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A caminho do STF

Conheça os posicionamentos jurídicos do ministro Alexandre de Moraes

Comentários de leitores

15 comentários

Se for um brossard...

Adv. Jackson Oliveira (Advogado Autônomo - Civil)

Tanto eu como a torcida do Flamengo e todas as torcidas brasileiras, com exceção da pelada dos amigos do Lula e do Chico Buarque, temos motivos bastantes e irrefutáveis para não dar nenhuma credibilidade a quem exerce ou exerceu cargos políticos nos últimos anos, ilustrados por "anões, mensalões, lava jato" e demais operações do Estado Policial que surgiu das investidas do Ministério Público (ja vimos esta história e no que deu , no passado tupiniquim...mas, isto é outro caso)...O novato que chegará ao STF teve maior parte de sua vida pública nos cargos político-partidários. Isto nos induz a recear que um novo "Ministro de Partido" chegará na casa onde ja existe outro surgido de uma "estrela vermelha" (PT) que enlameou de vergonha o nosso País, perante o mundo. Já não se mata brasileiros, na Inglaterra, confundidos com terroristas; já se recusa negócios com qualquer sujeito do mundo que se pareça com um brasileiro, tamanha a imagem emplacada na nossa cara "de e dos sem vergonha" como os piores ladrões do erário público na história da civilização humana, nem os Senadores e Governadores do Império de Roma roubaram tanto. Mas, se jogarmos a toalha será pior. Ir tentando para dar certo. Nos conforta lembrar que dos bastidores políticos surgiu um notável Ministro do STF, no passado, o Paulo Brossard, que, tambem, esteve Ministro da Justiça, antes do STF. Assim, que o novato não se "mire nos exemplos das mulheres de Atenas" porque é verso de Chico comunista e nem afie seu bico de tucano, que converse menos, evitando ter que corrigir a todo momento o que fala sem pensar. Saber jurídico possui, não conheço se a altura do STF, mas...Com a boa assessoria existente no Supremo, aos poucos aprenderá. Depois de um Joaquim Barbosa...Ta tudo certo.

É o que tem!

Serpico Viscardi (Professor)

Dos nomes cogitados, é disparado o melhor!

Mas a forma de indicação é péssima! As circunstâncias, tbm não são boas!

Um juiz não pode ser político, mas um político pode, a qualquer momento, tornar-se juiz, da mais elevada corte do país! Complicado! Mas infelizmente é recurso bastante utilizado nos últimos governos.
2/3 do STF deveriam ser compostos de juízes de carreira.

E a propósito, outros colunistas do Conjur, a exemplo de Lenio, Aury e cia, tem que passar longe do STF, para o bem do Brasil!

Inconveniente

Hilton Fraboni (Administrador)

No momento em que vivemos muitas crisea, de credibilidade inclusive, é inconveniente a indicação de um ministro (que defende interesses) ser admitido no poder que julgará tais interesses.
O perfil do então ministro é o de quem vai retribuir ou, no mínimo, defender a versão que ele sustenta como governo nas causas em que o governo for a parte afetada.
Já é uma aberração o chefe do executivo indicar um integrante do STF ou cargos relevantes do judiciário assim como manipular o legislativo para os seus interesses.
Não há independência onde um poder sujeita os demais a pré condições.
O momento é de sobriedade e muita firmeza pois é o futuro da nação e do estado de direito que está em jogo.
No momento o executivo está sob suspeita é não pode eleger o seu juíz.

A mediocridade continua....

Luiz A T Silva (Bancário)

A mim pouco importa as posições jurídicas de Moraes. Importa sim a posição política de alguém filiado (agora ex-filiado) a um partido, do qual os nomes de alguns de seus membros mais "ilustres" estão em partilhas de propinas (1/3 pro nacional, 1/3 pro Aécio...lembram?), caixa2, indiciados ou constando em delações premiadas, e que terão sua sorte resolvida no foro privilegiado do STF ou do juiz Moro, cuja posição política também parece estar muito próxima daquela professada pelo Moraes (aliás, alguém achava mesmo que o Moro seria escolhido? Os caras se espremendo nos ministérios para fugir dele, iriam indica-lo para o STF?...).
A forma como foi pranteada a morte de Teori parece ter exposto uma face escura do STF, pois o sentimento que ficou é de que não havia alguém na próprio Corte suficiente bom (ou seria honesto?) para substituí-lo à frente da relatoria da Lava Jato ou apenas para ocupar a sua vaga.
E agora essa. Uma escolha de matiz nitidamente política de alguém que parece não ter sequer metade do estofo do Teori (do pouco que conhecia dele, particularmente achava um ministro mediano. A propósito, a única oportunidade que assisti a uma palestra na qual ele era o homenageado, durante a sua fala parte da plateia dormia, parte foi embora, alguns poucos, como eu, resistiram até o final, mais por consideração ao então ministro do STJ do que pela fala). E opções não faltam. E se é para escolher colunista da CONJUR fico com o Lênio (minha primeira opção), Aury Lopes Jr., Ingo Sarlet e outros tantos (Claudia Lima Marques, Mary Elbe, ....). Quem sabe a CONJUR faz uma enquete....

sei não hein

Daniel Salina (Advogado Autônomo - Administrativa)

o alexandre de moraes foi nada mais nada menos que o orientador de monografia do próprio, sim, do cara, o Eduardo Bottura... fogueira neles!

