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Cenário preocupante

Julho foi o mês com mais pedidos de recuperação desde a nova Lei de Falências

Julho de 2016 foi o mês com mais pedidos de recuperação judicial desde que entrou em vigor a nova Lei de Falências, em 2005. De acordo com o Indicador Serasa Experian de Falências e Recuperações, em julho foram feitos 175 pedidos de recuperações judiciais, uma alta de 4,2% em relação ao mês anterior e de 29,6% em relação ao mesmo mês do ano passado.

As micro e pequenas empresas lideraram os requerimentos de recuperação judicial em julho de 2016, com 122 pedidos, seguidas pelas médias (36) e pelas grandes empresas (17).

Para tratar desse assunto, será promovido no dia 16 de setembro o II Seminário de Direitos das Empresas em Dificuldade, na sede da OAB-RJ. O evento é organizado pela Comissão Especial de Recuperação Judicial, Extrajudicial e Falência da OAB-RJ, pelo Instituto Justiça & Cidadania e pelo Instituto Brasileiro de Estudos de Recuperação de Empresas. A iniciativa é da presidente da comissão da OAB, Juliana Bumachar, e advogada no escritório Bumachar Advogados, e de Marcio Guimarães, professor da Escola de Direito da Fundação Getulio Vargas.

O seminário reunirá especialistas no tema, como os ministros Luis Felipe Salomão, Paulo de Tarso Sanseverino e João Otávio de Noronha, do Superior Tribunal de Justiça. Também farão palestras os desembargadores Manoel Pereira Calças e Manoel Justino Bezerra, além do juiz Luiz Roberto Ayoub. Participam do evento os juristas Paulo Salles de Toledo e Paulo Penalva Santos. Será um dia inteiro de palestras com temas como “A ‘Trava Bancária’ e a Recuperação Judicial” e “O Papel do Credor na Recuperação Judicial”.

Para mais informações sobre o seminário, clique aqui.

Revista Consultor Jurídico, 12 de setembro de 2016, 16h47

Comentários de leitores

1 comentário

Cerco à produtividade em nome de ideologias falidas

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Infelizmente a situação tende a se agravar, pois hoje o empresário é tratado como bandido pela sociedade e pelos servidores públicos e, acuado, não investe mais.

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