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Comentários de leitores

16 comentários

Conflitos de interesses

Hilton Fraboni (Administrador)

São conflitantes os interesses em questão porque o imóvel é meu (exemplo) e estou obrigado por leis municipais a mante-lo em boas condições, pago meus impostos e tenho o direito constitucional a propriedade.
Vem o anarquista com um frasco de tinta e diz que tem o direito de apagar todo meu trabalho para que ele possa extravasar suas revoltas ou pseudo arte e a lei o ampara?
Definitivamente não. Mesmo o grafite deve ser sob autorização expressa do proprietário ou do agente público.

Direito dos grafiteuiros

ANDREOLA, Joao (Advogado Associado a Escritório - Ambiental)

Vamos defender o direitos dos grafiteiros para que pintem o seu PRÓPRIO MURO. Nada mais, nada menos. Pintar o muro dos outros ou os muros públicos, e sujar a cidade, não é direito de ninguém e nem é protegido pelo Direito Civil Atual.

Quanta sandice !

E.Rui Franco (Consultor)

Desde quando, rabiscos inteligíveis, sem nexo e cores são obras artísticas ?
Que os Artistas de verdade os processem por calúnia, injúria e difamação.
Fez e faz muito bem o Alcaide, eleito por " quantos votos mesmo " maioria absoluta de PAULISTANOS , que estão em sua grande maioria, até o momento regozijados com as atitudes do Prefeito Dória. Finalmente vejo meu voto respeitado. Chega de guache rosa e de rabiscos na minha Cidade. Que os Vermelhos desbotados da cidade, desapareçam, junto com seus seguidores. CHEGAAAAA ou seria pela cartilha Lullopetralha xega cumpanheru?

Direito ao grafite?

AnalistaMA (Advogado Assalariado)

Vivendo e (des)aprendendo... Sabia do direito à saúde, à educação, à moradia, dentre outros. Mas direito ao grafite??? Só falta agora o CONJUR aceitar a publicação de artigos em defesa do direito a acampar na Nove de Julho, a soltar balão na cabeceira do aeroporto de Congonhas e a fazer xixi dentro do metrô .

Ideologia

Jonathan Fraires (Advogado Associado a Escritório - Criminal)

Reitero integralmente o que meus colegas já registraram aqui. A verdade é que o artigo não passa de um monte de baboseira ideológica enfeitada com frases bem elaboradas.

Enfim, a ideologia sobrepõe-se ao bom senso, à lógica e à honestidade intelectual.

Visão míope do que seja liberdade

Afonso de Souza (Outros)

Artigo muito ruim. Na verdade, trata-se de um texto apologético (ao grafite e à pichação), sem maiores qualidades jurídicas.
As pessoas também têm o direito de não serem obrigadas, diariamente, a "fruir" de tal "arte".
Não há como diferenciar tecnicamente grafite de pichação. Quem quiser pichar/grafitar, que tente conseguir autorização. Lei é lei!

os lados do muro

zanforlin (Advogado Assalariado - Tributária)

Céus! Com urgência um novo direito civil do muro: o do lado de dentro e o do lado de fora, que seu edificador deve pintar de branco para que seja grafitado!

Cada um com seu muro

Prof. Dr. Jose Antonio Lomonaco (Advogado Sócio de Escritório)

Conclamo os autores da matéria, ilustres catedráticos, a sair do casulo e da redoma, e ofereçam suas casas, seus muros e suas garagens para que os grafites sejam feitos. Será, assim, a maior demonstração de que fazem o que dizem, e não apenas dizem a outros o que fazer. Ao muro, portanto! Eita!

Continuando

Corradi (Advogado Autônomo - Civil)

impor, goela abaixo, pinturas de gosto duvidoso a toda população, é incompatível com a idéia de arte, porque aquilo que se pretende importar, pode não passar, aos olhos da maioria, de pixačão. Está certo o prefeito em limpar a cidade, impedindo a formação de donos de espaços públicos. E ainda penso que não deveria ser permitido mais nenhum grafite, pois se abrir a porteira, vem todo mundo atrás. Prefiro a minha cidade limpa. E para ser linda tem que ser limpa.

