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Constrangimento ilegal

Erro em recurso leva Roger Abdelmassih de volta à prisão domiciliar

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Comentários de leitores

11 comentários

Omissão

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Curioso como a mídia dirigida às massas fala, fala, mas quando se trata de mostrar falhas processuais cometidas por juízes e membros do Ministério Público que levam à liberdade do cidadão fica silente. Não é sem motivo que as massas acreditam que juízes e promotores são os salvadores da Humanidade.

Dra Neli

Observador.. (Economista)

Tentei achar os dados de que o Brasil é segundo país onde existem mais crimes sexuais no mundo e não os encontrei.
Achei estes dados aqui:
https://megabisonho.blogspot.com.br/2016/06/os-10-paises-com-maior-indice-de.html

http://www.aratuonline.com.br/noticias/lista-da-onu-conheca-os-piores-lugares-do-mundo-para-ser-mulher-em-pleno-seculo-xxi/

Nosso país tem vários defeitos. Como brasileiros, temos que lutar contra todos eles. Mas acho que não é uma boa escolha potencializarmos nossas condições, para o bem ou para o mal. Impede de conhece-las de forma correta para atacar os problemas da maneira certa, sem se enganar ou ao povo.

Quanto ao caso em tela, lamento o desfecho por causa de um detalhe jurídico.

Tese não acolhida

Isma (Outros)

"Erro" foi a palavra escolhida pela comunicação do STJ para transferir a outra instituição a responsabilidade da decisão que evidentemente desagrada a opinião pública. Trata-se, na verdade, de tese jurídica não acolhida pelo STJ, cujo entendimento não é vinculante, tanto que vários órgãos fracionários do TJSP aceitam o MS como instrumento para conferir efeito suspensivo ao RESE e ao agravo em execução.

absurdo dos absurdos !! Questão processual ?

analucia (Bacharel - Família)

O Judiciário sempre usa embaraços processuais quando é do interesse do mesmo.....

então...

WLStorer (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Goleiro Bruno, Roger Abdelmassih etc. deveriam aproveitar os "erros" e "entendimentos" e "pernas para que te quero".

Não entro no mérito, mas...

Neli (Procurador do Município)

Constrangimento ilegal foi o que o condenado fez com as mulheres.Infelizmente!
Filigrana jurídica não deveria preponderar em face do Constrangimento ilegal cometido pelo então profissional.
Ser mulher, no Brasil, é pagar um grande carma!
O País é o segundo lugar no mundo em crimes sexuais.
Infelizmente, a tendência, é obter a primeira colocação.
E a legislação penal é pífia!
Minha solidariedade para as vítimas.
Com todo respeito que a Ministra sempre mereceu, data mãxima vênia.

O Gran Circus Brasilis sauda novamente a distinta Plateia

hammer eduardo (Consultor)

Por essas e outras trapalhadas é que a nossa dita Justiça?????????? esta atualmente mais por baixo do que umbigo de cobra.

Correta ou não em sua filigranagem , a Douta Ministra contribuiu no dia de hoje de forma ostensiva para a sensação fartamente sentida que isto aqui é um CIRCO , uma verdadeira ZONA a céu aberto com esse prende e solta , era mais fácil botar logo uma porta giratória de Banco para facilitar o "entra e sai".

Um vagabundo desclassificado como esse devia ser fuzilado em praça publica e seus restos dados de pasto aos urubus.

É a sagração da bandalha e a confirmação de um sentimento de falta de respeito por completo com as Mulheres que lutam ferozmente por um maior respeito por parte da Sociedade.

Aguardemos agora o próximo movimento do joguinho vagabundo do prende e solta. Na pratica infelizmente estes meliantes de altíssima periculosidade são apenas de fato punidos quando aquele "cara lá embaixo" os chama pelo nome para curtirem juntos um aroma de enxofre em temperaturas mais elevadas que o normal.

A dita "justiça dos homens" é esta PALHAÇADA em via publica que se prende a artifícios meramente procrastinatórios mediante a contratação de divogadios que cobram verdadeiros resgates de um Rei a nível de honorários.

Brasil cada vez mais nojento, justiça de lupanar cada vez mais desmoralizada.

A forma sobre a essência e a (in)justiça formal

J. Ribeiro (Advogado Autônomo - Empresarial)

Quando se quer dar um jeitinho ao direito posto, por aqui sempre será possível. As decisões de tribunais superiores, apesar das alterações processuais, a conveniência ainda é prevalecente. Enquanto isso, a auto estima da nação, em especial das pessoas de bem, a cada dia mais estagnada pela impunidade, improbidade, imoralidade, e tantos outros "im" e "in", o que evidencia que tão cedo este pais não terá mudanças efetivas de mentalidade.
Não se critica a ilustre juíza do STJ, mas as razões de ordem formal que a levaram a assim decidir. Não se pode imaginar que um condenado a mais de cem anos de prisão, por crimes graves, jogá-lo novamente no meio social, ainda que restrito no conforto de sua mansão, com acesso as regalias que são próprias dos abastados inescrupulosos, é, por via oblíqua, além de atentar contra a própria e relativizada coisa julgada (coitada...), é uma verdadeira bofetada(desculpe a expressão) nas vítimas e seus parentes, que certamente até hoje sofrem em decorrência dos crimes por ele(criminoso) cometido.
Não podemos permitir que este país seja um celeiro de bandidos e opção de moradia para criminosos de todo o mundo. A hipocrisia tem limite.

"Tranca corpus"

Gilney Batista de Melo (Advogado Associado a Escritório - Criminal)

Parabéns pela combatividade jurídica Antonio Celso Fraga, ainda mais num caso dificílimo e de repercussão como esse. O TJSP está se definindo como "Tranca corpus" e desprezando de vez o CPP. Abraço! Gilney Batista de Melo - Gilney Melo advogados.

Dúvidas

Professor Edson (Professor)

Percebi com todo respeito que as mulheres do judiciário estão com clemência do idoso que estuprou 37 mulheres, muito interessante!!!, até que ponto mulheres no judiciário são realmente imparciais? Até que ponto? Será que o fato de serem as mais interrompidas nos tribunais, não seria algo proveniente dessa mentalidade sempre de clemência? Ora para o bandido ora para vítima, Tenho dúvidas

Simples

Professor Edson (Professor)

Esse é o verdadeiro judiciário, constrangimento é o Brasil ter esse judiciário.

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