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Conversa no escuro

Amigo de Moro intermediou negociação de delação premiada com o MPF, diz advogado

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Comentários de leitores

7 comentários

ninguem esta acima da lei

marias (Contabilista)

Em nota, Moro critica jornalista e dá argumento imbatível em favor de acusado: “Ele é meu amigo”...este é o togado "herói"midiatico que comanda a Lava-Jato...persegue seus desafetos e blinda seus interesses...."grande" juizeco

Como na Itália não, mas....

syd (Consultor)

Estou vendo que vai tudo acabar como na Itália.

Todas as ações para o combate da corrupção reprimidas e os mesmos políticos de sempre - com dinheiro e poder - se livrando da cadeia.

O pior: cidadãos que deveriam condenar a classe política, se voltam contra os acusadores(!!!).

Quem quiser viver num real Estado Democrático de Direito que vá para a Suécia, ora pois!!!

O julgador

syd (Consultor)

O Juiz não segue meus interesses, logo, o ataco.
Ora, há mais três instâncias para reclamar contra eventuais injustiças do julgador.
Ainda temos as Corregedorias e o CNJ.
Por que não mudo o assunto, não procuro as vias legais?

Por que procuro a imprensa?
Para "queimar" o Juiz?
Que coisa!!!

Tiremos, então, todos os Juízes!!! Coloquemos então os réus em seus lugares!!! Eles farão a verdadeira JUSTIÇA!!!

Como diz o poeta "a vida dá, nega e tira",

ledesma (Advogado Autônomo)

6 - O tal Zucolatto diz que trabalha com a banca Tacla Duran, mas que conhece só Flavia e nem sabia que Rodrigo seria sócio, o que, se fosse analisada tal afirmação pelo juiz da 13 vara certamente daria ensejo a condução coercitiva.

7 - E o fato simples da advogada ser também advogada da Odebrecth seria usado como indício de participação na operação.

8 - A foto apresentada, claro, seria usada como prova.

9 - A negativa de Zucolatto que afirma não ter o aplicativo no seu celular seria fundamento para busca e apreensão do aparelho.

10 - Enfim, a afirmação de que o pagamento deveria ser em espécie, não precisaria ter prova, pois o próprio juiz admitiu ontem numa palestra, que a condenação pode ser feita sem sequer precisar do ato de ofício, sem nenhuma comprovação.

Conclusão: Ou seja, embora exista, em tese, a hipótese destes fatos serem falsos o que nos resta perguntar é como eles seriam usados pela República do Paraná? Se o tal Dalagnol não usaria a imprensa e a rede social para expor estes fortes "indícios" que se entrelaçam na visão punitiva. Devemos continuar dando a eles a presunção de inocência, mesmo sabendo que eles agiriam de outra forma.

Como diz o poeta "a vida dá, nega e tira", um dia os arbitrários provarão do seu próprio veneno."

Como diz o poeta "a vida dá, nega e tira", um dia os arbitrá

ledesma (Advogado Autônomo)

Diante da notícia, Kakay compartilhou no WhatsApp texto no qual, em exercício de imaginação, aborda como seria o trato da acusação conforme o modus operandi do juiz Federal.

"É claro que temos que dar ao Moro e aos Procuradores a presunção de inocência, o que este juiz e estes procuradores não fariam, mas é interessante notar e anotar algumas questões:

1- O juiz diz que não se deve dar valor à palavra de um "acusado", opa, isto é rigorosamente o que ele faz ao longo de toda a operação!

2- O juiz confirma que sua esposa participou de um escritório com o seu amigo Zucolotto, mas sem "comunhão de trabalho ou de honorários". Este fato seria certamente usado pelo juiz da 13 vara como forte indício suficiente para uma prisão contra um investigado qualquer. Seria presumida a responsabilidade, e o juiz iria ridicularizar esta linha de defesa.

3 - A afirmação de que 2 procuradores enviaram por e-mail uma proposta nos mesmos termos da que o advogado, padrinho de casamento do juiz e sócio da esposa do juiz, seria certamente aceita como mais do que indício, mas como uma prova contundente da relação do advogado com a força tarefa.

4 - O fato do juiz ter entrado em contato diretamente com o advogado Zucolatto, seu padrinho de casamento, para enviar uma resposta à Folha, ou seja combinar uma resposta a jornalista, seria interpretado como obstrução de justiça, com prisão preventiva decretada com certeza.

5 - A negativa do tal procurador Carlos Fernando de que o advogado Zucolatto embora conste na procuração, não é seu advogado mas sim um outro nome da procuração, seria ridicularizada e aceita como motivo para uma busca e apreensão no escritório de advocacia.
pena que não cabe a resposta do advogado inteira

E agora

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Lula e outros também disseram que eram inocentes...

Nos dias de hoje ...

Rejane Guimarães Amarante (Advogado Autônomo - Criminal)

Cai o rei de espadas, cai o rei de ouros, cai o rei de paus, cai, não fica nada...
O Brasil é uma gracinha. Só rindo ! Ontem, caíram, hoje vão derrubar.

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