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Polícia nas telas

Recheado de clichês, filme sobre "lava jato" simplifica história e achata personagens

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Comentários de leitores

12 comentários

Ficção!

Marcelo-ADV (Outros)

O filme explica como o Brasil se tornou a República dos Vazamentos? Três anos de vazamentos?

“A Lei é para todos” = 100% ficção.

Com defeitos, mas filmaço

D. Avlis (Outro)

Participei de um fato retratado no filme e me impressionou o respeito à fidedignidade até com pequenos detalhes como a tipografia de despachos e os processos eletrônicos. As únicas críticas que poderia fazer ao filme seriam a excessiva proximidade temporal com os fatos (é tudo ainda muito recente) e a falta de desenvolvimento da personalidade de alguns personagens (a delegada faz as vezes do público para explicarem detalhes e ficou parecendo desinformada em algumas cenas). De resto, impossível fugir de alguns clichês do gênero. Mas, tirando isso, é um filme que vai ficar para a história. Trata com o máximo de isenção e, de certa forma, expõe ambos os lados e algumas críticas feitas à operação, como a polarização, a suposta seletividade, dentre outros aspectos. É certo que tende um pouco para o lado dos heróis, o que faz com que alguns "vilões" sejam pintados até de forma caricata. Afinal, o nome do filme é "Polícia Federal". Aconselho a todos que vejam, para prestigiar a indústria nacional e a diversidade de gêneros (não apenas as comedinhas da Globo Filmes, do Leandro Hassum e cia). Tirem suas próprias conclusões para ver se concordam comigo com o fato de o filme não ser panfletário nem propagandista. Parece um filme policial como vários que vemos de Hollywood. Um bom programa para qualquer matiz ideológico ou político-partidário. Uma curiosidade: usaram a imagem do prédio do Ministério Público do Estado do Paraná ao invés de usar a do MPF.

Até

Bellbird (Funcionário público)

o filme incomoda o pessoal do Conjur.

O fracasso dos mais famosos advogados em evitar que seus clientes fossem presos gerou esta estranha frustração.
A lava jato continua, quer queiram ou não.

Quanto preconceito

Servidor estadual (Delegado de Polícia Estadual)

"Recheado de clichês". Cultura é a glamorizarão dos filmes do tipo Carandiru, onde um homem vende a irmã para pagar as dividas de droga que faz na prisão, /salve Geral, onde uma professora tem um filho drogado que resolve virar motorista do crime organizado e se apaixona pelo líder da quadrilha levando recados para matar pessoas na rua. esses são bons exemplos para a sociedade, ou ainda o recente "escândalo" patrocinado pelo antigo governo, onde pessoas nuas caminham em circulo pelo palco nuas, e a dado momento se agacham e examinam o ânus uma da outra, isso pago com dinheiro publico, isso deve ser cult. No dia em que se pública artigo do prof. Nucci, o CONJUR demonstra parte do preconceito com os órgãos de segurança. Aceita-se que o filme possa ser ruim, como foram os citados acima, mas a rusga imputada aos delegados não se sustenta, pois não foram eles nem o MPF que escreveram a estória, mais, o filme demonstra a parte de cima da investigação, ou para o articulista só trabalha na atividade policial quem faz campana? Não conheço a realidade dos delegados da Polícia Federal, mas não devem ser muito diferente da nossa, efetuamos monitoramento, prisões, diligências, busca e apreensões, etc., embora, reconheço que exista parte da classe que entende que deve ficar no gabinete, mas é uma pequena parcela e em extinção.

Deixemos a bilheteria decidir.

Drake (Advogado Assalariado - Eleitoral)

Até resenha de cinema o Conjur começa a fazer para atacar a Lava-Jato e defender bandidos. Deixemos a bilheteria dizer se o filme é ruim mesmo.

quero assistir!

Palpiteiro da web (Investigador)

Vou assistir com certeza e espero que lancem a parte II do filme com a cena da prisão do chefão da quadrilha. Pena que neste filme não foi retratado a condução coercitiva do mafioso...

Rambo moderno

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Deve compor o gênero "Rambo moderno", evoluindo-se da artilharia pesada para o "combate ao crime" de caneta e paletó. Inútil em quase todos os aspectos, mas que representa uma evolução no gosto popular em relação aos clássicos da violência e hediondez glamorizados nas décadas de 1980 e 1990.

excelente filme ! Vi o trailler !

daniel (Outros - Administrativa)

Quem reclama são os comunistas, os quais estão acostumados a fazerem filmes comunistas com verbas públicas (incentivos fiscais) ou de verbas públicas, sempre explorando o coitadismo social e penal. O simbolo do comunismo deveria ser proibido assim como é o do nazismo, afinal comunismo matou muito mais gente, e tanto nazismo como comunismo são regimes péssimos e que pregam a divisão em classes.

Institucional

Igor JP (Outros)

Nada mais do que uma peça de propaganda que acalenta o coração de delegados menos famosos que os Procuradores da República. Um auto-afago.

Caviar

Zé Machado (Advogado Autônomo - Trabalhista)

Caviar para os coxinhas.

Não assisti...

S.Bernardelli (Funcionário público)

Não assisti e nem vou perder meu tempo e dinheiro em assistir no CINEMA ou DVD porcaria. Nem para classificação de pior filme Hollywood não entra, pois ainda não inventaram o Oscar de ASSUSTADORAMENTE PIOR FILME.

Comentário!

Marcelo-ADV (Outros)

“A Lei é para todos”.

O nome do filme já releva a falta de fidelidade com a realidade. Em suma: 100% ficção.

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