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Baixa adesão à "eleição" para ministro do Supremo é vista com bons olhos

Comentários de leitores

4 comentários

Não se pode esquecer

Zé Machado (Advogado Autônomo - Trabalhista)

O simples quesito de celebridade não é suficiente à indicação, senão, teremos a repetição do badalado ministro guindado ao STF apenas por ser negro. Outro factoide não se deve repetir. Essa lista e outras apresentada à margem da lei apenas demonstra as inoportunas intromissões no poder como é comum em republiquetas de bananas.

Lista tríplice

Neli (Procurador do Município)

Sou contra, também!
Afinal, a lista vai tirar do "dono constitucional" o direito de nomear quem ele quiser.
Ministro deve ser alguém com sabedoria jurídica e reputação ilibada.
Oras, nesses critérios, cabe ao Presidente da República indicar e nomear quem ele achar o melhor.
Não há determinação Constitucional que ele seja juiz federal, estadual ou desembargador. Pode ser um advogado militante ou bacharel em direito!
Entendo que Ministro da Augusta Corte deveria ser desembargador (ou federal ou estadual!) De lege ferenda poderia ser mudado nesse passo.
Aliás, sou contra o Quinto Constitucional: advogado ou membro do Ministério Público que queira ser desembargador que preste concurso público.
Lista tríplice: salvo disposição legal, sou contra essa lista.
Faz uma votação, os três primeiros votados e a autoridade necessariamente tem que escolher o mais votado?
Onde está o critério de conveniência e oportunidade para a escolha?
Finalmente, quanto a essa eleição: até entendo que os nomes são aptos a serem elevados para a Corte Suprema, mas...

Todo poder emana do povo e não de uma classe!

Weslei Estudante (Estagiário - Criminal)

Por óbvio em cargos vitalícios jamais uma classe deve escolher uns dos poderes. Apesar de ocorrer em tribunais na lista tríplice.
No caso do PGR acho até plausível, porém não o melhor modelo. Entretanto, não sei como um partido possa ser tido como mais corrupto por alguns, abdicar de escolher o PGR??

Sobre o comentário do Ministro Gilmar sobre “sindicalistas” e lista tríplice, é ideológico, ao meu ver porque não atende a ideologia dele. Os CNMP e CNJ foram de certa forma um conselho de classe para julgar a própria classe no âmbito administrativo. O ideal seria mais 2 vagas para a defensoria pública e mais um da advocacia ou representante da sociedade.

Enfim, deve-se aplicar em indicações de agentes políticos com a observância do (art.1°, V e parágrafo único da CF). E ter em mente que o ser humano tende a se agrupar “clã” e defender os seus pares, é natural. O direito deve regular isso, principalmente quando entra na ciência exatas. Logo, o pluralismo político é fundamental em qualquer poder ou órgão da administração.

Literalmente

Professor Edson (Professor)

"Eleição"mesmo. Já o salário, ó.

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