Grave erro na matéria!

Eliseu Belo (Promotor de Justiça de 1ª. Instância)

Tal como consignado pelo comentarista Matheus e ao contrário do que informado nesta matéria, o STF não definiu que suas decisões em controle difuso têm efeito vinculante, ou seja, não acolheu a proposta interpretativa que foi defendida apenas pelos ministros Gilmar Mendes e Eros Grau, na reclamação 4335/AC, segundo os quais a função do Senado seria de mero órgão de publicação das decisões da Corte em controle difuso, em total descompasso com a literalidade do art. 52, X, da CF! Seria bom que o Conjur suprimisse essa parte que está claramente equivocada!

A Terra Perfeita do Sr. dos Aneis

J. Ribeiro (Advogado Autônomo - Empresarial)

Sem desmerecer o indicado, tudo isso mostra como um (des)governo é por demais sugestivo. Não temos um presidente, mas uma marionete e objeto de joguete de conchavos.
Esperamos que possamos terminar este (des)governo com alguém menos sugestivo (ou incompetente), ainda que por um dia, para as próximas eleições.
Esperamos que esse (des0governo não muda o nome da República, pois se cogita de alterar para "República Federativa dos Servidores Públicos do Brasil" e da Impunidade.
Está se revelando que aqui é a terra perfeita para servidores públicos, parasitas, criminosos e anjos.

Efeito das decisões do STF em controle difuso

Matheus Weiss Pereira (Estagiário - Tributária)

Com o devido respeito, está equivocada a informação acerca do posicionamento do STF sobre a força vinculante de suas decisões em controle difuso. Embora a Reclamação 4.335/AC tenha sido julgada procedente, a maioria dos Ministros refutou a teoria abstrativização do controle difuso pela inocorrência da mutação constitucional no art. 52, X, CF/88.

Honestidade ideológica

José Ribamar de Araújo e Sousa Dias (Advogado Sócio de Escritório - Empresarial)

Se seguisse os princípios que professa, declinaria da indicação por honestidade ideológica, fica difícil defender um ponto de vista publicamente para depois contrariá-lo por meio de atos.
Foi-se o tempo em que os homens detinham o respeito a sua palavra e princípios. Chegará no Supremo em franca contradição consigo mesmo.

A justiça do brasil

ValMello (Professor)

Epílogos
E que a justiça a resguarda?...Bastarda.
É grátis distribuída?...Vendida.
Que tem, que a todos assusta?...Injusta.

Valha-me Deus, o que custa
O que El-Rei nos dá de graça,
Que anda a justiça na praça
Bastarda, vendida, injusta.
Gregório de Matos Guerra

Piada pronta

Contrariado (Auditor Fiscal)

Cada vez mais esse (des)governo ilegítimo nos envergonha. A indicação do ministro (minúsculo mesmo) é a prova cabal de que se pretende desmontar completamente o Brasil como país com pretensões de nação livre, organizada e soberana. Viramos um paiseco de quinta categoria, sem projeto, sem perspectivas, sem democracia (isto que está aí é um arremedo), sem futuro. Muito triste e revoltante.

posicionamentos jurídicos?

WLStorer (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Posicionamentos jurídicos até ser nomeado.
Depois, "bunda de neném"!

A decisão do mal do PR

wilhmann (Advogado Assalariado - Criminal)

Se se pode elogiar atos praticados pelo PR é a indicação de Moraes, pois ao menos formalmente já transitou em diversos cargos públicos, mesmo incidindo em algumas falhas, porque ninguém é de ferro. Atire a primeira pedra quem ainda não pecou ( sic). No STF tem menos... Bem menos qualificado que o mesmo. Se a regra de escolha é presidencial não se pode execrar mesmo estando diante de um paradoxo de Epiménides, similar ao "Paradoxo do mentiroso" ( Sócrates). Pra se viver feliz e deixar de "engolir sapos", antes tantas calhordices neste Br deveríamos seguir os passos de Heráclito, com meneios misantrópicos, vivendo nas montanhas. Esse presidente que era um jurista( sic) vem negando a sua formação, com tantas iniquidade que comete e cometerá, que antes combatia, então não podemos confiar em nenhum político. A representação parlamentar indireta foi um falha da modernidade; na polis ateniense ela era quase perfeita.
Urge que aparece um novo Péricles, não judas, como sói acontecer rotineiramente.

Eu votaria no atual Ministro da Justiça

Rejane Guimarães Amarante (Advogado Autônomo - Criminal)

Se houvesse eleição para ministro do STF por eleição direta do povo, eu votaria no Dr. Alexandre, agora que o Conjur explicitou alguns de seus principais posicionamentos. Mesmo se não for indicado para a vaga, já que tem tanto apoio político, poderia empenhar-se para que os parlamentares promovam as reformas constitucionais e implementar suas boas ideias.

Político no Supremo

Bruno dos Santos Lopes (Advogado Associado a Escritório - Civil)

Sem dúvida o pior nome de todos os cotados.

Não existe um nome pior para substituir a tão sentida perda do Exmo. Min. Teori.

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