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Bolo repartido

Defensores vão ao Supremo contra lei que reserva 40% de fundo para dativos

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Comentários de leitores

4 comentários

Patrimonialismo 2

Rinaldo Araujo Carneiro - Advogado, São Paulo, Capital (Advogado Sócio de Escritório - Empresarial)

O pobre é a base de tudo.
Se virem as alegações da Federação de servidores e da Magistratura - ambos contrários à lei que limitou os gastos públicos, vão achar lá a mesma ladainha da classe política, sempre "em prol dos pobres e hipossuficientes", sendo que para tanto precisam das verbas, de todas elas, e sem limite de gastos.
Haja pobres nesse país...

Patrimonialismo

preocupante (Delegado de Polícia Estadual)

É crível quanto os órgãos e seus membros só pensam em dinheiro. Mas os argumentos que usam para convencer os desavisados é o mesmo dos políticos: tudo em defesa do pobre, do hipossuficiente.
Por essas e outras que a sociedade brasileira fica cada vez mais desigual e injusta.

querem monopólio de pobre para explorarem a pobreza alheia..

analucia (Bacharel - Família)

na verdade, nem dativos, nem Defensoria, estão preocupados com os pobres, apenas estão de olho na verba estatal..... tanto é que nem se comprova a carência no processo..... querem apenas explorar os pobres.

Defensoria - a jabuticaba criada no Brasil.

Leonardo BSB (Outros)

O trabalho da defensoria é relevante - e não questiono a relevância do seu trabalho, embora o desmiolado Constituinte de 1988 devesse mirar no fim da miséria, com soluções paliativas até lá, e não na sua institucionalização. Outro dia mesmo vi um artigo de um defensora pugnando que todos possam entrar livremente no Brasil, que as autoridades não possam expulsar o invasor! Ora, em que país sério há isso?! Lógico que para a defensoria é interessante importar a miséria, até mesmo por questão de sobrevivência! Veja que exatamente estados mais desenvolvidos, com mentalidade mais progressista, foram os últimos a instituir defensoria! Esse é o caso, por exemplo, de São Paulo, Santa Catarina. E os pobres ficam desassistidos?! Claro que não! Ora, em nenhum país desenvolvido do mundo - e todos eles têm pobre- entraria na cabeça dos agentes políticos criar um órgão assim!Se me permitem a sinceridade, é estapafúrdio! A solução seria fazer como na Inglaterra,em que a tarefa é entregue a escritórios que em concorrência ganham por serviço prestado, ou mesmo utilizar a advocacia pública, até que atinjamos o desígnio constitucional de erradicação plena da pobreza! Ora, se o advogado público serve para defender os interesses do Estado, da própria sociedade, para que criar um órgão que tem se mostrado elitista, focado apenas em salários e prerrogativas de seus membros, o que ensejou até mesmo na "conquista" de que o defensores ficassem ao lado do juiz e promotor nas audiências, bem distante do pobre (assistido)! Esse pleito abominável, nem mesmo os advogados ricos, que defendem pessoas esclarecidas, fizeram, pois fazem questão de ficar ao lado de seus clientes, até para que não se sintam desamparados. Agora, o pobre, por vaidade, que se preocupa mais com o status, não!

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