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Dedos cruzados

OAB divulga lista preliminar de aprovados no XXIV Exame de Ordem

Foi divulgado nesta segunda-feira (4/12) o resultado preliminar da primeira fase do XXIV Exame de Ordem Unificado (prova objetiva), aplicada em 19 de novembro. Para quem quiser recorrer, o prazo começa às 12h da próxima terça-feira (5/12) e vai até as 12h de sexta-feira (8/12), conforme o horário de Brasília, no site da Fundação Getulio Vargas. O resultado final deve ser anunciado no dia 13 de dezembro. A segunda fase está marcada para 21 de janeiro de 2018. A aprovação no Exame de Ordem é requisito necessário para a inscrição nos quadros da OAB como advogado.

Clique aqui para ver a lista de aprovados.

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Revista Consultor Jurídico, 4 de dezembro de 2017, 16h01

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OAB:Temos que banir trabalho análogo a escravo

VASCO VASCONCELOS -ANALISTA,ESCRITOR E JURISTA (Administrador)

Por Vasco Vasconcelos, escritor e jurista. Criam-se dificuldades p/ colher facilidade$$$.
A escravidão foi abolida há 129 anos. Antes da promulgação da Lei Áurea, era legal escravizar e tratar as pessoas como coisa, para delas tirarem proveitos econômicos. O jabuti de ouro da OAB, o caça-níqueis exame da OAB, cuja única preocupação é bolso dos advs .devidamente qualificados pelo Estado (MEC), s/direito ao primado do trab. renegando pessoas a coisas. Alô MPF, o que OAB vem praticando com seus cativos deve ser tipificado como trabalho análogo à escravo, ao cercear o direito ao primado do trabalho. Como esses cativos vão pagar o Fies? Como vão conseguir experiências de 2 ou 3 anos exigidos nos concursos públicos p/ magistratura, se estão impedidos do livre exercício profissional cujo título universitário habilita? Isso fere a dignidade da pessoa humana. E por falar em escravidão, o Eg. STF ao julgar o INQUÉRITO 3.412 AL, dispondo sobre REDUÇÃO A CONDIÇÃO ANÁLOGA A DE ESCRAVO. ESCRAVIDÃO MODERNA, explicitou: (…) “Para configuração do crime do art. 149 do Código Penal, não é necessário que se prove a coação física da liberdade de ir e vir ou mesmo o cerceamento da liberdade de locomoção, bastando a submissão da vítima “a trabalhos forçados ou a jornada exaustiva” ou “a condições degradantes de trabalho”, condutas alternativas previstas no tipo penal. A “escravidão moderna” é mais sutil do que a do século XIX (..) Priva-se alguém de sua liberdade e de sua dignidade tratando-o como coisa e não como pessoa humana, o que pode ser feito não só mediante coação, mas também pela violação intensa e persistente de seus direitos básicos, inclusive do direito ao trabalho. (..) Isso também significa “reduzir alguém a condição análoga à de escravo .Ufa!

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