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Sobre (auto)elogios de um brioso magistrado de piso

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24 comentários

Aragão, um delírio

Pé de Pano (Funcionário público)

Desnecessário ou não o elogio do "Molho", esse Aragão não dá uma bola no gol! Em 2006, Richard Dawkins lança o livro ''Deus, um Delírio''!!! O Richard errou no título!!!

Caso de internação da juscarniça

Macaco & Papagaio (Outros)

A elite verborrágica juristocrática não tem jeito.
Dessa vez a CONJUR se supero ao dar, mais uma vez, espaço para a crítica hratuita e grosseira de um quem não tem o menor equilíbrio e pudicícia para tentar desmoralizar e constranger um outro colega, quando faz exatamente o mesmo: o subscritor, então, veio a público se manifestar fora dos autos e sem ser chamado; desta vez, sem a hipócrita desculpa esfarrapada antes apresentada ao CNMP em face de sua confessa ´cagada´.
Outro suposto membro do MP aqui fala em ativismo do Judiciário e esquece dos seus amiguinhos de corporação que chamam a mídia para expor seus teatros ,,,e assim o fazem sem qualquer comedimento.
Falar da excrescência do auxílio-moradia e de outras mazelas que os acometem não querem.
Nem muito ao norte, nem ao sul, são direitistas e esquerdistas fanáticos, com muita cara de pau e falta de vergonha.
Essa é a liturgia dos cínicos e covardes desta colônia imprestável em que os donos do poder desviam a atenção dos verdadeiros problemas da nação.
Falta a estes engravatados coragem para algo concreto para o país, porque são um bando de coadjuvantes apopléticos.,.corpos sem alma e infelizes de nascença.
Enquanto isso, essa contra-raça de mamulengos de papel continuam fazendo do Brasil um hospício.
O Juiz Moro, pelo menos, certo ou errado, faz bem o seu ofício. Se é justiceiro, não sabemos, mas, decerto, não é um politicopata patogênico.
Internem o esquisitóide frustrado antes de sua escatologia final.

Parei de Ler na parte " (...) indigno de um magistrado..."

Marcel Pedro (Outros)

Parei de Ler na parte " (...) indigno de um magistrado...".

Aragão, Aragão, com quantas carta te fazes anão?

Luiz Fernando Cabeda (Juiz do Trabalho de 2ª. Instância)

O procurador Eugênio Aragão abusa de sua imunidade funcional, uma vez que está em atividade a atua junto a uma turma do STJ, para destilar ressentimentos contra membros do MP e da magistratura, especialmente os que estão envolvidos na operação Lava Jato.
Embora tenha uma formação erudita, pratica uma espécie de coronelismo, faz ameaças típicas de quem conta com o apoio de jagunços.
Chegou ao ponto de desrespeitar um professor dirigente da Universidade de Heidelberg porque foi responsável pelo convite a Sérgio Moro para fazer uma conferência e discorrer sobre os meios de combate à corrupção.
As cartas de Aragão são destituídas de interesse público, não são 'cartas à posteridade', nem 'cartas abertas' destinadas a direcionar opiniões.
São antes puro ressentimento pois a facção política com a qual se identifica abertamente - embora não pudesse fazê-lo - perdeu o poder (que ele procurou servir, já às vésperas da queda, mas serviu mal, pois foi quando começou a proferir as ameaças, que se prolongam até agora).
Ao querer marcar Sérgio Moro como "juiz de piso", ofendendo manifestamente a magistratura (como se na primeira instância não se produzisse pensamento de qualidade), alterna linguagem coloquial, ditos do senso comum de gosto duvidoso e um infindável rosário de culpas e queixas que esparge a torto e a direito, por causas reais - que ele avalia mal - ou por causas imaginárias, que repousam no âmago de seu cérebro.
Um homem que teve a oportunidade de tornar-se um gigante na boa interpretação das leis, na condução das políticas do Ministério Público, na independência funcional exercida em favor do país, mergulhou definitivamente na "nanocultura" jurídica.
Com mais alguma dessas cartas, Aragão encontrará sua rima perfeita, com anão.

O nível baixou

EDVAN NEGREIROS MENEZES (Outros)

Vamos lá:

1. Uma nota tão pequena e uma "resposta" com tantos argumentos. Parece que as palavras "humildes" do Moro geram efeitos inacreditáveis até ao articulista.

2. Afirmar que Moro não falaria que Fachin era desqualificado, deixa implicitamente que o articulista também concorda que o Ministro é qualificado. Então, a visão é a mesma.

3. Defender a AUTONIMIA? Se por determinação Constitucional o juízo já tem. Independentemente do que o Ministro pode pensar do nota o JUIZ tem autonomia, pelo menos é o que consta em nosso sistema jurídico.

