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Falta de provas justifica prisão temporária de Palocci, afirma Sergio Moro

Comentários de leitores

61 comentários

Texto dolosamente distorce os fatos

O Ninfador (Outros)

Os anti-Moro querendo colocar palavras na boca do ilustre Juiz e do Dallagnol, distorcendo os fatos cabalmente comprováveis! Os que criticam os caçadores de corruptos parecem estar conformados com o mau uso do dinheiro público, parecem satisfeitos com o desvio do dinheiro suado dos contribuintes para encher a mala dos praticantes da corrupção!!! Deixa o Moro trabalhar frente ao complexo e ardiloso projeto criminoso, o maior da história do Brasil, pois a boquinha de mamar nas tetas estatais já está com os dias contados!!!!!

Pode rir, caseiro Francenildo

Pé de Pano (Funcionário público)

É Francenildo, a hora do seu opressor Palocci chegou!!!! O tempo recompensa a honestidade, pois, vale mais um pobre livre do que um rico preso. Quanto ao texto, detectou-se que o articulista é mortadela, numa tentativa de induzir o leitor ao erro, pois é notória a presença de provas!!!!

Prisão temporária seria para isso?

Célio Parisi (Advogado Assalariado - Criminal)

Prisão temporária seria para o caso dele, se ele não estivesse sendo investigado há muito tempo! Se assim é, não haveria risco iminente d`ele influenciar na colheita de elementos de provas, a justificar o seu segregamento temporário. Deveria, então, seguir com a investigação com ele em liberdade. caso contrário, se vier a se esvair todos os prazos possíveis da temporária e não tiver elementos para a preventiva, haverá abuso de poder passível até de indenização pelo Estado. É gratificante ver a coragem e o engajamento dos envolvidos na investigação e nas decisões, mas existeum grande risco pelos exageros! Vamos aguardar o desfecho!

Basta ler o despacho do Juiz

C.B.Morais (Advogado Autônomo)

O texto da reportagem pode não estar bom, inclusive com digitação incorreta em um ou outro ponto, mas basta ler o despacho anexo, do Juiz Moro. É interessante a lista de suposição contra o Italiano - seria o Palocchi mesmo? Há até uma correção - JD, não é mais referência ao José Dirceu. Sei não, é incrível as decisões que estão sendo tomadas nesses processos da Lava-jato, assim como o fato de que pessoas que deveriam ler as fontes, se acomodam em criticar o texto da CONJUR, somente. Mas a pergunta que não pode calar, o ex-deputado Cunha terá o mesmo tratamento?

Repeteco

radiocunha (Outros)

Assim como criaram a teoria do "dominio do fato", o justiceiro de Cutitiba e seus genéricos, em busca de holofotes, criaram agora a teoria do " Não temos provas, mas temos convicções".
Estamos ruins de justiça mesmo.

Liberdade é a regra!!!

Luis Feitosa (Advogado Associado a Escritório - Criminal)

Enquanto cidadão fico feliz em vê que o Estado estar se estruturando no combate a corrupção que assolapou(a) o Brasil.
Como advogado fico um tanto preocupado, pois vejo que nitidamente consagradas regras constitucionais são diuturnamente vilipendiadas, onde os fins (independente de qualquer regra) justificam os meios.
Crescemos ouvindo que qualquer um do povo que em determinado momento da vida venha infringir a LEI, deverá ser responsabilizado na estrita possibilidade admitida. Isso é a regra!
Membros dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário também estão inseridos nesse contexto. Portanto, devem ser responsabilizados e punidos, independentemente dos partidos políticos a que pertençam. Mas não é isso que estamos acompanhando na denominada "operação lava jato".
Contudo, a meu sentir, aqueles que têm legitimamente o poder de julgar seus semelhantes jamais deveria(m) ser parcial(is) em seus atos, no contrário também devem ser responsabilizados criminalmente. Outrossim, com uma agravante, pois esses têm plena consciência de seus atos e consequências.
Ademais, admiro a dedicação e coragem de todos os agentes envolvidos nessa operação.

Outro veículo

Gabriel Matheus (Advogado Autônomo - Consumidor)

Para que não se atenha a uma única fonte, segue abaixo a transcrição da mesma notícia pelo site Migalhas (Migalhas 3.956):

"Dizem pela internet que Moro justificou a prisão de Palocci na falta de provas. Este rotativo, que, como bem sabe o leitor, está longe de dar amém aos despachos do magistrado de Curitiba, tem o dever com a verdade. E a verdade é que não foi isso que aconteceu. Com efeito, goste-se ou não, o mandado de prisão é amarradinho. E se ampara em vários aspectos. No ponto em que trata do risco de fuga, Moro sugere que ainda não foram identificadas as contas no exterior. Todavia, numa operação deste vulto, é de se supor que já se tem notícia do batom e da cueca, bastando pouco para encontrar um no outro. Ademais, este é apenas um dos requisitos. Vencido este, ainda sobram outros. Ei-lo, aqui, na íntegra."
http://www.migalhas.com.br/Quentes/17,MI246237,61044-Exministro+Antonio+Palocci+e+preso+na+Lava+Jato

Se quiserem provar que o MP e o Judiciário ....

