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Literatura no cárcere

Crime e Castigo, de Dostoiévski, é um dos livros mais lidos em presídios federais

Clássico do russo Fiódor Dostoiévski, Crime e Castigo está entre os livros mais lidos pelos detentos das penitenciárias federais brasileiras, segundo o Ministério da Justiça e Segurança Pública. O obra, publicada originalmente no século XIX, conta a história de um jovem que comete um assassinato, mas acaba consumido pela culpa.

A leitura não é apenas uma forma de passar o tempo no cárcere: para cada obra lida, são descontados quatro dias da pena. Para obter a remição, os detentos das quatro prisões de segurança máxima — em Mato Grosso do Sul, Paraná, Rio Grande do Norte e Rondônia — precisam fazer uma resenha para cada livro.

Outras obras que fazem sucesso entre os detentos são Ensaio sobre a Cegueira (José Saramago), Através do Espelho (Jostein Gaarder), Dom Casmurro (Machado de Assis), Sagarana Grande Sertão Veredas (ambas de Guimarães Rosa). Com informações da Assessoria de Imprensa do Ministério da Justiça.

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Revista Consultor Jurídico, 15 de fevereiro de 2017, 20h35

Comentários de leitores

4 comentários

"em vez de ficarem lendo livros de comunistas"

Kleber Morais (Funcionário público)

Esse é o argumento de um verdadeiro "JÊNIO", kkkkkk

É bom sim que presos conheçam a diversidade cultural através dos livros. Dessa forma eles aumentam seu conhecimento e isso ajuda na ressocialização. Claro que não são todos que se interessam e muitos que se interessam é com intenção da remissão da pena. Mas, a iniciativa é válida.

Prisioneiros

Tomaz de Aquino P. Rodrigues (Advogado Autônomo - Criminal)

o detento alem do cumprimento da pena deveria também trabalhar para manutenção de sua estadia na cadeia e reparar o dano causado a vitima.

prender para ler..... só no Brasil mesmo...

daniel (Outros - Administrativa)

deveriam é trabalhar para indenizar as vitimas.... em vez de ficarem lendo livros de comunistas

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