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Falta de provas

Trabalhador demitido acusado de fumar maconha reverte justa causa

Comentários de leitores

6 comentários

cigarro de maconha

evangelista.adv (Advogado Autônomo - Consumidor)

Decisão justa a do Juiz. a demissão por justa causa no caso aqui, girava em torno da prática de ato ilícito, ( fumar maconha nas dependências do shopping), ou seja, se o empregado estivesse fazendo uso de cigarro comum, não haveria problema, então, o que se questiona é: qual a prova de que realmente a substancia se tratava de maconha. a empresa provou ?? não!!! quando alguém é preso por tráfico de entorpecentes, é necessário fazer a análise da substância para ter a certeza de que se trata de entorpecentes. do contrário, mesmo que seja droga, a prisão e as provas perderá sua validade. além disso, a afirmação de apenas um segurança se torna frágil, más, nesse caso, mesmo que fossem vários que tivesse presenciado, não acrescentaria em nada, sem a análise da substância. parabéns ao magistrado que fez justiça. independente de qual lado, empregado ou empregador.

Barbaridade.

Drake (Advogado Assalariado - Eleitoral)

A Justiça do Trabalho é verdadeiramente um desserviço ao país. Nem o uso de drogas no local de trabalho serve para demitir, com um raciocínio pueril e estúpido como "Não tem provas de que fosse cocaína. Poderia ser fermento, farinha ou neve". Como disse o Dr. Pintar, é óbvio que não haveria demissão se o tal funcionário fosse um bom empregado.

Desarticulação da relação de trabalho

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Vê-se que a irracional Justiça do Trabalho insiste em desarticular a relação de emprego no Brasil, dando vazão aos delírios de seus julgadores ao invés de aplicar a lei ao caso concreto. Pensemos um pouco. Qual empresa dispensa um bom trabalhador, que gera resultados positivos para a atividade econômica? Sabemos que nenhum. O "trabalhador" em questão certamente era improdutivo, pois de outra forma não seria demitido. Nesse ponto é que começam os delírios e alienações. A Justiça do Trabalho ao invés de lançar olhares mais profundos sobre o evento (no caso a dispensa) contenta-se com o que estão acostumados: o trabalhador é um "coitadinho" que foi demitido injustamente pelo maléfico empregador, apenas com o fim de prejudicá-lo. A partir desse conceito equivocado, vai construindo um mundo fictício, fora da realidade, prejudicando gravemente as relações de emprego e a atividade econômica do País. A época do trabalhador "coitadinho" já passou. Diferentemente do que ocorrida há meio século, hoje, absolutamente nenhum trabalhador permanece em uma empresa porque gosta ou está obrigado, mas sim porque não consegue arrumar outro emprego melhor em outro local. Ciente da presença de lunáticos na Justiça do Trabalho, apresenta-se por vezes arredio a normas de produtividade e convivência, sabendo que terá proteção a seus abusos. Nesse ponto é que notamos a desarticulação da relação de trabalho, pois caso os fatos fossem analisados de forma real, sem a visão deturpada, o trabalhador teria plena consciência que seus desajustes em face ao processo econômico da empresa redundaria em prato vazio, passando a cultivar uma postura de produtividade e colaboração, tal como ocorre no restante do mundo produtivo.

Dois pesos

Porto (Advogado Associado a Escritório)

Se o empregador filma, não pode, se não filma, não prova. Uma única testemunha do empregado vale mais do que três do empregador. Uma testemunha do empregador, contra nenhuma do empregado, não vale. O juiz por acaso perguntou ao coitado o que ele estava fumando ou deduziu que poderia ser cigarro de palha? Viva nossa Justiça do Trabalho.

Cigarro de palha!

Neli (Procurador do Município)

Cigarro de palha!
Até meus ,quase trinta anos , fume cigarro de palha(em casa)i, porque meu avô enrolava para mim.
Não se pode comparar cigarro de palha(enrolado na palha de milho), com o ilícito.
O ilícito deixa um cheiro terrível e,parece-me, não é enrolado em palha de milho.
No caso ,aqui narrado, se não foi comprovado, a empresa deve ser condenada!
Todavia, a prova por uma escoteira testemunha não é válida?
No mais, fiz apenas essa ressalva,para homenagear meu avô e defender o cigarrinho de palha.

Decisão incongruente

O IDEÓLOGO (Outros)

Mais uma decisão que não tem papel educador. O empregado, possivelmente, com baixo nível cultural, acredita que terá a autorização da carcomida Justiça do Trabalho, para em outro emprego fumar maconha, pé-de-galo, haxixe e outras drogas.
Vade retro Justiça do Trabalho.

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