4. Citar o procurador Luiz F. Fernandes de Souza não é inteligente de sua parte. O procurador é parte no processo, portanto não é crível com a função do juiz Sérgio. É tão absurdo que nem continuarei no assunto.

5. Diminuir criminalidade? Isso o senhor tem que informar aos Direitos Humanos que afirmam que existem meios para diminuir a criminalidade.

6. Viagens? O senhor tentou impedir que ele fosse a ALEMANHA. Mas, a poderosa Alemanha recebeu o ilustre Magistrado. Claro! Um jurista desse gabarito deve ensinar mesmo nos Estados Unidos e na Alemanha. Ele representa qualidade em um país tão deficiente como o nosso.

7. A população e os futuros juristas agradecem o juiz Sérgio Moro.

O nível baixou

EDVAN NEGREIROS MENEZES (Outros)

Vamos lá:

1. Uma nota tão pequena e uma "resposta" com tantos argumentos. Parece que as palavras "humildes" do Moro geram efeitos inacreditáveis até ao articulista.

2. Afirmar que Moro não falaria que Fachin era desqualificado, deixa implicitamente que o articulista também concorda que o Ministro é qualificado. Então, a visão é a mesma.

3. Defender a AUTONIMIA? Se por determinação Constitucional o juízo já tem. Independentemente do que o Ministro pode pensar do nota o JUIZ tem autonomia, pelo menos é o que consta em nosso sistema jurídico.

4. Citar o procurador Luiz F. Fernandes de Souza não é inteligente de sua parte. O procurador é parte no processo, portanto não é crível com a função do juiz Sérgio. É tão absurdo que nem continuarei no assunto.

5. Diminuir criminalidade? Isso o senhor tem que informar aos Direitos Humanos que afirmam que existem meios para diminuir a criminalidade.

6. Viagens? O senhor tentou impedir que ele fosse a ALEMANHA. Mas, a poderosa Alemanha recebeu o ilustre Magistrado. Claro! Um jurista desse gabarito deve ensinar mesmo nos Estados Unidos e na Alemanha. Ele representa qualidade em um país tão deficiente como o nosso.

7. A população e os futuros juristas agradecem o juiz Sérgio Moro.

Artigo ou propaganda política?

lucasum (Estagiário - Criminal)

Infelizmente, após ter sido nomeado ministro de Dilma Rousseff, o autor não parou de atacar todos dá operação lava Jato. Trata, em outras manifestações, seus pares de forma pouco cidadã e agora, por meio de a
"Artigos" até pequenas manifestações do juiz Moro. Infelizmente seus comentários já perderam a seriedade há algum tempo. Só consigo ver ódio em suas palavras. Nada mais.

Aragão

Samuel Miranda Colares (Promotor de Justiça de 1ª. Instância)

Tempo de sobra no serviço público, parece, quem tem é o autor do artigo, que apesar de ser sub procurador geral da República, sequer assim se apresenta ao assinar o artigo, preferindo dizer-se "advogado". Talvez porque se recomenda que o articulista, ao se apresentar, identifique-se com a principal ocupação. Além disso, custo a crer que as "notinhas" do Sr. Moro tomem dele mais tempo que os longos artigos que o articulista vem publicando na imprensa nos últimos meses, inclusive revelando confidências de quem um dia lhe foi próximo - sim, estou falando de várias menções feitas por Eugênio Aragão a encontros reservados que manteve com o atual PGR Rodrigo Janot. Infelizmente a fidelidade é artigo de luxo hoje em dia...

A despeito disso, vejo qualidades no artigo, ao recomendar mais moderação do magistrado no trato com a imprensa. "Vaidade é meu pecado favorito", já dizia John Milton em "o advogado do diabo"

Nota da Redação - comentário ofensivo Comentário editado

hammer eduardo (Consultor)

Comentário ofensivo removido por violar a política do site.

Hierarquia?

rode (Outros)

Em que país vive o recalcado articulista?
Os órgãos do Poder Judiciário são independentes. NÃO EXISTE HIERARQUIA.
Também não existe vedação de o Juiz se manifestar sobre ministros e outros juízes quando lhes conferem elogios. O que se veda é manifestação de processos em julgamento, decisões de outros juízes e ofensas; essas coisas que um certo Ministro do STF costuma fazer.
E pode nominar os milhares de juízes de primeiro grau pejorativamente como juízes de piso, mas na verdade são o alicerce.

EGO

O IDEÓLOGO (Outros)

O Dr. Sérgio Moro procura a aplicação da lei penal aos criminosos. Mas tem um "EGO" que é também, egocêntrico.
Instado pela mídia sobre o sorteio do Ministro E. Fachin, ele deveria permanecer calado.E Juiz com duplo "EGO" perturba a Democracia.

E os outros Ministros do STF ?

