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Direito na Europa

Por Aline Pinheiro

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Fundador do Wikileaks

Corte de Apelação da Suécia mantém ordem de prisão contra Julian Assange

A Corte de Apelação da Suécia negou o pedido do fundador do site Wikileaks, Julian Assange, e manteve a ordem de prisão contra ele. Assange é acusado de estupro no país e é considerado foragido desde 2010. Ele está refugiado na Embaixada do Equador em Londres há mais de quatro anos.

Assange diz que tem medo ser extraditado para os EUA, onde responderia por vazamento de dados.
Wikimedia Commons

O tribunal sueco avaliou que há riscos de Assange fugir caso a ordem de prisão seja suspensa, segundo relato do jornal britânico The Guardian. Em maio de 2012, a Justiça do Reino Unido, onde Assange morava, determinou a extradição dele para a Suécia. Em agosto, ele ganhou asilo do Equador e, desde então, está na Embaixada do país em Londres. Policiais britânicos ficam na porta para cumprir a ordem de prisão caso ele deixe a embaixada.

Assange alega ser inocente das acusações de estupro. Ele diz que tem medo de ir para a Suécia e acabar extraditado para os Estados Unidos, onde responderia pelo vazamento de documentos sigilosos. A Suécia argumenta que não pode garantir que não vai extraditá-lo porque ainda não há nenhum pedido do governo norte-americano. A lei sueca não permite a extradição quando há riscos de o extraditando ser punido com pena de morte.

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Revista Consultor Jurídico, 16 de setembro de 2016, 17h25

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