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Crime organizado e o papel das forças armadas

Comentários de leitores

5 comentários

Agradecimento

Carlos Alberto Marques Soares (Juiz Militar de 2ª. Instância)

Agradeço ao ilustre Promotor Dr. A.A. Marzano pelo comentário em que corrigiu um equívoco na digitação feita
por mim, cujo conteúdo veio a ilustrar meu modesto trabalho.

Ressalva

A.A.Marzano (Promotor de Justiça de 1ª. Instância)

"Robert Andrey", mencionado no início do texto, na verdade é "Robert Ardrey" (1908-1980), nascido nos Estados Unidos, autor de trabalhos científicos, dramaturgo e roteirista. O livro mencionado é "The Social Contract", de 1970, livro dedicado a Jean-Jacques Rousseau, autor da clássica obra de 1762, "O Contrato Social".

Interessante

Joe Tadashi Montenegro Satow (Delegado de Polícia Federal)

Interessante o ponto de vista. É claro que o Brasil se tornou um Estado permissivo, e, como tal, sofre as consequências decorrentes da sua escolha. Penso, no entanto, que algumas proposições não ficaram muito claras. A construção de escolas, ou jargões do tipo "a saída é a educação", são muito vagas e deixam a desejar. Inicialmente, precisamos ver que tipo de educação queremos, que escola devemos construir e quem serão os profissionais de ensino. Os professores são mal selecionados, mal treinados e mal pagos. A escola, hoje, tem reproduzido comportamentos que não trazem bons resultados para a sociedade e o simples "despejar dinheiro" na educação, não se mostrou muito eficiente, eis que ela é uma das pastas de maior orçamento, sem que tenha apresentado uma contrapartida a altura. É uma discussão muito grande para um simples comentário, mas , de qualquer forma, parabéns ao articulista, pois trouxe uma visão diferente que critica um posicionamento, originado por correntes de pensamento que culpam a sociedade, (o culpado sempre é o outro, ou ainda, o inferno são os outros, que na prática se traduz pelo individualismo predominando sobre os interesses da sociedade, a defesa das minorias, em detrimento das maiorias, a culpabilidade da vítima, etc.) que vem predominando há mais de 30 anos no país e cujos resultados, independentemente do que pensamos, está claro nas ruas e nos noticiários.

Entretantos!

Almanakut Brasil (Jornalista)

"Vamos botar de lado os entretanto e partir logo pros finalmente"

(Odorico Paraguaçu)

Não é o que temos visto

Servidor estadual (Delegado de Polícia Estadual)

Não é o que temos visto, mas as fronteiras estão aí, em especial em Mato Grosso do Sul, onde marginais armados entram e sai a vontade armados com fuzis e a nossa polícia com carabinas IA2 sem rajadas para não ferir os direitos humanos, tão pouco fazer frente ao Exército, já que é da Força as restrições que as policias sofrem sem poder utilizar calibres como o 9mm e armas sem poder de rajada o que nos faz enfrentar o tigre com facas de plásticos, sim, aquelas das festinhas de aniversário. Mas, a fronteira esta aí, indico algumas cidades em que o Exercito pode começar: Ponta Porã, Foz do Iguaçu, coronel Sapucaia (fuzilaram a delegacia duas vezes o ano passado), Bela Vista, Tacuru, Paranhos (assassinaram o investigador que apreendeu um caminhão com 3 toneladas de maconha), Rio Solimões corredor natural da droga para Europa de navio, etc.

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