William Nascimento Santos (Delegado de Polícia Federal)

Também parabenizo a manifestação do Sr. Eugênio Aragão a respeito da manifestação de apreço e elogio feita pelo Juiz Sérgio Moro ao Exmo. Ministro Edson Fachin, sorteado como novo relator dos processos da Lava-jato que tramitam no Egrégio Supremo Tribunal Federal. Sem entrar no mérito de tais processos, pois não me compete e nem tenho conhecimento dos fatos para assim fazer, eu me pergunto se, ao se manifestar favoravelmente a favor do Exmo. Ministro Edson Fachin, novo relator dos processos da Laja-jato no STF, não estaria o Exmo. Juiz desmerecendo os outros Ministros da excelsa corte, como se os mesmos não fossem igualmente preparados e capazes ? Caso a escolha, por sorteio, recaísse sobre outro Ministro do STF, qual seria a declaração proferida pelo Exmo. Juiz ? Teria o mesmo teor, ou seria diferente ?

Corretor

Servidor estadual (Delegado de Polícia Estadual)

Face *

O MP não deve o mesmo?

Servidor estadual (Delegado de Polícia Estadual)

O MP não deve o mesmo decoro? Cabeça só Procurado, aquele que vive pedindo desculpa se arvorar de corregedor de Juiz, outros ele não sabemos que também não é igual ou superior a um magistrado? Depois pensei que o espaço fosse destinado a teorias ou notícias do mundo jurídico e não para ataques pessoais. Vai uma sugestão ao CONJUR : Entrevistem Alice Bianchini sobre a sobrevivência da teoria do bem jurídico em Facebook a dignidade humana

Sinais do tempo!

Joao Sergio Leal Pereira (Procurador da República de 2ª. Instância)

Sem querer entrar na discussão a respeito dos gratuitos elogios tecidos pelo juiz Moro ao ministro Fachim, chama à atenção a quadra em que se encontra o judiciário brasileiro, mergulhado num ativismo sem precedente na história do pais. Todo eventual fato judicializado é motivo para levar o magistrado a se manifestar, não nos autos, mas nas páginas dos jornais que lhe assediam. Foi-se o tempo do juiz que falava nos autos, substituído, já agora, pelo ativista de plantão que não se contém diante da mídia ávida por fato noticioso. Oxalá, sirva a discussão para provocar, ao menos, uma profunda reflexão, de modo a trazer o Poder Judiciário aos trilhos do comedimento e da liturgia.

Hierarquia entre magistrados?

Fabio M. Lima (Advogado Autônomo - Administrativa)

Professor,
Concordo plenamente que toda a magistratura deve buscar conter-se aos autos, evitar os holofotes que mais ofuscam do que iluminam. Mas não posso deixar de discordar da suposta hierarquia apontada no texto.
O Poder Judiciário no Brasil é uno (art. 92, CRFB), assim também o Ministério Público (art. 127, §1º, id) e não há hierarquia ente seus membros (e destes com a advocacia, art. 6º, Lei 8906/94), mas apenas repartição de competências. De modo que nenhum ministro de qualquer tribunal é superior hierárquico de qualquer juiz, mas o presidente do STF exerce o papel de chefe de poder, apenas.
Chama atenção ainda o tratamento dispensado ao seu colega de MPF, reduzindo o seu papel de Procurador-Regional da República a um "ostracismo de parecerista".Os pareceres, o senhor bem sabe, são umas importante dentre as diversas atribuições que o cargo impõe.
Em verdade, as críticas dirigidas às decisões administrativas do TRF4 seriam muito melhor endereçadas por um integrante da PRR-4, dentro dos autos, do que por uma nota de blog.
Saudações.

Parabéns

Heriva (Procurador Autárquico)

Parabéns ao Dr. Eugênio Aragão por mais este brilhante artigo. Parabéns, especialmente, pela coragem em nadar contra a corrente.

Lamentáveis delírios

Martins Sócio Escritório (Advogado Sócio de Escritório - Empresarial)

Então quer dizer que o TRF deveria se atentar para as cartas e palestras que o de. Sérgio Moro faz? Não seria o caso também de o MPF verificar o tempo gasto pelo "articulista-missivista" nos seus delírios cada vez meus constantes?

São os falsos "mouros" do ofício!

Paulo Jorge Andrade Trinchão (Advogado Autônomo)

Parabenizo o autor pelo pertinente artigo. Na verdade, o que resta demonstrado é que na prática, a jurisdição que o vaidoso juiz exerce é a do incrível show da histeria alimentada pela mídia interesseira, e aí exsurge a fascinação estéril de uma platéia incauta que é facilmente manobrada, ao escopo de sufocar grampos telefônicos e prisões suspeitos, e o mais medonho, sem um centavo de prova cabal e consistente, talvez, nem no sistema "Nazista", se tomou conhecimento de tamanhas abusividades e arbitrariedades, a um só tempo!

Comédia

ttorres (Procurador da Fazenda Nacional)

Texto em tom desrespeitoso falando em respeito. É de rir.

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