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Gestão de consumo

Cerca de 60% dos tribunais conseguiram racionar energia, água e papel

Cerca de 60% dos tribunais do Brasil já adotam práticas de uso racional de energia, água e papel, de acordo com dados da Assessoria de Gestão Socioambiental do Tribunal Superior Eleitoral. A medida faz parte do Plano de Logística Sustentável do Poder Judiciário, em cumprimento à Resolução 201/2015 do Conselho Nacional de Justiça, que determina a criação de núcleos socioambientais e visa sistematizar práticas de sustentabilidade em cada tribunal, aplicando recursos eficientes e promovendo o uso consciente de materiais.

Segundo Ganem Amiden Neto, assessor-chefe da Assessoria de Gestão Socioambiental do TSE, alguns avanços já foram sentidos. O TSE, por exemplo, será, ainda neste ano, o primeiro tribunal em Brasília a captar energia solar. “Essa mudança representa um investimento de R$ 5,6 milhões que gerará uma economia de R$ 800 a R$ 900 mil por ano”, afirmou.

Pela regulamentação, os PLS contém 65 indicadores mínimos, agrupados em 13 blocos, quantificando o consumo dos órgãos do Judiciário com papel, água, energia elétrica, entre outros, assim como as despesas relativas a serviços, como limpeza e vigilância. Com informações da Assessoria de Imprensa do CNJ.

Revista Consultor Jurídico, 9 de setembro de 2016, 18h16

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