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Incêndio criminoso

TST acompanhará investigações de atentado a bomba em vara do Trabalho

Os ministros do Tribunal Superior do Trabalho Márcio Eurico e Caputo Bastos vão acompanhar as investigações sobre o incêndio na Vara de Trabalho de Sorriso (MT). 

No dia 4 de abril, o local foi alvo de um atentado a bomba, que deu início a um incêndio. Ninguém ficou ferido. Segundo o Tribunal Regional do Trabalho da 23ª Região, o incêndio danificou equipamentos e instalações, mas não foi identificado dano aos processos físicos que ainda tramitam na unidade. Por causa do ataque, os prazos processuais foram suspensos na vara entre os dias 5 e 16 de abril.

Na última reunião da Subseção I Especializada em Dissídios Individuais (SBDI-1) do TST, o ministro Guilherme Caputo Bastos disse já tendo sido descartada a possibilidade de mero acidente. Ele solicitou ao ministro Ives Gandra Martins Filho, presidente do tribunal, que o TST ajudasse o TRT-23 na apuração dos fatos.

Ele destacou que é importante os ministros do TST e o presidente acompanharem de perto as investigações e solicitou que o caso seja levado à direção-geral da Polícia Federal para que “dê ao TRT todo apoio no sentido de esclarecer imediatamente o fato”. Com informações da Assessoria de Imprensa do TST.

Revista Consultor Jurídico, 12 de abril de 2017, 13h59

Comentários de leitores

1 comentário

TST

O IDEÓLOGO (Outros)

É grave o ataque de meliantes contra patrimônio federal.
Com a Constituição de 1988 foram enaltecidos os direitos em detrimento das obrigações.
Os "rebeldes primitivos", expressão emprestada do historiador marxista Erick Hobsbawm e adaptada ao contexto brasileiro, sufragados por intelectuais que abraçaram o pensamento do italiano "Luigi Ferrajoli, expresso na obra "Direito e Razão", passaram a atuar em "terrae brasilis" em agressão à ordem estabelecida, ofendendo os membros da comunidade.
Aqueles despossuídos de prata, ouro, títulos e educação especial, agredidos pelos rebeldes, passaram a preconizar a aplicação draconiana das normas penais, com sustentação no pensamento do germânico Gunther Jabobs, resumido no livro "Direito Penal do Inimigo". Acrescente-se, ainda, a aplicação das Teorias Econômicas Neoliberais no Brasil, sem qualquer meditação crítica, formando uma massa instável e violenta de perdedores, fato previsto pelo economista norte-americano, Edward Luttwak no livro denominado "Turbocapitalismo".
Diante desse "inferno social" o Estado punitivo se enfraqueceu. A situação atingiu nível tão elevado de instabilidade, que obrigou o STF em sua missão de interpretação da Constituição e de pacificação social, lançar às masmorras, de forma mais expedita, os criminosos.
Em decorrência do atrito entre o pensamento do intelectual, preocupado com questões abstratas, e a dura realidade enfrentada pelo povo, principal vítima dos rebeldes, a Democracia soçobra.

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