocupa a cadeira legislativa que apreciará a medida que lhe cominará, ou não, um novo dever pecuniário redistributivo com o Estado.

A complexidade do direito não pode mascarar a simplicidade do que se identifica no cenário político-econômico nacional: o povo trabalha para sustentar uma elite político-empresarial institucionalizada ao longo dos últimos governos.

A premissa é básica. Se houver necessidade de maior arrecadação via expedientes tributários, tire-se primeiro dos que mais possuem para só em último caso atingir o salário daquele que não consegue sequer o mínimo.

Dura lex sed lex nem sempre!

Sidnei S Ribeiro Júnior (Advogado Assalariado - Previdenciária)

Na minha 1ª aula de direito ouvi: "Sigam o direito sempre, mas quando o direito entrar em conflito com a justiça, siga a justiça!"

Perigoso

O IDEÓLOGO (Cartorário)

O artigo conspira contra a Constituição da República. O maniqueísmo linguístico contra o texto normativo.

se está na Constituição, então que seja cumprido

analucia (Bacharel - Família)

o que está na Constituição deve ser cumprido.

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Comentários encerrados em 23/07/2017.
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