Rogério Maestri (Engenheiro)

Se alguém quiser provar que as chefias do MP e o Judiciário pela teoria do domínio do fato promovem a corrupção, tenho o caminho para isto....

Contradição gritante

Orlando Maluf (Advogado Sócio de Escritório)

No terceiro parágrafo da matéria afirma-se que, de acordo com o juiz, há provas de pagamento de 128 milhões a Palocci, mas ainda não há provas do recebimento dessa quantia (????!!!!). Como conciliar essas duas afirmações? Palocci recebeu ou não a declarada propina? Se recebeu, que se apresente as provas para justificar sua prisão, se não há provas do recebimento a prisão é injusta e ilegal

Pais sem lei

Henrique (Outros)

Como cidadão quero ver a corrupção banida de nossa sociedade, mas, lembrem-se brasileiros e brasileiras, não são somente políticos que cometem corrupção. O cidadão ou a cidadã comum também comete corrupção. Portanto, entendo que para que possamos erradicar esse cancro de nossa sociedade só existe o caminho da educação. Porém, me deparo com essa notícia em que o cidadão já é considerado culpado mesmo não tendo provas. Ora, se não tem provas, porque mandou prender. Não estaremos indo para o caminho perigoso das ditaduras? O Juiz só manda prender aqueles que considera seus desafetos e outros que também foram citados estão leves, livres e soltos. Que pais é esse????

Um absurdo atrás do outro

Hélder Braulino Paulo de Oliveira (Advogado Autônomo)

Crimes pelos quais o juiz sérgio moro decretou a prisão temporária do ex Ministro Antônio Palocci são insuscetíveis de prisão temporária.

Nem corrupção passiva,nem lavagem de dinheiro estão no rol do artigo 1º da lei 7960/89. Resta a formação de quadrilha cuja pena máxima é três anos de reclusão, pena essa admissível de substituição por sanção restritiva de direitos,com a redação imposta à parte geral do código penal pela lei 9714/98,posterior,portanto,à lei da prisão temporária.

Logo,não se pode mais prisão temporária para o crime de formação de quadrilha porque é sanção mais grave que eventual condenação e mesmo pudesse seria para formação de quadrilha para o cometimento dos crimes elencados no artigo 1º da lei 7960/89 nenhum deles,portanto, imputado ao ex Ministro Palocci.

Esperava mais do site

AMD80 (Praça do Exército)

Impressionante a distorção dos fatos. Não é título de um site que se quer sério, ainda mais quando se tem por alvo a comunidade jurídica. Opinião discordante é uma coisa, querer dar ares de veracidade a algo que sabe tratar-se de uma mentira é mau-caratismo e desinformação.

Caminho da justiça

João pirão (Outro)

"Falta de provas justifica prisão temporária de Palocci, afirma Sergio Moro". Esse é o título do texto.... Ou seja, é um novo modus operandi de fazer confessar ao suspeito. É um tipo de tortura ou extorsão? Parece piada, mas é muito sério.
Imaginem se encontrassem, por exemplo, um helicóptero cheio de droga de uma pessoa e na sua própria fazenda?? Com essas provas materiais, o quê não fariam??

Estranha lógica jurídica.

PCS (Advogado Autônomo - Administrativa)

Vejam que contra-senso no confronto dos fatos e nas conclusões armadas sobre eles pelo INCOMUM juiz Dr. Moro. "Ab initio", a prisão por falta de provas, com CONVICÇÃO de crimes sem materialidade, situados no campo da INTENÇÃO, como nos casos atribuídos a Lula. Havendo concluído o meu curso de direito em 1968, sinto-me compelido a voltar aos bancos da escola jurídica para aprender esse novo e estranho direito. No Brasil, desde 2005, medra um novo direito que seus iluminados e luminares, de certo, farão iluminar o mundo.

Não Vem ao Caso - Parte 2

J. Cordeiro (Advogado Autônomo - Civil)

4) “Por outro lado, não se pode olvidar a gravidade em concreto dos crimes em apuração”. É com essa alegação que o Mandato de Prisão do ex-Presidente Lula (já prontinho, segundo o ministro da Justiça) se fundamenta. Mesmo não tendo o “domínio” do imóvel do Guarujá, segundo a Lei (“Lei? Ora a lei...”, fala-se em Curitiba), ele seria “posseiro” e o Juízo (de Exceção?) está, ex officio, determinando a reintegração de posse, em favor do MPF, que já reclamou sua parte no botim judicial.

