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Intuição do magistrado

Juiz não pode revogar prisão domiciliar apenas por risco de reiteração criminosa

Comentários de leitores

6 comentários

Hipocrisia tem limite

J. Ribeiro (Advogado Autônomo - Empresarial)

Esquece o Ministro que o juiz das instâncias ordinárias, por se encontrar mais próximo da realidade do caso, deveria ser valorizada, principalmente em questões criminais.
O ilustre Ministro, além ser conhecido como voto vencido na Corte, tem passagens conhecidas sobre solturas de "bandidos" que logo em seguida praticaram novos crimes e outros foragidos, como o caso famoso e até hilário do ex-banqueiro Cacciola, o qual logo após a soltura fugiu para Itália, do médico Aniz Abraão, do Turcão, do Deco, do capitão Guimarães e tantos outros. Recentemente o caso da soltura do goleiro Bruno, da garotinha má que matou Suzane Richthofen.
Indicado pelo primo e ex-presidente deposto Collor, respondendo por vários crimes, não se pode esperar muito mesmo.
Por ser um grande "humanista", como assim se considera, deveria, com o devido respeito, ao invés de julgar, realizar missas (para presidiários).

volta para a área trabalhista Ministro do STF!!

daniel (Outros - Administrativa)

volta para a área trabalhista Ministro do STF!! Esta visão romântica de bandido só existe em contos de história... na área penal a questão é diferente....

O excesso de garantismo penal

O IDEÓLOGO (Outros)

O excesso de Garant

Caiu na mesa, é rua.

Professor Edson (Professor)

Não conceder HC para o ministro é algo inaceitável, um verdadeiro vício.

Paga-se bem

FAB OLIVER (Consultor)

Isso agora vai dar margem para aliciamento de mulheres e para esse povo aumentar a procriação. O traficante vai ganhar o dele, a mulher não será presa, e o filho? põe na conta do trabalhador, que banca o assistencialismo.

Distância da realidade

Galo Furioso (Investigador)

Acho que está faltando seriedade ao Min. Marco Aurélio. Ora, a reiteração delitiva, por colocar em risco a ordem pública, é justamente uma das causas para a decretação da prisão preventiva. E se a prisão domiciliar é incapaz de impedir a continuidade da prática de crimes, fica claro que que as rés devem tornar à segregação cautelar.

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