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Prestação de contas

Ministro Campbell baixou 93.333 processos desde quando chegou ao STJ

O ministro Mauro Campbell, do Superior Tribunal de Justiça, baixou 93.333 processos desde quando chegou à corte, em junho de 2008, até o dia 18 deste mês. Ele recebeu 102.637 processos no período. Os dados estão em relatório de atividades divulgado pelo ministro nessa terça-feira (19/12).

De 2008 a 2017, Mauro Campbell recebeu 102.637 processos em seu gabinete.
STJ

De acordo com o documento, o ministro assumiu o gabinete com um acervo de 13.707 processos. O acervo atual é de 5.224 processos. “A despeito do constante déficit de servidores nos últimos anos de labuta e do número de processos distribuídos, seguimos convictos da viabilidade de uma prestação jurisdicional célere e qualificada, fruto do comprometimento de todos”, disse.

O ministro listou também alguns dos principais julgados relatados por ele durante o ano de 2017. Entre eles, o caso no qual ficou decidido que a figura do ministro revisor continua a existir nas ações rescisórias, nas revisões criminais e nas ações penais de sua competência originária, pois continua em vigor o artigo 40 da Lei 8.038/90, mesmo após o novo Código de Processo Civil.

Campbell também lembrou no relatório de prestação de contas feitos realizados à frente da Corregedoria-Geral da Justiça Federal, cargo que assumiu no período de 30 de agosto de 2016 a 21 de setembro deste ano.

Clique aqui para ler o relatório.
Clique aqui para ler o relatório de gestão sustentável do gabinete. 

Revista Consultor Jurídico, 20 de dezembro de 2017, 19h19

Comentários de leitores

1 comentário

Jurisprudência defensiva

Luiz.Fernando (Advogado Autônomo - Consumidor)

Com o devido respeito, o termo BAIXOU da matéria está corretíssimo, pois dos inúmeros processos que batem às portas do STJ, a imensa maioria (fora peticionantes com mais direitos que os demais jurisdicionados, a exemplo dos Bancos e grandes empresas), são inadmitidos de plano, em acórdãos obstaculizadores idênticos, citando os mais diversos mecanismos para não se entregar a tutela jurisdicional efetiva.
Sequer o Novo CPC conseguiu romper esta barreira, a quantidade de norma inócua é gritante...

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