Dona Marisa, então, esta já está nem defesa tem, pois foi quem, segundo o MM de Curitiba, pegou R$ 2.000,00 com Bumlai para pagar aquele barco de alumínio para o sítio de Atibaia. Há “cognição primária” de que o dinheiro veio de uma das envolvidas na Lava-Jato (OAS, UTC, Camargo Correa, Odebrecht, Andrade Gutierrez, Mendes Júnior, Queiroz Galvão, Engevix, SETAL, Galvão Engenharia, Techint, Promon, MPE, Skanska, IESA e GDK), não importa qual. Ou mesmo da compra daquela Plataforma do Cunha, que, de Angola essa importância de dois mil reais foi transferida para uma conta secreta na Suíça e depois para os Paraísos Fiscais. Um centavo que fosse seria suficiente para a sentença condenatória. Dos Pedalinhos nem vai ser preciso menção. Mínimo de 15 anos, sem direito a sursis, em presidio de segurança máxima.

Não há provas cabais contra o ex-ministro, segundo o despacho de 24 laudas, nem (até agora) contra o ex-Presidente. Só “cognições primárias”. Mas, depois dos 13 x 1 do TRF4, o poder de fogo dessa modalidade de “justiceiro tupiniquim” resta inalcançável até mesmo pelo inoperante STF. Ademais, NÃO VEM AO CASO...

Não Vem ao Caso - Parte 1

J. Cordeiro (Advogado Autônomo - Civil)

Senhores: esse MM é de uma inteligência impar. Se vier da sua própria cuca (há quem duvide, tendo-o por “pau mandado”), esses “ensinamentos”, preparatórios para justificar a prisão do ex-presidente Lula, são as Pérolas da Coroa. E esta sendo ensaiado com requintes e empenho sem precedentes.
Mas, passemos a textos do despacho, onde fica perceptível o cinismo político-judicial em que se transformou essa rebatizada Farsa-Jato:
1) “enquanto não houver tal identificação” ou seja, provas cabais, ele manterá o ex-ministro em cana, salvo se ele disser “Lula sabia”.
2) “há um risco de dissipação do produto do crime”. Se de 2003 a 2009 a polícia judiciária-política não conseguiu ir além da “cognição primária”, encampada pelos garotos da Força Tarefa (ou Farsa-Tarefa?), parece que contam com uma “delação premiada” não do ex-ministros, mas do seu ex-chefe de gabinete, Branislav Kontic. Põem o “passarinho” na gaiola, esperando que eles “cante” a canção que querem ouvir: “Lula sabia”.
3) “Enquanto não afastado o risco de dissipação do produto do crime, presente igualmente um risco maior de fuga ao exterior, uma vez que os investigados poderiam se valer de recursos ilícitos ali mantidos para facilitar fuga e refúgio no exterior”. Em tempos normais e nos princípios doutrinários e legais bastaria a retenção do passaporte e aviso à PF e a Interpol do risco de fuga. Mas, como dizia Cícero, “o tempora! o mores!”. Esse é o Judiciário que desfrutamos hoje.

"Ó tempora, ó mores"!

Paulo Andra (Advogado Autônomo - Civil)

Se não acharem nada, estará criada a "prisão cautelar perpétua" no Brasil, com o beneplácito das 'pessoas de bem'. Fundamentação ridícula e totalitária que não se constrange em extirpar direitos alheios ("a prova da alegação incumbirá a quem a fizer", entre eles) sem a menor cerimônia. "Ó tempora, ó mores"!

Matéria tendenciosa

Murilo16 (Outros)

Títulos tendenciosos distorcem a verdade dos fatos. A forma de retratar a decisão de Sérgio Moro, nesta matéria, dá a entender que ele não embasou seu entendimento; denota que Moro prende apenas porque "não há provas", quase como se ele presumisse os pressupostos cautelares. É a mesma deturpação que fizeram da frase de Deltan Dallagnol: "não temos provas, mas temos convicção", uma frase que sequer existiu. Lamentável.

Receita caseira

amigo de Voltaire (Advogado Autônomo - Civil)

Receita para o ano de 2017: Lula al bafo di Moro. Moro sabiamente está ''cozinhando'' o molusco, e em breve a alma mais honesta do mundo terá se transformado na viv'alma com a ficha mais suja de Pindorama!

E a lei? Onde fica?

Luis Hector San Juan (Engenheiro)

A exposição do grupo de promotores federais explicando o como eles achavam que tinham transcorrido as atividades criminosas do ex-presidente Lula (enquanto presidente) me lembraram de apresentações bombásticas de marketing numa empresa que conheci, nas quais o objetivo dos diretores por essa área era apenas vender uma ideia para conquistar a simpatia do CEO. Em pouco tempo a lógica do mercado superou o “achismo” dos diretores e a empresa faliu...
Seria profundamente lamentável que a Procuradoria e a Justiça, no caso do Lula, Dilma, Palocci e demais caciques do PT como de outros implicados na Lava Jato, passando por cima da lei no afobamento de encontrar provas de crimes e mostrar resultados que muita gente espera, mais tarde “dessem com os burros n'água” e os seus atos ferirem o prestígio que merecem ter e que representam alguns dos principais fundamentos da nossa democracia.
E enquanto isso, o que acontece com Eduardo Cunha?

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