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Direito ao desenvolvimento existe, desde que sustentável ambientalmente

Comentários de leitores

4 comentários

Douta ingenuidade.

Pedro G. Franzon (Oficial da Aeronáutica)

Dr. Gabriel, peço vênia para discordar, particularmente, sobre seu apelo ao Estado (último parágrafo) no sentido de orientar...etc. Isso é de uma ingenuidade...senão vejamos: Interessa ao Estado (impessoal e difuso) apenas a cobrança de taxas sobre tudo que se possa imaginar e até sobre o inimaginável. Minas Gerais, por exemplo, cobrou taxas astronômicas para cuidar de barragens de rejeitos de minérios...nunca cumpriu com seu papel. Morreu muita gente com o rompimento de inúmeras delas. Não se duvide que outras ainda romperão, matando e poluindo. Sugiro a V. Exa. a leitura de “Filosofia Verde-Como Pensar Seriamente o Planeta” de Roger Scruton. É Realizações. 2016. Com tal leitura V. Exa. poderá abandonar tais pensamentos e descobrir um mundo novo dado, quase de graça, por um filósofo inglês, moderno, dos mais conceituados mundialmente. Boa leitura.

Revirando no túmulo

Pedro G. Franzon (Oficial da Aeronáutica)

A Carta da Terra e o ecocentrismo é a deturpação de um conceito constitucional - a dignidade da pessoa humana. O saudoso Dr. Miguel Reale ao saber disso deve ter se revirado no túmulo:
“Não há dúvida que nossa época assinala a ascensão de um valor novo de primeira grandeza, uma nova variante axiológica, o “valor ecológico”, da proteção da natureza em geral, e em particular, do meio ambiente. Todavia, cumpre ponderar incontinenti que não se protege a natureza em si e por si mesma, num naturalismo imanente e absoluto, porquanto sua defesa se faz em razão do homem, isto é, em razão do valor primordial da pessoa humana a qual, consoante minha conhecida terminologia, constitui o valor-fonte de todos os valores. Isto posto, cumpre, em primeiro lugar, verificar quais são os mandamentos constitucionais que consagram o valor da pessoa humana, a fim de impedir que, a pretexto da tutela do meio ambiente, se perpetrem revoltantes ofensas a direitos individuais consagrados por normas pétreas.”

Enganação ecológica

Pedro G. Franzon (Oficial da Aeronáutica)

Dennis Meadows e seu grupo nada mais fez do que tentar reproduzir o velho e conhecido Malthusianismo. A história do “desenvolvimento sustentável” vem de muito mais longe quando outro grupo americano se reuniu em 1950, legando ao mundo o livro Report From Iron Mountain. Para entender o que há escondido nas entrelinhas é preciso ler Pascal Bernardin em L’Empire écológique ou la subversion de l’écologie par le mondialisme - O império ecológico ou a subversão da ecologia pelo mundialismo, Éditions Notre-Dame des Grâces, 1998.

Diz isso pro donald trump

Macaco & Papagaio (Outros)

Artigo fraco, repetitivo e infantil, que não deveria se aplicar ao nosso 3 mundo cujo potencial poluente é mínimo frente às grandes potências que já se desenvolveram.
Resolução 1803 da ONU e vamos esquecer esta balela de ´sustentabilidade´que só servem para os gravatinhas darem aulas, ganharem dinheiro com cursos e fazerem suas palestras de araque.

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