Espaço público não é casa de grafiteiros

Corradi (Advogado Autônomo - Civil)

Parece que o articulista foi contratado para representar os grafiteiros e esqueceu que são Paulo tem milhões de habitantes que tambem precisam ser ouvidos. Precisa acabar essa ideia de que nos espaços públicos tudo pode. O principio de público não é o total descaso das autoridades pelos espaços e patrimônio do Estado. Os grafiteiros devem, sim, ganhar seus espaços com suas artes nos locais próprios, que os apóiem, como museus e casas de arte onde vão visitar aqueles que apreciam aquela arte. Importante, goela abaixo,

Catraca Livre

Eduardo. Adv. (Advogado Autônomo)

Inicialmente, o mural do Eduardo Kobra era, sim, algo digno de ser denominado arte. Um mural retratando a São Paulo antiga em meio a Av. 23 de Maio, de fronte à IBM...Até pensei que a IBM tivesse "encomendado" o mural.
Outra coisa muito diferente é aquilo que os "artistas sorrateiros" fazem às escondidas, na penumbra.
Mas o texto me fez lembrar do Gilberto Dilmenstein, aquele que prega a "Catraca Livre" e o funk no bairro dos outros. Tudo era lindo! A "muvuca", a "rua mictório" eram bem legais quando no bairro dos outros, nas periferias...bem longe da Vila Madalena.
Dito "jornalista" - que gosta de porteira alheia escancarada - "abriu o bico" em 2014, quando os torcedores da Copa e seus "sucessores" acabaram com o sossego no quintal do Dilmenstein: a Vila Madalena. Aí ele sentiu a sensação de não conseguir dormir por causa de bebedeira e pancadão. Aí foi pedir "respeito"!
Certamente os articulistas moram bem longe dos locais onde proliferam e se perpetuam as pichações, que são apreciadas por pouquíssimos.
Tomara que o Prefeito encha os muros de plantas/jardins verticais. Será bem melhor...

Gosto duvidoso

Servidor estadual (Delegado de Polícia Estadual)

Primeiro apenas uma minoria entende o grafite como um tipo de arte que valha a pena expor em locais públicos, a maioria não gosta do grafite e prefere que a cidade tenha outros atrativos. Uma minoria dita intelectual, pois quem não goza das mesmas opiniões e gosto é tido por bronco, tenta impor há anos sua vontade e transformar a cidade num cenário digno do personagem Coringa. Pior é o argumento de que jovens da periferia desejam ser notados, diagnóstico dado por simpatizantes que tentam justificar a sujeira espalhada pela cidade.

Se perdeu a noção...

Observador.. (Economista)

Como muito bem disse um comentarista abaixo, quem decide que fulano e sicrano podem se apropriar da paisagem, comum a todos, porque não são "efêmeros"?
E os muros das casas?E do comércio?
E o respeito que se deve ter ao bem comum e à propriedade privada?
Não entendi, de forma alguma, este artigo.Realmente é a ideologia superando o bom senso.
Uma coisa seria propor que a cidade disponibilizasse painéis, em lugares definidos e apropriados, para que os Picassos do grafite pudessem expor seus trabalhos.E mesmo ter um local, também apropriado, que incentivasse a criatividade dos mais jovens.
Daí a achar que a cidade é um painel a céu aberto, onde cada um pode fazer o que bem entender, bastando - para isto - se considerar um artista...demonstra a falta de noção que tomou conta das cabeças pensantes da nossa nação.

Ainda bem..

incredulidade (Assessor Técnico)

Que não moro no prédio dos articulistas..
Pouco me importa se o Picasso da pixação riscar meu muro. É meu... não aceito que a "espontaneidade, criatividade e marginalidade" alheias decidam como o meu muro deve ser...

Direito fundamental ao grafite.

Drake (Advogado Assalariado - Eleitoral)

Aparentemente, agora existe um direito fundamental de praticar ilícito penal. Vivendo e aprendendo.

Paisagem intocável pra quem?

Pedro Campany (Advogado Assalariado - Ambiental)

Quem define que os grafites do Kobra e Cia são belos a ponto de não serem efêmeros? A paisagem é ente efêmero e não pode ser um suposto direito à arte que vai bloquear essa dinâmica da mudança de paisagem urbana. O artigo se perde em sua essência, pois a discussão aqui não é um suposto direito à arte e sua mudança, mas a regulação paisagística do ambiente urbano que é atribuição dos Municípios. Deixem a sociedade decidir o que deve ser preservado a partir dos mecanismos de proteção cultural. Em regra, intervenções em propriedades alheias (públicas ou privadas) sem o devido consentimento do proprietário é ato ilegal e deve ser coibido.

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