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Igualdade nas câmaras

Juiz em segundo grau pode ser chamado de desembargador, define TJ-SP

Comentários de leitores

13 comentários

O povo

Observador.. (Economista)

Um dia tem que voltar os olhos aos exageros do Judiciário.
Esta preocupação, nada mais que uma vaidade pueril, demonstra que muitos ainda não entenderam que o Brasil TODO (e não só os políticos, como alguns fazem questão de fazer parecer) precisa mudar.
Chega de tanto desperdício, de tanta pompa, de tanta circunstância, de tantos "auxílios", de salários tão gordos em um país de milhões de desempregados e onde o contribuinte tem que suar muito para se manter ativo; não deveria, ainda mais, ter que - com seu dinheiro - sustentar um sistema que perde tempo com tais questões.

“Vanitas vanitatis et omnia vanitas”

Sérgio Niemeyer (Advogado Sócio de Escritório - Civil)

A que ponto chega a vaidade humana: reúnem-se em comitiva para pleitear uma designação, um pronome de tratamento.
Concordo que os juízes substitutos, por exercerem as mesmas funções dos desembargadores substituídos, tenham os mesmos direitos do ofício. Nem por isso deixam de ser substitutos. A lei os designa assim. E ainda estamos sob o império da lei, não da toga. A efemeridade do cargo, porque apenas substituem alguém, na melhor das hipóteses os torna “desembargadores interinos”.
Mas isso jamais deveria ser um problema para a Justiça e muito menos para os verdadeiros juízes. A estes sempre será indiferente como se lhes designam. O que lhes importa não são as denominações que recebem, mas o ofício que exercem e os predicados que neles se encontram para esse exercício: modéstia, vaidade sob o mais rigoroso controle da razão, temperança; sobriedade; serenidade; indulgência; austeridade de comportamento; equilíbrio; acuidade; tirocínio atilado; percepção aguda; razão lógica; erudição; aversão a falácias e a sofismas; aversão a truques e mandrakismos; apego à lei; moral irreprochável; consciência de que o cargo implica o poder de interferir no destino das pessoas, por isso não pode ser usado com abuso nem desvio de finalidade para atender objetivos pessoais; aversão à vindita, à retaliação e à represália; sabedoria em ouvir as críticas que se lhe dirigem, sabendo que não deverá respondê-la, e aceitá-las como provocação à autorreflexão devotada a melhorar sua própria condição humana e de juiz, pois toda crítica constitui pressuposto da evolução do conhecimento por ser um alerta de que se pode não estar na posse da verdade ou da melhor razão, etc.
(a) Sérgio Niemeyer
Advogado – Mestre em Direito pela USP – sergioniemeyer@adv.oabsp.org.br

Vaidade

Alessander S Barbosa (Advogado Sócio de Escritório - Empresarial)

"A vaidade é a dama mais espaçosa da alma."

Tribunal bizantino.

João B. G. dos Santos (Advogado Autônomo - Criminal)

Antigamente os juízes nesta situação eram chamados de "pinguins" no jargão forense. O Tribunal de Justiça funcionava e ninguém se importava com isso. A preocupação clarifica porque os juízes de ontem eram melhores que os de hoje.

A bíblia explica...

Luiz Raphael Vieira Angelo (Advogado Sócio de Escritório - Tributária)

Vaidade das vaidades. Tudo é vaidade!

Data vênia!

Neli (Procurador do Município)

Muita falta do que fazer! Uma fogueira de vaidades. Apague com a humildade a fogueira de vaidades.Data máxima vênia.

Ah, vaidade...

J. Henrique (Funcionário público)

"A modéstia doura os talentos, a vaidade os deslustra."

É por essa e por outras...

Joao Sergio Leal Pereira (Procurador da República de 2ª. Instância)

Que importância tem a questão aqui noticiada a não ser desmoralizar ainda mais o Judiciário ? Como pode o Tribunal perder valioso tempo numa discussão tão improdutiva e sem a menor importância para o jurisdicionado? É por essa é por outras que a credibilidade da Justiça míngua a cada dia.

Sérgio Reis (não é o CANTOR)

Sergio Soares dos Reis (Advogado Autônomo - Família)

Os COLÉGIOS RECURSAIS, são compostas por Juízes de 1º Grau. Por conta disso, TAMBÉM exercem as funções de DESEMBARGADORES.

Ex-Desembargador?

Eduardo. Adv. (Advogado Autônomo)

E se, eventualmente, cessar a sua designação e ele voltar à Primeira Instância?
Um Desembargador que não teria passado no "estágio probatório" para a efetivação da promoção?

Vanitas vanitatum

Hans Zimmer (Assessor Técnico)

Revelaram modéstia os juízes paulistas, que apenas aspiraram à subalterna nomenclatura de desembargadores. Ora, já que serão doravante identificados por cargos que não ocupam, poderiam, fossem vaidosos de verdade, ter solicitado a denominação de Ministros, ou mesmo de King Sizes de São Paulo.

pode ou deve?

Ricardo T. (Outros)

Dúvida. Pode ou deve?

Tolas vaidades

Marcos Umberto Canuto (Advogado Autônomo)

Vaidade ao extremo.

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